<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Metas de Vendas &#187; processo de vendas</title>
	<atom:link href="http://metasdevendas.com.br/tag/processo-de-vendas/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://metasdevendas.com.br</link>
	<description>Consultoria, Planejamento e Competitividade em Vendas</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Jul 2010 18:23:25 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Criando Oportunidades de Gol</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/criando-oportunidades-de-gol</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/criando-oportunidades-de-gol#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 15:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Miraldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
		<category><![CDATA[vendas consultivas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=518</guid>
		<description><![CDATA[<span></span>Em época de Copa do Mundo, mesmo as mulheres até certo ponto leigas em futebol, como eu, ficam com o assunto  em mente. O tema é certo em encontros com amigos, estabelecimentos comerciais, elevadores e ambientes profissionais.
E foi assim que me peguei fazendo uma correlação entre as equipes mais competitivas deste e outros campeonatos com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em época de <strong>Copa do Mundo</strong>, mesmo as mulheres até certo ponto leigas em<strong> futebol</strong>, como eu, ficam com o assunto  em mente. O tema é certo em encontros com amigos, estabelecimentos comerciais, elevadores e ambientes profissionais.</p>
<p>E foi assim que me peguei fazendo uma correlação entre as equipes mais competitivas deste e outros<strong> campeonatos com times de <a href="http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia">vendas</a></strong>.</p>
<p><a title="Vuvuzela por -Gareth-, en Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/gpayne85/4754177604/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4102/4754177604_4e80880873.jpg" alt="Vuvuzela" width="500" height="330" /></a></p>
<p>Assim <strong>como o objetivo principal das equipes comerciais é concretizar bons negócios</strong>,<strong> o objetivo dos times de futebol é marcar gols</strong>. Sonhamos com os de placa, os olímpicos, de bicicleta, do meio de campo, mas quando estamos na torcida pelo nosso time do coração, qualquer lance aprovado pelo juiz está valendo.</p>
<p><strong>A vitória é normalmente construída pelo bom desempenho de cada atleta e participante da comissão técnica</strong>, cada um consciente e responsável pelas atividades de sua posição. Enquanto alguns atuam na elaboração de estratégias e preparação física do time, outros entram em campo e atuam na defesa,  constroem as jogadas e deixam a equipe posicionada para uma boa ofensiva, vencendo os obstáculos impostos pelos adversários.</p>
<p>Apesar de não jogarmos contra outro time,<strong> durante o <a href="http://metasdevendas.com.br/a-importancia-de-se-ter-um-processo-comercial">processo de vendas </a>nos deparamos com etapas nem sempre simples</strong>, demandando um bom trabalho de cada profissional envolvido. As <strong>estratégias de vendas devem estar claras a todos e as necessidades dos clientes devem ser bem mapeadas</strong>, para que possamos apoiá-las com as características e benefícios dos nossos produtos ou serviços adequadamente. Desta forma,  nossos artilheiros, os gerentes de negócios, poderão concluir as jogadas com belos gols.</p>
<p>Neste ponto, <strong>me surpreendo ao constatar que muitas equipes ainda não contam com uma boa estrutura de qualificação de prospects e agendamento de visitas</strong>. Os gerentes de negócios são fortemente cobrados para apresentarem chances de fechar novos negócios, ou criar oportunidades de gol; mas sem uma boa estrutura de apoio, é como esperar que os mesmos joguem na defesa, na zaga e no ataque.  E ainda marquem gols&#8230;</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/diegowish/504531108/" title="Goll! por Diego Saldanha, en Flickr"><img src="http://farm1.static.flickr.com/205/504531108_55db862746.jpg" width="500" height="334" alt="Goll!" /></a></p>
<p>Um <a href="http://metasdevendas.com.br/categoria/temas/processos-de-gestao">processo</a> de <strong>geração de leads em uma<a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios"> venda consultiva</a> passa pela identificação de muitas variáveis</strong>. Compreender o mercado alvo, o perfil das empresas a serem abordadas, quem são os profissionais que decidem e influenciam aquela compra. Se já são atendidos por um concorrente, precisamos saber quais os pontos de satisafação e insatisfação atuais e o que os levaria a trocar de fornecedor. Ou seja, ao levantarmos todas estas informações, estamos armando uma bela jogada.</p>
<p>Só não vale esperar que a equipe de geração de leads entregue a bola em todas as jogadas no pé do artilheiro, convenientemente posicionado à frente do gol. Isto funcionou há alguns anos apenas com um certo baixinho, bem conhecido pela torcida brasileira. Entrar em contato com uma empresa dentro do perfil desejado exatamente no momento em que ela está pronta para comprar, já com orçamento aprovado,  às vezes acontece. <strong>Mas representa uma exceção, não a regra.</strong></p>
<br/><p><a href="/email/?id=518" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/criando-oportunidades-de-gol/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Goiabada com queijo</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/goiabada-com-queijo</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/goiabada-com-queijo#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 May 2010 02:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[acerte no alvo]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria especializada]]></category>
		<category><![CDATA[consultorias de gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo]]></category>
		<category><![CDATA[gestão no processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[pipeline]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[vendas bem servida]]></category>
		<category><![CDATA[vendas bem sucedida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=494</guid>
		<description><![CDATA[<img width="300" height="222" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/05/queijo-goiabada-300x222.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="queijo com goiabada" /><span></span>As boas coisas da vida costumam vir em duplas. O que seria da faca sem o queijo para cortar? Não  é à toa que Romeu e Julieta batizaram a famosa combinação que usamos como título. Um é  pouco. Dois é bom. 
Para ser bom, ou até  melhor, os dois precisam ser diferentes. A goiabada é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As boas coisas da vida costumam vir em duplas. O que seria da faca sem o queijo para cortar? Não  é à toa que Romeu e Julieta batizaram a famosa combinação que usamos como título. Um é  pouco. Dois é bom. </strong><a href="http://metasdevendas.com.br/"><img class="alignright  size-medium wp-image-496" title="queijo com goiabada" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/05/queijo-goiabada-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<p>Para ser bom, ou até  melhor, os dois precisam ser diferentes. A goiabada é doce, o queijo é salgado. Poucas coisas podem ser tão diferentes entre si quanto homens e mulheres. Mas juntas, estas coisas são mais do que a simples soma de suas partes. O sal torna o doce mais interessante. Homens e mulheres formam famílias.</p>
<p><strong>Outra observação interessante: além de diferentes, as duplas de coisas realmente boas costumam ser complementares.</strong> Uma não faz o que a outra faz, uma completa a outra. Elas não concorrem, trabalham em time. O metal e a madeira, separados, são muito bons. Com o primeiro, fazemos pregos e arame, por exemplo. Com a madeira, fazemos estacas e tábuas. Junte-se os dois e temos algo bem diferente: de martelos a espadas. Deixaram de ser componentes e passaram a ser instrumentos, as boas características de cada um tornando o outro mais efetivo.</p>
<p><strong>E na área de vendas? Conhecem alguma dupla vencedora, alguma simbiose perfeita? </strong>Alguém se lembra de algum time de alta performance, com um gestor de vendas metódico e um vendedor ativo e agressivo? Os dois separados são bons, cada um na sua área. <strong>Os dois trabalhando em conjunto são verdadeiramente impressionantes. Acertam sempre o alvo. </strong></p>
<p>A verdade é que não podemos criar simplesmente em nossas organizações estes pares de vencedores, da mesma forma que não podemos escolher as namoradas de nossos filhos (minha mulher insiste em tentar, mesmo com poucos resultados). Até porque não resolve muito ter uma coisa sem a outra, ou seja, o que adianta ter as <a href="http://metasdevendas.com.br/acuracidade-de-forecast-sua-empresa-tem">oportunidades </a>para trabalhar sem um um bom gerenciamento de vendas? O inverso também é verdade.</p>
<p><strong>Entretanto, enquanto líderes, podemas fazer algo realmente eficaz: </strong></p>
<ul>
<li><em><strong>selecionar fornecedores que nos tragam a competência e a sinergia que precisamos, que consigam acertar os seus alvos com precisão e agilidade. </strong></em></li>
</ul>
<h2><a href="http://metasdevendas.com.br/"><img class="size-medium wp-image-498 alignleft" title="Acerte no alvo" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/05/servic5-232x300.jpg" alt="" width="232" height="300" /></a><strong></strong></h2>
<p><strong>O mercado já  conhece e utiliza consultorias de gestão do processo de vendas.</strong> São particularmente eficientes para o gestor <a href="http://metasdevendas.com.br/como-acelerar-resultados-de-vendas">aprimorar os processos e dar consistência para os resultados de vendas</a>. Já são comuns também os serviços de geração de demanda, ou geração de leads, que aumentam o <a href="http://metasdevendas.com.br/voce-tem-pipe-e-forecast-para-atingir-as-metas-de-2009">pipeline</a> do time de vendas e são, quase literalmente, o que alimenta nossos vendedores. Na gestão do processo, há muito para as empresas ganharem em maturidade e processo de vendas. <strong>Em geração de leads, uma consultoria especializada é capaz de encontrar aqueles clientes que você estáprocurando e não sabe quem são, por um custo muito menor do que tentar fazer sozinho. </strong></p>
<p><strong>Agora, já  pensou nestes dois serviços atuando em conjunto, contratados simultaneamente? </strong></p>
<p>Uma equipe de vendas bem servida de uma lista de potenciais negócios e, ao mesmo tempo, de uma metodologia de gestão do processo de vendas apoiando-a na concretização do maior número desses negócios e com os melhores resultados.</p>
<h2><strong>Pense nisso, e <a href="http://www.acertenoalvo2010.com.br/">acerte no alv</a></strong><strong><a href="http://www.acertenoalvo2010.com.br/">o em 2010</a>. Ainda dá tempo!</strong></h2>
<br/><p><a href="/email/?id=494" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/goiabada-com-queijo/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acuracidade de Forecast: sua empresa tem?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/acuracidade-de-forecast-sua-empresa-tem</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/acuracidade-de-forecast-sua-empresa-tem#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 11:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Explicação de Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[forecast]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=347</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/acuracidadedevendas-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="acuracidadedevendas-150x150" /><span></span>Para começar a discussão, alguém aí poderia definir o que é Forecast de Vendas??
- &#8220;Tô fora, me inclua fora dessa&#8230;&#8221;
- &#8220;Previsão de vendas?&#8221;
Boa, mas essa resposta não basta. Afinal, Forecast de Vendas não pode ser entendido de forma tão simplista. Não é como se avaliam prognósticos de uma partida de futebol onde os analistas normalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Para começar a discussão, alguém aí poderia definir o que é <a href="http://metasdevendas.com.br/pipeline-e-forecast-sao-cunhados" target="_blank">Forecast de Vendas</a>??</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">- &#8220;Tô fora, me inclua fora dessa&#8230;&#8221;</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">- &#8220;Previsão de vendas?&#8221;</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Boa, mas essa resposta não basta. Afinal, <a href="http://metasdevendas.com.br/voce-tem-pipe-e-forecast-para-atingir-as-metas-de-2009" target="_blank">Forecast de Vendas</a> não pode ser entendido de forma tão simplista. Não é como se avaliam prognósticos de uma partida de futebol onde os analistas normalmente saem pela tangente apelando para a famigerada “caixinha de surpresas”.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Permitam-me sofisticar um pouco o conceito da coisa:</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Algumas definições científicas e mais elaboradas que encontrei para Forecast dizem:</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;"><a href="http://www.cgee.org.br/prospeccao/index.php?operacao=Exibir&amp;serv=textos/topicos/texto_exib&amp;tto_id=2&amp;tex_id=1" target="_blank"><em>“&#8230;indicação probabilística, razoavelmente definida sobre o futuro, baseada em uma avaliação de possibilidades alternativas.” </em>(</a>Amara, R.; Salanik, G. Forecasting: from conjectural art toward science. Technological Forecasting and Social Change, New York, v.3 n.3 p.415-426, 1972);</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;"><a href="http://www.cgee.org.br/prospeccao/index.php?operacao=Exibir&amp;serv=textos/topicos/texto_exib&amp;tto_id=2&amp;tex_id=1" target="_blank"><em>“&#8230;conotação próxima de predição, remontando a uma tradição envolvida prioritariamente com a construção de modelos para definir as relações causais dos desenvolvimentos científicos e tecnológicos e esboçar cenários probabilísticos do futuro. Atualmente, entendem-se cada vez mais os desenvolvimentos futuros como um resultado sistêmico de múltiplos fatores e de decisões que devem levar em conta elementos de cunho político-sociais e não apenas obedecer a resultados técnicos. Ao enfatizar-se a importância da combinação de resultados de diversos métodos, se ganha em flexibilidade e reduz-se o caráter determinista tradicionalmente associado ao forecasting.” </em></a>(Salles-Filho, Sérgio L.M. (Coord.); BONACELLI, Maria Beatriz M.; MELLO, Débora Luz. Instrumentos de apoio à definição de políticas em biotecnologia. Brasília: MCT; Rio de Janeiro: FINEP, 2001).</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;"><img class="alignleft size-medium wp-image-349" title="3D Character and Chance" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/acuracidadedevendas-225x300.jpg" alt="3D Character and Chance" width="225" height="300" />Traduzindo: <strong>Forecast nunca é uma certeza</strong>. Não há como determinar/ afirmar que um negócio vá ser efetivamente fechado, pois existe sempre uma incerteza, uma probabilidade disso não acontecer.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Mas como toda probabilidade, uma previsão de vendas é mais ou menos (próxima de 1 ou de 100%) previsível dependendo do domínio que temos dos tais “múltiplos fatores” técnicos, políticos, sociais, emocionais, econômicos, entre outros que envolvem a tomada de uma decisão de compra em um <a href="http://metasdevendas.com.br/sera-que-a-oportunidade-que-estou-trabalhando-e-quente" target="_blank">processo de vendas</a>.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Portanto, não basta você manter a sua bola de cristal limpinha, reluzente, para ter maior assertividade nos seus negócios e daí maior acuracidade no Forecast.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">O meu conselho é que você só tenha no Forecast da sua carteira os negócios que  você tem domínio efetivo. <strong>Isto significa que todas as ações para a concretização dos mesmos já foram executadas e todos os indicadores apontam/ tendem para a preferência de compra do seu produto/ serviço.</strong></p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Diferente do que muitos pensam, uma <a href="http://metasdevendas.com.br/qualificacao-de-oportunidades" target="_blank">oportunidade</a> NÃO deve entrar no Forecast automaticamente. Isto depende do percentual de avanço no processo da venda.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Em outras palavras: coloque no Forecast somente aqueles negócios que você de fato, &#8220;assina em embaixo&#8221; que irão acontecer. Não esqueça que trata-se de um ato de COMPROMISSO não só com o seu chefe mas com a sua empresa. Ele é o indicador de receitas para o caixa dela, fonte para atender seus desembolsos, e por aí vai. Controle e atue (fazendo a devida gestão de forecast) para que eles aconteçam. Sem ilusões!</p>
<br/><p><a href="/email/?id=347" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/acuracidade-de-forecast-sua-empresa-tem/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>22</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os farmers não são predadores?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/os-farmers-nao-sao-predadores</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/os-farmers-nao-sao-predadores#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 19:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[canais de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas de vendas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=223</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/fishing-bear1-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="fishing-bear1-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*
Na última parte desta série, buscamos unir os temas das partes 2 e 3. Se os vendedores podem ser comparados a predadores, os caracterizados como farmers também poderiam? Ou seriam casos especiais na área de vendas, com perfil totalmente diferente?
Em minha opinião, a atividade de vendas e a competitividade intrínseca da mesma são o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Colaborador convidado*</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Na última parte desta série, buscamos unir os temas das partes 2 e 3. Se os <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas">vendedores</a> podem ser comparados a predadores, os caracterizados como <a href="http://metasdevendas.com.br/a-verdadeira-natureza-do-farmer">farmers</a> também poderiam? Ou seriam casos especiais na área de vendas, com perfil totalmente diferente?</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Em minha opinião, a atividade de vendas e a competitividade intrínseca da mesma são o que nos possibilita a comparação com os predadores, e os &#8216;farmers&#8217; não são uma exceção! Apenas são predadores de um tipo diferente.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Voltando à nossa analogia com a natureza, observamos que os predadores podem ser classificados em dois grandes tipos:</p>
<ul>
<li><strong>NÔMADES</strong>: acompanham as manadas, mudam de campo de caça se o atual não estiver satisfatório, caçam uma grande variedade de presas diferentes, não se apegam a lugar algum em especial. São ágeis e flexíveis em relação a seus hábitos.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>DE TERRITÓRIO</strong>: caçam sempre em um mesmo local, muitas vezes defendendo-o com ferocidade. São especializados em um tipo de presa e caçam de forma consciente para não esgotar os recursos disponíveis. São pacientes e determinados.</li>
</ul>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">É óbvio que o farmer é um caçador territorialista. Como vendedor, fixa-se em um cliente e defende sua posição contra os concorrentes. Especializa-se no negócio do cliente e atua parcimoniosamente, com vistas à convivência de longo prazo.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Quais outras características precisam fazer parte do comportamento deste predador especializado?</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Em primeiro lugar o conhecimento do território. O cliente deve ser perfeitamente conhecido e o vendedor deve se sentir à vontade na empresa que atende sempre se fazendo presente. Depois é preciso que este vendedor adote e pratique hábitos de forma consistente, para que seja natural ao tratar diariamente com o cliente. Por fim, é desejável que o profissional se especialize com razoável profundidade no negócio do cliente e nas suas ofertas, atuando muitas vezes como <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce">consultor</a>.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><img class="size-medium wp-image-231 alignleft" title="Os farmers não são predadores?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/fishing-bear1-300x219.jpg" alt="Os farmers não são predadores?" width="300" height="219" />Essas três características também definem o predador de território. É como um urso pardo que conhece todos os caminhos de suas montanhas e diariamente busca seus peixes no rio e os apanha sem dificuldade pois conhece seu comportamento.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">No entanto, não devemos pensar que o farmer é um animal inofensivo. Como todo predador, ele ataca. E como todo predador de território, ataca qualquer um que ele perceba como ameaça ao seu território. Por isso, é complicado fazer com que o restante do time, em especial outros vendedores, convivam com ele no mesmo cliente.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Um defeito do farmer é sua previsibilidade.  Como toda criatura de hábitos arraigados, ele é muito previsível. Isso pode transformar o vendedor/ caçador em presa, em especial dos concorrentes. A <a href="http://www.slideshare.net/Positioningrma/gpv-corporativo-positioning-2009-1529505">gestão de vendas</a> deve apoiar o profissional no sentido de mantê-lo bem informado e adequadamente preparado para enfrentar essas ameaças eventuais.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Esses defeitos, no entanto, são largamente compensados pelo retorno que o farmer traz no médio/longo prazo. <em>Cross-selling</em>, aumento de receita e margem, parcerias estratégicas com o cliente são exemplos dos resultados que podemos esperar, desde que o farmer seja realmente o predador de território que precisamos.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Um último aviso: um farmer que aparenta ter as características corretas mas que não é de fato um vendedor, um real predador, põe em risco os <a href="http://metasdevendas.com.br/como-acelerar-resultados-de-vendas">resultados</a> da empresa ao perder sua identidade e passar a se considerar mais parte do cliente do que qualquer outra coisa. Neste momento, ele passa a privilegiar o cliente em detrimento da empresa que o emprega, dando descontos, ampliando escopo de serviços, exigindo SLAs acima do que foi contratado, por exemplo.</p>
<p>Um verdadeiro predador jamais perderá sua identidade assim, pois conta com seu &#8216;instinto&#8217; para guiá-lo na forma de uma elevada auto-estima, uma pontinha de egocentrismo e uma boa pitada de competitividade. E não são essas simpáticas características que nos fazem gostar tanto de nossos vendedores?</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=223" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/os-farmers-nao-sao-predadores/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A verdadeira natureza do &#8216;farmer&#8217;</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/a-verdadeira-natureza-do-farmer</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/a-verdadeira-natureza-do-farmer#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 18:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[canais de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas de vendas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=219</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/3402786266_ed8fc21e28-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="3402786266_ed8fc21e28-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*
Na área de vendas, com o tempo, estabeleceu-se a distinção entre dois tipos &#8216;clássicos&#8217; de profissionais de vendas: o hunter (caçador) e o farmer (fazendeiro). O primeiro se encaixa com naturalidade na nossa comparação prévia com predadores. O segundo, no entanto, é controverso.
A missão do farmer é cultivar o cliente, na visão de alguns. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/3402786266_ed8fc21e28.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-221" title="A verdadeira natureza do farmer" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/3402786266_ed8fc21e28-300x225.jpg" alt="A verdadeira natureza do farmer" width="300" height="225" /></a>Colaborador convidado*</p>
<p>Na área de vendas, com o tempo, estabeleceu-se a distinção entre dois tipos &#8216;clássicos&#8217; de profissionais de vendas: <a href="http://saoexperience.blogspot.com/2009/11/hunter-x-farmer-como-voce-se-define.html">o hunter (caçador) e o farmer (fazendeiro)</a>. O primeiro se encaixa com naturalidade na nossa comparação prévia com predadores. O segundo, no entanto, é controverso.</p>
<p>A missão do farmer é cultivar o cliente, na visão de alguns. Seduzir constantemente, conquistar diariamente, são alguns outros termos bastante simpáticos. Explorar um cliente comercialmente de forma consistente, recorrente e no longo prazo, ampliando receita e margem, descrevem melhor a atividade deste <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas">profissional de vendas</a>.</p>
<p>Nas organizações em que conheci o farmer, ele ocupava cargos operacionais e não era nem da área de vendas! Só isso ilustra o caráter dicotômico da função.</p>
<p>Algumas observações que colhi com o tempo, sobre a atuação deste profissional:</p>
<ul>
<li>O farmer não pode ser um vendedor, em hipótese alguma.</li>
</ul>
<ul>
<li>O farmer é um gerente de projetos com atribuições comerciais.</li>
</ul>
<ul>
<li>O farmer é um vendedor com menos apetite que os outros.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não se pode atribuir metas de vendas a um farmer.</li>
</ul>
<ul>
<li>O melhor farmer da organização é sua alta direção.</li>
</ul>
<p>Na grande maioria dos casos, o profissional que efetivamente exercia a função recebia várias denominações, tais como &#8216;gestor de contratos&#8217;, &#8216;gerente de atendimento&#8217;, &#8216;gerente de produção&#8217; ou mesmo &#8216;gerente de &#8230;&#8217; (substitua os três pontinhos pelo nome de uma área de negócio, como fábrica de software ou outsourcing de impressão).</p>
<p>Os resultados costumam falar por si. As empresas saudáveis (tanto financeira quanto emocionalmente) tendem a reconhecer que o tão falado farmer é um profissional de vendas (essa também é a minha opinião) e deve ser tratado como tal, com uma eficaz gestão de vendas.</p>
<p>Então isso significa que o farmer é um vendedor como outro qualquer? De forma alguma. E para entendê-lo um pouco melhor vamos recorrer à antropologia moderna e a um conceito bastante interessante, o casamento por rapto ou a captura da noiva.</p>
<p>Em várias sociedades antigas, o homem era proibido de se casar com mulheres de sua própria tribo, clã ou aldeia. Ele tinha de atacar e raptar sua noiva de outros grupos. De fato, J. F. McLennan (1827-1881), em seu<a href="http://www.archive.org/details/cu31924101874190"> livro Primitive Marriage</a>, de 1865, buscava demonstrar que essa foi a primeira forma de união estável. Sendo isso verdade ou não, essa prática continou enquanto a humanidade progredia e se instituiu mesmo em sociedades em que o casamento monogâmico já tinha se estabelecido. Em outras palavras, faz parte indissociável da psique humana.</p>
<p>O que isso tem a ver com o nosso profissional de vendas que precisa atender a um cliente, anos a fio, sempre buscando melhores resultados sem desanimar e com competência? Bem, raptar a noiva é um ato de predação, de ataque, mas não é aí que está o segredo. Como todo casamento, o segredo do sucesso não está na cerimônia e sim no convívio diário.</p>
<p>Imaginem o que os nossos ancestrais tinham que passar para que fossem aceitos e convivessem pelo restante de suas vidas com mulheres que haviam raptado, muitas vezes matando pais e irmãos no processo. É um processo de grandes implicações emocionais, onde o homem precisava, ao mesmo tempo, entender profundamente e respeitar a cultura da mulher raptada e aos poucos introduzir sua própria cultura.</p>
<p>E esse é o segredo do farmer: conhecer o cliente em profundidade sem jamais perder a própria identidade. Dia após dia, aprofundar seu conhecimento na cultura do cliente sem nunca deixar de catequizá-lo em relação à suas propostas de venda. &#8220;Conquistar sua noiva diariamente, após tê-la raptado&#8221;.</p>
<p>A analogia em questão é propositadamente exagerada para ressaltar a importância do trabalho deste profissional e para que possamos apreciar o quanto esta atuação é difícil.</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=219" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/a-verdadeira-natureza-do-farmer/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os vendedores são predadores?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/os-vendedores-sao-predadores</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/os-vendedores-sao-predadores#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 12:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[canais de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas de vendas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=209</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/537646884_c02bf55922-150x150.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="537646884_c02bf55922-150x150" /><span></span>
Colaborador convidado*
Ambos caçam, de certa forma. A caçada tem um componente de incerteza que é minimizado pela adequação do caçador, preparação e planejamento. A venda, idem.
O predador tem características peculiares: instrumentos (garras, dentes, agilidade, velocidade, etc) e personalidade ou índole (agressividade, competitividade, ferocidade, etc) que facilitam sua sobrevivência. Bom, os vendedores também! Pelo menos, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/10259776@N00/537646884/"><img class="alignleft size-medium wp-image-210" title="Os vendedores são predadores?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/537646884_c02bf55922-300x222.jpg" alt="Os vendedores são predadores?" width="300" height="222" /></a><strong></strong></p>
<p><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p><strong>Ambos caçam, de certa forma. A caçada tem um componente de incerteza que é minimizado pela adequação do caçador, preparação e planejamento. A venda, idem.</strong></p>
<p>O predador tem características peculiares: instrumentos (garras, dentes, agilidade, velocidade, etc) e personalidade ou índole (agressividade, competitividade, ferocidade, etc) que facilitam sua sobrevivência. Bom, os <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce">vendedores</a> também! Pelo menos, os que dão resultado…</p>
<p>Mas a análise começa a ficar produtiva quando observamos, na natureza, que os predadores são, sem exceção, criaturas especializadas. Não existe predador genérico, que cace de tudo e coma qualquer coisa (esses não são predadores, são lixeiros, como os abutres e hienas). Todo predador é especialmente adaptado para um tipo de presa e situação.</p>
<p>Como as águias, alguns voam e enxergam muito bem. Mergulham e pegam um peixe dentro do lago antes mesmo que o pobre perceba alguma coisa, descendo dos céus a mais de 100 km/h. Mas alguém já viu uma águia carregando um cavalo pro ninho?</p>
<p>Outros, são fortes, velozes, ágeis e ferozes, como as leoas. Elas caçam uma grande variedade de animais, desde filhotes de javali até elefantes adultos. Caçam sós, caçam em bando, mas ninguém nunca verá uma leoa adulta e experiente encarando uma presa sem antes avaliar muito bem as chances de sair vitoriosa! Por isso, vemos frequentemente um búfalo passar a poucos metros de um leão sem ser incomodado e leões bebendo água na mesma lagoa que vários outros animais que, em outras circunstâncias, iriam parar na sua barriga.</p>
<p>Isso ocorre em função de uma lei da natureza pouco lembrada mas inevitável: <strong>TODO PREDADOR PRECISA RECEBER MAIS ENERGIA DE SUA PRESA DO QUE GASTOU CAÇANDO.</strong></p>
<p><strong>Os vendedores não são diferentes!</strong></p>
<p>Tão importante quanto a preparação (treinamento, capacitação, formação) e o planejamento (<a href="http://metasdevendas.com.br/uma-questao-de-foco">foco</a>, portfólio, pipeline, <a href="http://metasdevendas.com.br/pipeline-e-forecast-sao-cunhados">forecast</a>, <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-2-account-control">account planning</a>) é a adequação do vendedor. <strong>Um vendedor bem capacitado, com um planejamento bem feito, não apresentará resultados tão bons se não tiver o perfil adequado para aquele tipo de venda.</strong></p>
<p><strong>Da mesma forma que um golfinho não caça carneiros, não costuma ser compensador estipular metas e objetivos para a sua equipe de vendas se não estiverem alinhados com seu perfil. São quatro os itens a serem considerados para definir tal alinhamento:</strong></p>
<ul>
<li>PORTE: o predador caça animais que estão dentro de sua capacidade de ataque, ou seja, nem tão grandes (de modo a não serem mais fortes que ele) nem tão pequenos (de modo a fornecerem a quantidade necessária de ‘energia’). Da mesma forma, o vendedor deve atender contas que estejam de acordo com a sua capacidade de dar resultado.</li>
</ul>
<ul>
<li>MEIO AMBIENTE: um predador aquático não caçará na terra e vice-versa. Os vendedores tendem a se especializar em segmentos e áreas e, apesar de poderem diversificar sua atuação, dão mais resultados quando atuam em territórios nos quais se especializaram.</li>
</ul>
<ul>
<li>SENTIDOS ALERTA: a maior qualidade de um predador não são suas ‘armas’ (garras, dentes, etc.) mas sim seus sentidos (visão, olfato, audição, etc.). O que faz uma leoa decidir qual presa atacar é a observação cuidadosa, não o impulso de momento. O vendedor de alta performance está sempre atento ao que acontece com suas ‘presas’, estando sempre bem informado.</li>
</ul>
<ul>
<li>EXPERIÊNCIA: acima de tudo, os grandes predadores modernos são bem sucedidos por que aprendem com seus erros. Filhotes de ursos são picados muitas vezes pelas abelhas até aprenderem a pegar o mel. Um vendedor que sofreu uma grande derrota costuma ser um vendedor mais sábio, que pode aplicar a estratégia de seu adversário de ontem contra o concorrente de amanhã.</li>
</ul>
<p>No mais, fique atento: se mesmo após todas as considerações acima o vendedor não der resultados… ele provavelmente é um herbívoro! Dê a ele a chance de ser feliz e lhe arrume um pasto verde e tranquilo, bem longe da área de vendas.</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=209" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/os-vendedores-sao-predadores/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vender e Caçar</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vender-e-cacar</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/vender-e-cacar#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 15:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[canais de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas de vendas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=199</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/4081089238_c33042fea1_o-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="4081089238_c33042fea1_o-150x150" /><span></span>
Colaborador convidado*
A atividade de vendas é uma empreitada profissional cujo sucesso independe de intuição ou sorte e, como qualquer atividade profissional, progride com a aplicação de métodos, processos e práticas adequadas.
No entanto, mais do que boa parte das demais disciplinas profissionais modernas em vendas, os métodos, processos e práticas dependem intrinsecamente da pessoa que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/vproart/4081089238/sizes/o/in/set-72157622789481030/"><img class="alignleft size-medium wp-image-204" title="Vender e caçar" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/4081089238_c33042fea1_o-300x225.jpg" alt="Vender e caçar" width="300" height="225" /></a></p>
<p><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p>A atividade de <a href="http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia">vendas</a> é uma empreitada profissional cujo sucesso independe de intuição ou sorte e, como qualquer atividade profissional, progride com a aplicação de métodos, processos e práticas adequadas.</p>
<p>No entanto, mais do que boa parte das demais disciplinas profissionais modernas em vendas, os métodos, processos e práticas dependem intrinsecamente da pessoa que os aplica. E as pessoas, variável muitas vezes imponderável, não se ajustam automaticamente aos processos que definimos. Escolher as pessoas certas é tão vital para a obtenção dos resultados que almejamos quanto a metodologia que usamos. Neste aspecto, é rica a leitura de <a href="http://gmj.gallup.com/content/1144/first-break-all-rules-book-center.aspx">‘First, Break All The Rules’</a> (Marcus Buckingham and Curt Coffman, 1999).</p>
<p>Por isso, proponho a você que se pergunte por um minuto&#8230; de onde vieram as características que os <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas"><strong>bons profissionais de vendas</strong></a> de hoje demonstram? E para responder a essa pergunta, vamos fazer uma pequena viagem no tempo.</p>
<p>O comércio é mais antigo que a invenção da escrita, mas a área de vendas como nós conhecemos, começou de verdade com o surgimento da classe burguesa na Europa medieval, ou seja, há 500, 600 anos. É claro que muita coisa mudou e nossas estratégias de vendas são fruto, na verdade, do período pós-revolução industrial. Temos mais ou menos um século de trabalho focado em vendas como nós conhecemos hoje.</p>
<p>Se considerarmos que o homo sapiens (nós, seres humanos modernos) surgiu a aproximadamente 150 mil anos atrás, podemos dizer que praticamos a arte de vender e comprar de forma metódica e sistematizada há menos de 0,07% de nossa existência enquanto espécie, correto?</p>
<p>Mas será que tudo o que a evolução nos ensinou durante milhões de anos e que resultou em nosso desenvolvimento enquanto animais racionais e nosso sucesso como espécie durante 150 mil anos não contribuiu em nada para o que fazemos hoje, em nossa vida ‘moderna’? Eu acredito que sim!  Carregamos em nossa psique as marcas do instinto de nossos antepassados longínquos, disfarçadas de hábitos e tendências que combinados resultam no que chamamos hoje de talento.</p>
<p>Para simplificar esta análise, proponho fazermos uma analogia entre o ato de caçar e o ato de vender. Gostaria de ouvir suas opiniões  e dizer que na segunda parte deste artigo exploraremos mais esta analogia.</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=199" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/vender-e-cacar/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Com os olhos do seu comprador</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/com-os-olhos-do-seu-comprador</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/com-os-olhos-do-seu-comprador#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 19:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Arouche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de compras]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Criação de valor]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Venda de soluções]]></category>
		<category><![CDATA[vendas consultivas]]></category>
		<category><![CDATA[vendedor consultor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=173</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/3083750237_8705f3298d-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="3083750237_8705f3298d-150x150" /><span></span>Muito se fala no processo de vendas e a forma mais usual de acompanhá-lo é por etapas. Como tradição, são elas: prospecção, qualificação, proposta e negociação. Mas se você pensar bem esta é uma visão puramente de vendas. E o comprador? O que estará ele fazendo enquanto estamos seguindo nossas etapas de vendas? Quando falo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Muito se fala no processo de vendas e a forma mais usual de acompanhá-lo é por etapas. Como tradição, são elas: prospecção, qualificação, proposta e negociação. </strong>Mas se você pensar bem esta é uma visão puramente de vendas. E o comprador? O que estará ele fazendo enquanto estamos seguindo nossas etapas de vendas? Quando falo em comprador não estou me referindo ao Departamento de Compras, mas em um sentido mais amplo me refiro a todas as pessoas que estão envolvidas neste processo. Acabo de ler o livro <a href="http://www.amazon.com/Major-Account-Sales-Strategy-Rackham/dp/0070511144"><strong>Major Account Sales Strategy</strong></a> do mestre <strong><a href="http://neilrackham.com/">Neil Rackham</a></strong>. A abordagem que ele dá em seu livro é totalmente distinta. Ele segue as etapas do ciclo do comprador e mostra como deve ser a atuação do vendedor em função disto. E o resultado é surpreendente! Mas vamos lá, quais são as etapas de compras?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/38376825@N00/3083750237/"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/3083750237_8705f3298d.jpg" alt="" title="Com os olhos do seu comprador" width="392" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-466" /></a></p>
<p>A primeira é Reconhecimento das Necessidades. É nesta etapa que o comprador começa a construir ou desenhar uma solução para seu problema.<strong> Esta é a fase onde a contribuição do vendedor PODE e DEVE ser maior <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce">(Vendedor Consultor)</a> auxiliando o comprador a ter uma visão mais ampla de seu problema e influenciando para que a solução seja mais direcionada para seu produto. Através de perguntas SPIN (situação, problema, implicação e necessidade de benefício) o vendedor irá criar valor para a solução proposta e irá ajudar o comprador a justificar a contratação da solução.</strong></p>
<p>A próxima fase é a <strong>Avaliação das Opções</strong>. Nesta etapa o comprador quer conhecer os recursos de sua solução e dos concorrentes para escolher a melhor para ele. Se o <a href="http://www.linkedin.com/groups?gid=2122605&amp;trk=myg_ugrp_ovr"><strong>vendedor</strong></a> fez bem a lição de casa na etapa anterior, ficará mais fácil agora. Se sua empresa não participou da 1ª etapa, é porque ou o comprador desenhou a solução sozinho, ou um concorrente seu o ajudou e as coisas ficarão mais difíceis agora. Cuidado: não entre nesta fase querendo construir valor (usando perguntas SPIN). A etapa de construir valor já passou e o máximo que você vai conseguir será irritar o comprador.</p>
<p>Vencida esta etapa o <strong>Comprador entra na Resolução das Preocupações</strong>. Esta é talvez a mais perigosa das etapas. O Comprador desenhou uma solução, escolheu um fornecedor, mas na hora de contratar hesita. Por quê? Medo&#8230; medo do fracasso, do engano&#8230; Se você foi o escolhido e ele te chamar preste muita atenção nos pontos que ele coloca e procure esclarecer de forma cabal para que ele se sinta confiante. Muitos vendedores não agem desta forma, achando que o processo de compras está encerrado e quanto menos ele falar, melhor. O comprador não consegue eliminar suas preocupações e o projeto é cancelado. <strong>Pesquisa feita pela <a href="http://www.positioning.com.br">Positioning</a> mostra que o número de oportunidades canceladas é maior do que o de oportunidades perdidas para um concorrente.</strong></p>
<p>Resolvido este ponto o comprador entra na fase da<strong> Decisão</strong>. Esta é a fase da negociação. <strong>Cuidado: se você entende que negociação é só baixar preço, você está redondamente enganado. Nesta fase, o comprador irá negociar suas principais “issues” que podem ser o prazo de entrega, recursos no local da instalação ou suporte pós operação. Ir oferecendo descontos não resolve e pode prejudicá-lo em vez de ajudá-lo no fechamento do negócio.</strong></p>
<p>Você fechou o negócio!!! Parabéns!!! E agora vamos atrás de outro leão? Mais uma vez cuidado. Não abandone seu cliente na fase de Implantação. Primeiro porque pega mal e pode queimá-lo no cliente. Segundo porque nesta hora é que você irá conhecer melhor seu cliente e com certeza novas oportunidades surgirão.</p>
<p>Acho que agora você concorda comigo &#8211; vale a pena prestar atenção no processo de compras. Experimente olhar um pouco o lado do comprador em vez de ficar somente olhando o processo de vendas.</p>
<p>E boas vendas!!!!</p>
<br/><p><a href="/email/?id=173" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/com-os-olhos-do-seu-comprador/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vendas bem sucedidas: Sorte ou Competência?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Marcelo Lessa Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[vendas consultivas]]></category>
		<category><![CDATA[vendedor consultor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=155</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/trevo-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="trevo-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*

O papel do executivo de vendas num mercado altamente competitivo e em busca contínua por resultados é um grande desafio. Fala-se muito das habilidades comportamentais e técnicas deste profissional como requisito essencial para o seu sucesso, mas, é importante reforçar, que além destes fatores, um bom planejamento de contas é imprescindível para viabilizar vendas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/7186217@N04/2848902985/"><img class="alignleft size-medium wp-image-165" title="Vendas bem sucedidas" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/trevo-300x225.jpg" alt="Vendas bem sucedidas" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>O papel do executivo de vendas num mercado altamente competitivo e em busca contínua por resultados é um grande desafio. </strong>Fala-se muito das habilidades comportamentais e técnicas deste profissional como requisito essencial para o seu sucesso, mas, <strong>é importante reforçar, que além destes fatores, um bom planejamento de contas é imprescindível para viabilizar vendas bem sucedidas e para manter um ciclo virtuoso de confiança com o seu cliente.</strong></p>
<p>O tão defendido Account Planning é, muitas vezes, simplificado e até mesmo ignorado pelo vendedor por uma questão de excessiva autoconfiança, prioridade (interesse) ou desconhecimento metodológico. <strong>No mercado corporativo de TI, onde vendas complexas e estratégicas requerem um papel consultivo do vendedor, conhecer bem o seu cliente não é uma opção, mas uma questão de competência.</strong> Significa identificar suas necessidades, os influenciadores da compra e alinhar interesses estratégicos. É necessário mapear as oportunidades presentes e futuras, o que implica em conhecer a conta do ponto de vista de negócio e do seu ambiente de TI.</p>
<p>Um bom planejamento de conta não pode ter como objetivo desenvolver um documento estático e, supostamente preciso no tempo. Tão importante quanto o resultado final é o processo de discussão e alinhamento, com todas as partes envolvidas da organização, inclusive o próprio cliente e parceiros.</p>
<p><strong>Um método confiável, padronizado e aplicado sistematicamente passa pelas seguintes etapas:</strong></p>
<p>1.    Definição de um book padrão de informações;</p>
<p>2.    Ciclo de coleta de dados, visitas, entrevistas e pesquisa;</p>
<p>3.    Documentação e elaboração do plano;</p>
<p>4.    Workshop para alinhamento e revisão das informações;</p>
<p>5.    Validação executiva do Plano de Negócios.</p>
<p>A partir da validação do Account Planning, o processo de execução deve realimentar e atualizar o plano garantindo um processo dinâmico e com foco em resultados.</p>
<p>O Plano de Contas deve mapear como aumentar sua participação no orçamento do cliente e para isso, deve conter os seguintes tópicos:</p>
<ul>
<li>O seu atual posicionamento no cliente;</li>
</ul>
<ul>
<li>A concorrência e a sua participação na conta;</li>
</ul>
<ul>
<li>Qual a visão de futuro no cliente: potencial e plano de ação.</li>
</ul>
<p>Desta forma, vender não é uma questão de sorte. Requer um processo formal e maduro de planejamento e um plano de ação que devem ser revisados continuamente. Sem dúvida, é possível executar um processo de vendas bem sucedido de forma previsível, aumentando o seu volume de negócios e garantindo uma relação de confiança com os seus clientes.</p>
<p>* <em>Atua há 20 anos em TI com consultoria, projetos e na liderança de vendas e serviços. Atual VP de Vendas da CPM Braxis, tendo exercido as funções de diretor executivo da Braxis, co-fundador e diretor de comercial e de operações da Unitech Tecnologia, além de CIO de empresas do mercado. Mestre em Engenharia de Software pelo IPT/USP, MBA pela FGV-SP e Graduação em Ciência de da Computação pela UFBA.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=155" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>18</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vendedor Consultor (4): Planejando como ganhar os grandes negócios</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[análise de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de forecast]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pipeline]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de territórios]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[positioning]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[vendas consultivas]]></category>
		<category><![CDATA[vendedor consultor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=144</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="142" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies1-150x1421.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies1-150x142" /><span></span>
Eu passei boa parte de minha vida atuando como vendedor e outra gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo uma coisa eu aprendi: em geral, embora não seja regra, vendedores odeiam planejamento. Existe até uma certa noção romântica de que vender é a arte da improvisação e que os grandes vendedores são aqueles que “saem jogando”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies1.jpg" alt="" title="bizcookies1" width="300" height="142" class="alignleft size-full wp-image-458" /></p>
<p><span>Eu passei boa parte de minha vida atuando como vendedor e outra gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo uma coisa eu aprendi: <strong>em geral, embora não seja regra, vendedores odeiam planejamento</strong>. Existe até uma certa noção romântica de que vender é a arte da improvisação e que os grandes vendedores são aqueles que “saem jogando”, em qualquer situação.</span></p>
<p>Sem desprezar a criatividade que é tão importante para o sucesso em vendas, nada mais falso do que a pouca importância dada ao planejamento para o sucesso em vendas. <strong>Na verdade, os grandes negócios devem ser tratados como projetos e portanto devem ser planejados</strong> (assista ao vídeo do consultor Eduardo Botelho falando de <span><span style="font-size: small;"><a href="http://www.commit.com.br/produto-262-curso---vol-01----o-planejamento-da-venda"><strong>Planejamento de Vendas</strong></a></span></span><span style="font-size: small;">). A disputa por um grande negócio merece a preparação de um cronograma (mesmo que mental) e um tratamento de projeto, pois envolve questões importantes relativas à alocação de mão de obra cara (pré-vendas e consultoria) e um timing que quando falho levará ao fracasso. Participar de uma licitação pública, ou de uma grande </span><span style="font-size: small;"><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Request_for_proposal">RFP (Request for Proposal)</a></strong></span><span style="font-size: small;"> privada, são definitivamente projetos, envolvendo muita gente e demandando liderança.</span></p>
<p>Porém mais que os simples aspectos de controle envolvidos num projeto, a questão do planejamento é fundamental para se ganhar grandes concorrências. Para fechar bons contratos é necessário conhecer bem o cliente, suas necessidades, os concorrentes envolvidos, os executivos decisores e o andamento do processo de compras. Isto nos leva a outras questões fundamentais. Antes de planejar nossa estratégia de ataque ao negócio, é necessário mapear a conta e a oportunidade, o que implica em visitas, realização de entrevistas, coleta de material e muita pesquisa. Só depois de conhecer bem a situação é que poderemos nos arriscar a começar o desenho de uma estratégia vitoriosa.</p>
<p><strong>Uma reunião de planejamento de negócio deve ser criteriosamente preparada pelo vendedor encarregado do mesmo, convidando outros profissionais para participar que possam agregar valor: seu chefe, pré-vendas, consultoria, finanças (a negociação pode implicar em concessões financeiras) e jurídico. </strong>As informações a serem apresentadas para discussão deverão ser blocadas por tópico relevante a saber: acesso ao poder decisório no cliente, aspectos relevantes da venda técnica e da negociação financeira e contratual (T’s&amp;C’s – Termos &amp; Condições). Para tanto, o vendedor deve se preparar de antemão.</p>
<p><strong>Com relação ao item acesso ao poder, devemos considerar:</strong></p>
<p>* Quem são as figuras relevantes no cliente: quem usa, quem decide, que apóia, quem avalia tecnicamente e quem paga?<br />
* Devemos obter a anuência do decisor para abrir portas para obter informações sobre pains e necessidades.<br />
* Devemos obter o apoio do decisor para nos ajudar a depurar a visão obtida.<br />
* O decisor deve aprovar nossa avaliação da situação.</p>
<p><strong>Com relação à venda técnica, é importante podermos responder a algumas questões relevantes:</strong></p>
<p>* Temos uma solução configurada sob medida para resolver as pains e necessidades do cliente?<br />
* A solução foi apresentada em todas as instâncias de poder?<br />
* Como nossa solução se compara à do concorrente melhor postado (pontos de vantagem e desvantagem)?<br />
* Se foi necessária uma prova de conceito, ela foi bem sucedida?<br />
* Quem usa e quem paga estão tecnicamente convencidos da solução apresentada?</p>
<p><strong>Finalmente, o desafio de fechamento do negócio, também deve ser atacado de forma estruturada:</strong></p>
<p>* Quem decide e quem paga aceitou as recomendações de compra de quem usa e de quem aprova tecnicamente?<br />
* Os problemas levantados com relação à proposta inicialmente apresentada estão todos resolvidos (problemas técnicos, financeiros, de atendimento, de delivery e contratuais)?<br />
* Como se compara nossa proposta financeira/contratual à do concorrente melhor postado?<br />
* Temos o aceite final da proposta?<br />
* O contrato foi entregue e depurado (ajustado) pelos jurídicos de ambas as empresas?<br />
* Contrato foi assinado?</p>
<p>Para que a reunião de planejamento de negócios seja ainda mais efetiva, sugere-se criar um formulário com todas as questões acima, ponderando a importância de cada questão e pontuando em função da assertividade das respostas. Com isso, a simples tabulação aritmética das respostas a cada questão já dará ao gestor de vendas um visão clara de quão próximos nos achamos de ganhar o negócio. Mas, além das questões tabuladas, é vital que o gestor de vendas seja incisivo e investigativo durante a reunião, para se assegurar que o processo de gestão de vendas está realmente sendo feito com qualidade e que todos os aspectos relevantes estão sob controle.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=144" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vendedor Consultor (2): Account Control</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-2-account-control</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-2-account-control#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[account control]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[fidelização]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[positioning]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[vendas consultivas]]></category>
		<category><![CDATA[vendedor consultor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=123</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies3-150x150" /><span></span> 


Eu fico em dúvida em me classificar como um velho vendedor, ou um vendedor velho; talvez eu me encaixe em ambas as categorias. O fato é que passei mais de metade de minha vida vendendo, ou gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo tive oportunidade de refletir sobre os muitos aspectos que influenciam a eficácia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<div>
<div>
<p>Eu fico em dúvida em me classificar como um velho vendedor, ou um vendedor velho; talvez eu me encaixe em ambas as categorias. O fato é que passei mais de metade de minha vida vendendo, ou gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo tive oportunidade de refletir sobre os muitos aspectos que influenciam a eficácia em vendas: metodologia, geração de bons leads, qualificação correta de oportunidades, planejamento de negócios e account control. De todos esses fatores, se eu tivesse que escolher um, primordial, escolheria o account control.</p>
<p>Minha escola de vendas foi a IBM, na minha opinião a empresa com melhor conceito e aplicação de account control de todo o mercado. Os gerentes de negócios da IBM são soberbos nesse tópico, eles sabem tudo de account control. Nesta blogada vou tentar exprimir 30 anos de experiência em alguns parágrafos, o que certamente é uma temeridade.</p>
<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3.jpg"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3.jpg" alt="" title="bizcookies3" width="300" height="225" class="aligncenter size-full wp-image-450" /></a></p>
<p>Inicialmente, devo dizer que relacionamento é pré-requisito para um bom account control, mas não é condição suficiente. A base do account control é a confiança, e esta é impossível sem o relacionamento. Mas, raciocinando por absurdo, será que é possível ter account control sem relacionamento? Definitivamente não, por uma razão muito simples: em relacionamentos muito longos todo mundo, cedo ou tarde, “pisa no tomate, mesmo que seja uma pisadinha”. Nesse momento se o relacionamento não for bom, mesmo um perfeito account control vai para o brejo. Importante lembrar que quem compra não são as pessoas jurídicas, mas as pessoas físicas que as representam, e estas são movidas pelo emocional.</p>
<p>Vamos falar um pouquinho sobre relacionamento. Relacionamento é feito de partes iguais de empatia e cortesia profissional. A empatia é nata, mas pode ser desenvolvida, se nos mantivermos sempre atentos a aspectos como: atenção (saber ouvir), discrição, disponibilidade, respeito às opiniões alheias e interesse real pelas pessoas (que se escondem atrás dos profissionais). A cortesia em negócios é definitivamente resultado de treinamento e significa: dar feedback contínuo, responder rapidamente às demandas do cliente, ser pontual, ser comprometido, se interessar pelo profissional (desta vez não é a pessoa e sim o próprio profissional) com que nos relacionamos e procurar entender o negócio de nosso cliente. Todos esses aspectos representam a base conceitual de sustentação do chamado <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management">CRM</a></strong> (Customer Relationship Management).</p>
<p>A chave do account control é a fidelização do cliente. Fidelizar significa oferecer exatamente aquilo que o cliente precisa, e não aquilo que queremos vender. A quem se interessar mais pelo assunto sugiro o excelente artigo de Cristina Moutella, sobre <strong><a href="http://www.gerenciadordevendas.com.br/gerenciador/empresa/servicos/artigos/artigo_011.htm">“Estratégias de Fidelização”</a></strong>.</p>
<p><strong>Fidelizar é um processo de 4 passos:</strong></p>
<p><strong>1.    Conhecer melhor nosso cliente (empresa, profissionais e pessoas);<br />
2.    Conhecer suas necessidades e pains;<br />
3.    Interagir com o cliente;<br />
4.    Personalizar a forma como o serviço é prestado…sim, vender é um tipo de prestação de serviço (leia post sobre “Vendedor Consultor”). </strong></p>
<p><strong>Para finalizar, gostaria de relembrar algumas das atitudes comuns a vendedores inexperientes, que queimam todo o esforço para conseguir um bom account control. Cuidado com:</strong></p>
<p><strong>1.    Excesso de informalidade (nunca abuse da liberdade que o seu cliente lhe dá);<br />
2.    Falta de feedback;<br />
3.    Quebra de compromissos;<br />
4.    Contestar publicamente seu cliente;<br />
5.    Baixar a guarda com a qualidade contínua;<br />
6.    “One size fits all” (esquecer da personalização);<br />
7.    “Proximidade eletrônica” (estar “próximo” do cliente via e-mail, telefone, Messenger e outras traquitanas modernas);<br />
8.    “Chutar a bola sempre para o campo do cliente”,  sem entender que se trata de um jogo, onde o vendedor atua junto com seu cliente.</strong></p>
<p>E, <em>last, but not least,</em> cuidado com certos “sinais de fumaça”: cliente muito quieto, impaciente, ou irritado, piadinhas, ironia, dificuldade em agendar reuniões, e-mails e ligações sem resposta, cancelamento de compromissos. O inimigo pode estar dentro de sua casa, sem que você se dê conta.</p>
<p>E, último dos últimos, não atenda aos desejos de seus clientes e sim às suas necessidades. Mimar pode até deixar seu cliente momentaneamente feliz, mas jamais lhe abrirá as portas  do account control. É o mesmo conceito que aplicamos à educação de nossos filhos.</p>
</div>
</div>
<br/><p><a href="/email/?id=123" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-2-account-control/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vendedor Consultor (1)- isso faz sentido para você?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 11:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Arouche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[análise de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[positioning]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[vendas consultivas]]></category>
		<category><![CDATA[vendedor consultor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=117</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/2752835362_4085bf394b-150x150.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="2752835362_4085bf394b-150x150" /><span></span>
Se não faz sentido para você, é bom começar a prestar atenção. Os bons tempos do vendedor quando a principal virtude era o relacionamento ficaram para trás. Agora os tempos são outros. O vendedor deve saber construir valor, ter forte interação com os clientes e entender seus problemas melhor do que eles mesmos. Sim, agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/ajdagregorcic/2752835362/"><img class="size-medium wp-image-119 aligncenter" title="Vendedor consultor" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/2752835362_4085bf394b-300x150.jpg" alt="Vendedor consultor" width="300" height="150" /></a></p>
<p><strong>Se não faz sentido para você, é bom começar a prestar atenção.</strong> Os bons tempos do vendedor quando a principal virtude era o relacionamento ficaram para trás. Agora os tempos são outros. <strong>O vendedor deve saber construir valor, ter forte interação com os clientes e entender seus problemas melhor do que eles mesmos. </strong>Sim, agora o vendedor precisa ser um consultor. Não convenci? Então voltemos um pouco…</p>
<p>Segundo <strong>Neil Rackham</strong>, criador da metodologia de<a href="http://www.businessballs.com/salestraining.htm#needscreationselling"> <strong>“Spin Selling”</strong></a>, a abordagem de vendas depende fundamentalmente do perfil do comprador, podendo  resultar em três cenários:</p>
<p>1. O comprador conhece muito bem o que quer comprar, não quer gastar tempo com o vendedor e o que ele quer é o menor preço. Neste ambiente você deve reduzir seus custos. Se possível dispense sua equipe de vendas e recorra a canais alternativos. Você já pensou na internet? A Dell na década de 90 revolucionou a venda de micro-computadores através de uma logística fantástica e com vendas pela internet… sem vendedores.</p>
<p>2. O comprador busca uma parceria estratégica com recursos compartilhados entre empresas de forma que fica difícil saber quem é funcionário de qual companhia. Esta é uma condição muito peculiar e deve ser analisada de acordo com cada caso. Exemplo típico são as montadoras de veículos onde o fornecedor assume o papel de suprir peças ou conjuntos dentro da própria linha de montagem. Aqui a “venda” é feita em nível de diretoria envolvendo a alta administração das empresas e você também não precisa de vendedores.</p>
<p>3. Finalmente no terceiro cenário, o comprador precisa de ajuda para resolver um problema ou determinada situação. Ele não só está disposto a gastar tempo com o vendedor, como também espera que ele contribua para o melhor entendimento da situação e no desenho da solução. A seleção do fornecedor vai depender da capacidade do vendedor em atender tal necessidade. É neste ambiente que surge o vendedor-consultor, e não tenha dúvidas – este será o único tipo de vendedor que irá sobreviver a esta nova era.</p>
<p>A disposição para desenvolver em seus quadros o perfil do <a href="http://www.slideshare.net/augustocvp/o-vendedor-consultor"><strong>vendedor-consultor</strong></a> também deverá indicar quais empresas irão sobreviver. Sairão vitoriosas as companhias que definirem as características do ambiente de atuação e que investirem para aumentar a sua competitividade. No caso do primeiro cenário a solução consiste em diminuir os custos de vendas, já no terceiro deve-se investir na capacitação dos vendedores. Mas, cuidado: fazer um pouco de cada coisa, sem uma estratégia definida, poderá deixar sua empresa fora da competição.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=117" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pipeline e forecast são cunhados&#8230;</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/pipeline-e-forecast-sao-cunhados</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/pipeline-e-forecast-sao-cunhados#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[forecast]]></category>
		<category><![CDATA[funil de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[pipeline]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
		<category><![CDATA[vendedor consultor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=114</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/forecast-pipeline-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="forecast-pipeline-150x150" /><span></span>Na política brasileira cunhou-se o termo &#8220;cunhado não é parente&#8221;. Para quem não sabe, a origem dessa velha história remonta ao caudilho Leonel Brizola quando se referia a seu malfadado cunhado, Jango Goulart.
A pipeline (ou funil de vendas) contém todas as oportunidades que estamos trabalhando num determinado momento. A pipeline pode conter inclusive oportunidades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na política brasileira cunhou-se o termo &#8220;cunhado não é parente&#8221;. Para quem não sabe, a origem dessa velha história remonta ao caudilho Leonel Brizola quando se referia a seu malfadado cunhado, Jango Goulart.</p>
<p>A <strong>pipeline</strong> (ou funil de vendas) contém todas as oportunidades que estamos trabalhando num determinado momento. A pipeline pode conter inclusive oportunidades que movemos para o &#8220;estacionamento&#8221; (que decidimos não trabalhar no momento, mas às quais voltaremos em ocasião oportuna). A pipeline é uma só, embora cada oportunidade tenha um dono, com nome e sobrenome: o vendedor que a trabalha.</p>
<p>O <strong>forecast</strong> (ou previsão de vendas) contém aquilo que antecipamos vender em prazos determinados (o usual é a 30D, 60D, 90D e +90D0). Já o forecast não é um só. Podemos ter muitos forecasts, conforme a visão pessoal de quem faz a previsão. Me explico: uma mesma e única oportunidade da pipeline pode resultar em diferentes forecasts, para os vários níveis da hierarquia de vendas.</p>
<p>Exemplificando:</p>
<ul>
<li> Um vendedor incluiu uma oportunidade &#8220;A&#8221; em sua pipeline e começou a trabalhá-la.</li>
</ul>
<ul>
<li> Num determinado momento ele resolve incluí-la em seu forecast. Nesse momento ele necessariamente antecipa o &#8220;quanto&#8221; ($) e o &#8220;quando&#8221; (data de fechamento).  Pode também colocar uma probabilidade de fechamento, embora isso não seja mandatório.</li>
</ul>
<ul>
<li> O forecast do vendedor é enviado para seu gerente, que olha a previsão para a oportunidade &#8220;A&#8221; e decide mudá-la antes de enviar para o diretor. Ele pode mudar o valor estimado e a data de fechamento.</li>
</ul>
<ul>
<li> O diretor, por sua vez, pode fazer a mesma coisa antes de enviar para o presidente.</li>
</ul>
<p>Assim, podemos dizer que uma só oportunidade da pipeline deu origem a três previsões distintas de vendas. Importante: o forecast do nível de cima não invalida o do nível de baixo. No exemplo que eu dei, são três interpretações diferentes, ou três fotos distintas, do mesmo fato gerador. Isso permite que, por exemplo, o diretor queira ver o forecast do vendedor antes de endossar o do gerente.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-445" title="forecast-pipeline" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/forecast-pipeline-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Existem alguns mitos comuns ao forecast. Um deles é que oportunidades com datas de fechamento mais próximas devem ser incluídas no forecast antes das mais distantes. Isso parece razoável, mas não necessariamente é verdade. </strong>Um vendedor pode ter algo com previsão de entrega para 30D e que ainda não tem budget alocado, enquanto uma outra oportunidade para entrega em 60D já tem budget alocado. É normal que ele inclua a segunda oportunidade no seu forecast e não inclua a primeira. E óbvio, pode ocorrer que o negócio não incluído no forecast feche antes daquele que foi incluído. Trata-se de um simples erro de previsão&#8230; e isso acontece.</p>
<p>Um outro mito é que oportunidades muito recentes (em termos de inclusão) deveriam ser incluídas no forecast depois da mais antigas. Isso é uma outra falsa verdade. Qual vendedor já não trabalhou uma oportunidade &#8220;encruada&#8221;, que levou meses para virar negócio, enquanto uma outra, novinha em folha, esquentou e fechou em poucas semanas?!</p>
<p>Como se vê, em gestão de vendas também se faz uma grande confusão entre pipeline e forecast, que “são cunhados, mas não são parentes”. <em>Cappice?</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=114" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/pipeline-e-forecast-sao-cunhados/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma questão de foco</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/uma-questao-de-foco</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/uma-questao-de-foco#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 11:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=97</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/valor-web-25943-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="valor-web-25943-150x150" /><span></span>Num passado não muito longínquo, era vital convencer o cliente de que lhe oferecíamos um produto estratégico. Com a globalização, ele passou a ter um leque de fornecedores, todos lhe oferecendo “produtos únicos”, que no final do dia se mostram iguais devido ao fenômeno da “comoditização” das tecnologias. Ou seja, o cliente não consegue mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num passado não muito longínquo, era vital convencer o cliente de que lhe oferecíamos um produto estratégico. Com a globalização, ele passou a ter um leque de fornecedores, todos lhe oferecendo “produtos únicos”, que no final do dia se mostram iguais devido ao fenômeno da “comoditização” das tecnologias. Ou seja, o cliente não consegue mais distinguir o caráter único dos produtos e serviços que lhe oferecemos. Moral da história: comunicar o valor de nossa oferta para o cliente já não é mais suficiente.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-440" title="valor-web-25943" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/valor-web-25943-279x300.jpg" alt="" width="279" height="300" />O novo paradigma de vendas é: precisamos aprender a criar valor para nossos clientes. E como se produz esse milagre? Simplificando, por meio de um melhor atendimento. Nossos clientes perderam um pouco o respeito pelo vendedor tradicional, aquele que apenas comunica valor. Os clientes demandam de nossos vendedores mais conhecimento e a garantia de um nível de suporte muito alto. Como as técnicas de compras também se sofisticaram, discursos vazios não se sustentam por muito tempo.</p>
<p>Se concordamos que o novo caminho para o sucesso em vendas é criar valor para nossos clientes, a próxima pergunta que cabe é: <strong>o que é valor? “Valor = Benefícios – Custos”, ou seja, “valor é algo pelo qual o cliente esteja disposto a pagar” (<a href="http://neilrackham.com/">Neil Hackham</a>, autor de <a href="http://www.businessballs.com/salestraining.htm#needscreationselling">“Spin Selling”</a>).</strong> Vamos pensar um pouco no valor reconhecido na função de vendas: você estaria disposto a pagar pela visita de um vendedor? Não? Depende… Se o vendedor lhe trouxer informações importantes sobre o mercado e sobre seus concorrentes, se ele apontar caminhos para a solução de seus problemas com soluções personalizadas, se, em última análise, ele trouxer uma luz que auxilie sua empresa a mudar (com vantagens) a direção estratégica de seu negócio, então, certamente você pagaria por esta visita.</p>
<p>Na verdade, a coisa não é tão simples assim. <strong>Clientes têm perfis diferentes, com visões diversas sobre criação de valor. Quando se vende algo cujo valor é intrínseco (um quilo de carne, um litro de leite, um pacote de sabão em pó), o cliente tende a estreitar seu foco de valor em preço, qualidade e velocidade no atendimento. Porém, se o valor do que vendemos é extrínseco (um software, um automóvel, um apartamento), o comprador valoriza a assessoria e a ajuda prestada pelo vendedor, e por isso se dispõe a gastar tempo na busca da solução mais adequada. Finalmente, podemos também estar vendendo algo de valor estratégico (o projeto de uma nova fábrica, o projeto de uma auto-estrada, um iate com projeto desenvolvido especialmente para aquele comprador). </strong>Neste último caso, o cliente valoriza ao máximo as competências do fornecedor, de tal maneira que os papéis de comprador e vendedor se confundem, se transformando numa verdadeira parceria.</p>
<p>Neil Hackham qualifica respectivamente os três cenários de vendas acima como: venda transacional, venda consultiva e venda estratégica. Focando na venda consultiva, o bom atendimento esperado do vendedor se resume a três requisitos fundamentais: transparência, competência e solicitude. Se nós pensarmos no paradigma antigo, onde vendíamos produtos estratégicos, a competência seria, sim, o quesito mais importante. Num contexto de venda consultiva, onde o principal papel do vendedor é de ser um facilitador, auxiliando o cliente na configuração da solução mais aderente, definitivamente o quesito mais relevante é a solicitude.</p>
<p>Um vendedor solícito sabe ouvir, sabe perguntar e importa-se, de fato, com aquilo que é importante para seu cliente, pois a solução mais adequada é sempre construída de fora (cliente) para dentro (nossa empresa).</p>
<p>O bom atendimento resulta naturalmente na melhoria do relacionamento, o que abre portas para novas vendas, o que, por consequência, nos levará a atingirmos continuamente nossas metas de vendas. Como queríamos demonstrar.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=97" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/uma-questao-de-foco/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/sera-que-a-oportunidade-que-estou-trabalhando-e-quente</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/sera-que-a-oportunidade-que-estou-trabalhando-e-quente#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 19:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[funil de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Qualificação de oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[vendas consultivas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://metasdevendas.com.br/?p=87</guid>
		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/usar-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="usar-150x150" /><span></span>Está lá no dicionário: Oportunidade é “ocasião, ensejo, lance, circunstância adequada ou favorável, conveniência”.
Ou seja, assim como uma venda bem sucedida, uma oportunidade só é “quente” quando é uma circunstância adequada ou favorável para os dois lados da negociação. É quando há interesse mútuo claramente identificado.
Meio óbvio o que estou dizendo? Verdade&#8230; mas muita gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está lá no dicionário: <strong>Oportunidade é “ocasião, ensejo, lance, circunstância adequada ou favorável, conveniência”.</strong></p>
<p>Ou seja, assim como uma venda bem sucedida, uma oportunidade só é “quente” quando é uma circunstância adequada ou favorável para os dois lados da negociação. É quando há interesse mútuo claramente identificado.</p>
<p>Meio óbvio o que estou dizendo? Verdade&#8230; mas muita gente tem momentos de extrema dificuldade para ver as coisas como elas realmente são. Aliás, é da natureza humana em situações adversas evitar encarar as coisas de frente, deixar de analisá-las friamente e tomar as decisões mais adequadas em cada caso.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/23065375@N05/2247354856/"><img class="alignleft size-medium wp-image-91" title="Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/usar-300x200.jpg" alt="Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Primeiro, antes de sair vibrando que encontrou uma oportunidade e agarrá-la como se fosse a “oportunidade da vida” ou que “oportunidade não se desperdiça”, procure usar as melhores práticas para qualificá-la adequadamente antes de entrar “numa fria”.<br />
<strong><br />
Uma oportunidade mal qualificada certamente remeterá a ações que fatalmente lá adiante, o levarão a voltar várias casas como nos jogos de tabuleiro e obrigá-lo a refazer o que poderia ter sido feito em uma seqüência evolutiva, planejada estrategicamente e sucessivamente ajustada, avançando passo a passo. </strong>Caso contrário, haverá gasto de tempo e de dinheiro além do necessário para explorar adequadamente tal oportunidade e conquistar uma venda bem sucedida, por exemplo. Resultado neste caso: pode ser até que a venda aconteça, mas certamente sairá a um custo maior do que poderia ter sido. Em alguns casos, muitas empresas chegam posteriormente à conclusão que melhor teria sido renunciar à venda do que tê-la realizado. <strong>Afinal, se o custo da venda é excessivo, além dos padrões aceitáveis, alguém vai pagar por isso. Os clientes? Não, claro. Daí a empresa fornecedora termina por assumir tais prejuízos, reduzir suas margens e penalizar seus resultados.</strong></p>
<p><strong>Qualificar uma oportunidade, portanto, é fundamental para descobrir se ela é mesmo uma Oportunidade com “O” maiúsculo.</strong> Enquanto uma oportunidade não estiver totalmente qualificada, não se iluda e não siga adiante.  É melhor “voltar algumas casas” e ter seu questionário de qualificação totalmente respondido antes de evoluir achando que todas as necessidades estão entendidas. Faça isso se necessário antes de endereçar uma solução, de entregar uma proposta ou de provocar um fechamento precipitado. Descubra com quem está lidando&#8230; quem apoiará e por que, quem dificultará e por que e quem decidirá a compra. Descubra quais as principais “dores” a serem tratadas, quem é a concorrência, que vantagens/desvantagens ela leva, quais são as motivações para comprar da sua empresa, se tem capacidade para comprar, se existe verba prevista e para quando.</p>
<p>A empresa onde trabalho, que é especializada em consultoria de gestão de processos de vendas, vira e mexe recebe consultas de Diretores Comerciais que não entendem porque seus processos de vendas demoram a fechar ou fracassam apesar de seus vendedores serem dedicados, determinados e experientes. Na maioria dos casos, identificamos que essas empresas ou não utilizam uma metodologia adequada de vendas, que passa obrigatoriamente por uma etapa de qualificação completa das oportunidades de negócios, ou não aplicam rigorosamente em sua plenitude essa etapa.</p>
<p>Em resumo: uma oportunidade só será “quente” quando nosso “termômetro” de qualificação da mesma apontá-la como tal.</p>
<p>E se o que você identificar não for de fato uma Oportunidade, então RENUNCIE! Não siga adiante, ainda que lhe doa muito essa decisão. Cuidado com os velhos ditados que dizem: “seja persistente, desistir jamais”.  Às vezes, o No Go é preciso.  “O guerreiro irá ganhar caso saiba quando lutar e quando não” (Sun Tzu – “A Arte da Guerra”). Sem perda de tempo, busque alavancar outras Oportunidades que ficarão “quentes”. Parodiando aquele comercial da Net&#8230; “saia da Sibéria” logo para não se arrepender depois de ter desperdiçado tempo, dinheiro e energia tentando tirar água de pedra!</p>
<p><strong>Felizes Oportunidades (qualificadas) a todos e Bons Negócios!!!</strong></p>
<br/><p><a href="/email/?id=87" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://metasdevendas.com.br/sera-que-a-oportunidade-que-estou-trabalhando-e-quente/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>18</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
