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	<title>Metas de Vendas &#187; planejamento de vendas</title>
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	<description>Consultoria, Planejamento e Competitividade em Vendas</description>
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		<title>Criando Oportunidades de Gol</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 15:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Miraldo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="300" height="198" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/07/4754177604_4e80880873-300x198.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="4754177604_4e80880873" /><span></span>Em época de Copa do Mundo, mesmo as mulheres até certo ponto leigas em futebol, como eu, ficam com o assunto  em mente. O tema é certo em encontros com amigos, estabelecimentos comerciais, elevadores e ambientes profissionais.
E foi assim que me peguei fazendo uma correlação entre as equipes mais competitivas deste e outros campeonatos com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em época de <strong>Copa do Mundo</strong>, mesmo as mulheres até certo ponto leigas em<strong> futebol</strong>, como eu, ficam com o assunto  em mente. O tema é certo em encontros com amigos, estabelecimentos comerciais, elevadores e ambientes profissionais.</p>
<p>E foi assim que me peguei fazendo uma correlação entre as equipes mais competitivas deste e outros<strong> campeonatos com times de <a href="http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia">vendas</a></strong>.</p>
<p><a title="Vuvuzela por -Gareth-, en Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/gpayne85/4754177604/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4102/4754177604_4e80880873.jpg" alt="Vuvuzela" width="500" height="330" /></a></p>
<p>Assim <strong>como o objetivo principal das equipes comerciais é concretizar bons negócios</strong>,<strong> o objetivo dos times de futebol é marcar gols</strong>. Sonhamos com os de placa, os olímpicos, de bicicleta, do meio de campo, mas quando estamos na torcida pelo nosso time do coração, qualquer lance aprovado pelo juiz está valendo.</p>
<p><strong>A vitória é normalmente construída pelo bom desempenho de cada atleta e participante da comissão técnica</strong>, cada um consciente e responsável pelas atividades de sua posição. Enquanto alguns atuam na elaboração de estratégias e preparação física do time, outros entram em campo e atuam na defesa,  constroem as jogadas e deixam a equipe posicionada para uma boa ofensiva, vencendo os obstáculos impostos pelos adversários.</p>
<p>Apesar de não jogarmos contra outro time,<strong> durante o <a href="http://metasdevendas.com.br/a-importancia-de-se-ter-um-processo-comercial">processo de vendas </a>nos deparamos com etapas nem sempre simples</strong>, demandando um bom trabalho de cada profissional envolvido. As <strong>estratégias de vendas devem estar claras a todos e as necessidades dos clientes devem ser bem mapeadas</strong>, para que possamos apoiá-las com as características e benefícios dos nossos produtos ou serviços adequadamente. Desta forma,  nossos artilheiros, os gerentes de negócios, poderão concluir as jogadas com belos gols.</p>
<p>Neste ponto, <strong>me surpreendo ao constatar que muitas equipes ainda não contam com uma boa estrutura de qualificação de prospects e agendamento de visitas</strong>. Os gerentes de negócios são fortemente cobrados para apresentarem chances de fechar novos negócios, ou criar oportunidades de gol; mas sem uma boa estrutura de apoio, é como esperar que os mesmos joguem na defesa, na zaga e no ataque.  E ainda marquem gols&#8230;</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/diegowish/504531108/" title="Goll! por Diego Saldanha, en Flickr"><img src="http://farm1.static.flickr.com/205/504531108_55db862746.jpg" width="500" height="334" alt="Goll!" /></a></p>
<p>Um <a href="http://metasdevendas.com.br/categoria/temas/processos-de-gestao">processo</a> de <strong>geração de leads em uma<a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios"> venda consultiva</a> passa pela identificação de muitas variáveis</strong>. Compreender o mercado alvo, o perfil das empresas a serem abordadas, quem são os profissionais que decidem e influenciam aquela compra. Se já são atendidos por um concorrente, precisamos saber quais os pontos de satisafação e insatisfação atuais e o que os levaria a trocar de fornecedor. Ou seja, ao levantarmos todas estas informações, estamos armando uma bela jogada.</p>
<p>Só não vale esperar que a equipe de geração de leads entregue a bola em todas as jogadas no pé do artilheiro, convenientemente posicionado à frente do gol. Isto funcionou há alguns anos apenas com um certo baixinho, bem conhecido pela torcida brasileira. Entrar em contato com uma empresa dentro do perfil desejado exatamente no momento em que ela está pronta para comprar, já com orçamento aprovado,  às vezes acontece. <strong>Mas representa uma exceção, não a regra.</strong></p>
<br/><p><a href="/email/?id=518" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Você pagaria pelo tempo de um vendedor?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/voce-pagaria-pelo-tempo-de-um-vendedor</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 16:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/vendedor4-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="vendedor4-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*
Depende do vendedor e do que ele estivesse me oferecendo. Quando você chama um arquiteto para fazer um projeto de reforma de sua casa ele cobra por duas partes: pelo projeto em sí e pela reforma propriamente dita. Pagar pelo projeto do arquiteto é o mesmo que pagar pelo serviço de um vendedor (o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Colaborador convidado*</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-416" title="Você pagaria pelo tempo de um vendedor?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/vendedor4-300x225.jpg" alt="Você pagaria pelo tempo de um vendedor?" width="300" height="225" />Depende do vendedor e do que ele estivesse me oferecendo. Quando você chama um arquiteto para fazer um projeto de reforma de sua casa ele cobra por duas partes: pelo projeto em sí e pela reforma propriamente dita. Pagar pelo projeto do arquiteto é o mesmo que pagar pelo serviço de um vendedor (o arquiteto vende um projetinho por R$ 5 mil, para ganhar R$ 100 mil na reforma, essa sim é o negócio propriamente dito).</p>
<p>Por que a gente paga pelo trabalho do arquiteto e não paga pelo do vendedor? Simplesmente porque a qualificação do arquiteto é estabelecida no minuto zero e a do vendedor não. Para inverter essa equação, o vendedor deveria ser percebido pelo cliente como um consultor. Um consultor é caracterizado por algumas qualificações:</p>
<ul>
<li>Conhecimento do negócio de seu cliente;</li>
<li>Conhecimento do produto, ou serviço que está vendendo;</li>
<li>Conhecimento da metodologia necessária para que o produto ou serviço, sendo vendido seja bem utilizado pelo cliente;</li>
<li>Relacionamento nota 10;</li>
<li>Credibilidade.</li>
</ul>
<p>Tirando as questões da credibilidade e relacionamento, que são pré-requisitos para alguém que sonha ser um vendedor bem sucedido, as outras três qualificações são distantes do estereótipo do bom vendedor. Todos imaginam que um ótimo vendedor comunique bem o &#8220;peixe que está vendendo&#8221; e que seja um excelente negociador.</p>
<p>Modernamente, gigantes como a Telefonica criaram o conceito de &#8220;mesa de compras&#8221;, que delega a negociação final de um grande contrato a &#8220;espremedores de cérebro profissionais&#8221;. Se do outro lado está um pobre vendedor, ele perderá a maioria das paradas. A resposta à mesa de compras é uma equipe de negociação do lado de quem vende, compreendendo técnicos, financeiro e jurídico. E o vendedor, o que faz? Ele orquestra, coordena, essa equipe de fechamento de negócio.</p>
<p>Daí que o trabalho faixa nobre do vendedor passa a chamada venda técnica, que antecede à venda financeira/comercial. Tudo começa com prospecção de uma nova oportunidade, fazendo um ótima qualificação. A venda técnica, dependendo da complexidade do produto, o próprio <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas">vendedor</a> faz (como no caso do arquiteto), ou, para ofertas mais complexas, ele agrega e coordena os chamados recursos de pré-vendas para auxiliá-lo.</p>
<p>Para ser bem aceito como responsável por conduzir a venda técnica, realmente o vendedor tem que demonstrar conhecer muito bem os pains e necessidades de seu cliente, para poder tranformar uma simples oferta numa solução sob medida. E, ele tem que ter credibilidade, para convencer ao cliente da viabilidade da implementação prática da solução proposta, qualquer que seja ela.</p>
<p>Em outras palavras, esse novo vendedor, pelo qual o cliente pagaria (em teoria) pelo seu tempo, é um <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios">vendedor-consultor</a>. Parece mais complexo vender numa ambiente como este? E é. Bem vindo ao século XXI.&#8221;</p>
<br/><p><a href="/email/?id=415" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Amplie o foco do seu cliente</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/amplie-o-foco-do-seu-cliente</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/amplie-o-foco-do-seu-cliente#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 17:47:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Passarinho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/amplie2-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="amplie2-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*
Vender exatamente o que seu cliente pediu significa fazer um negócio menor do que você poderia e o pior, significa perder o seu cliente.

Exemplifico isso contando uma negociação esclarecedora que tive, uma vez, com o meu corretor de seguros. Estava caro o seguro. Aliás, o seguro sempre é caro. Pedi detalhes. Ele detalhou. Era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;">Colaborador convidado*</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;"><strong>Vender exatamente o que seu cliente pediu significa fazer um negócio menor do que você poderia e o pior, significa perder o seu cliente.</strong></p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-280" title="amplie2" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/amplie2-150x150.jpg" alt="amplie2" width="150" height="150" /></p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;">Exemplifico isso contando uma negociação esclarecedora que tive, uma vez, com o meu corretor de seguros. Estava caro o seguro. Aliás, o seguro sempre é caro. Pedi detalhes. Ele detalhou. Era uma fortuna a cobertura para terceiros!  Mandei reduzir. O seguro ficou no valor que eu queria pagar. Não tinha dinheiro para o que ele tinha pedido.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;">Então, com muito jeito ele me alertou: “Você já viu a quantidade de carro importado que tem em São Paulo? Sabe quanto pode chegar um conserto de um carro desses, caso você se envolva em um acidente, sem querer, em que você seja o culpado?”</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;">Mandei voltar tudo. Aliás, mandei aumentar o prêmio para terceiros. O dinheiro que eu não tinha apareceu.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;">Imagine se no decorrer do ano eu tivesse o azar de bater o carro (aliás, isso aconteceu, mas não eram importados os carros das vítimas). Eu ligaria para o corretor e daria a ordem: “Bati o carro, agora é com você, anote aí as placas dos envolvidos”. Imagine ele me dizendo, “Lembra que você pediu para reduzir a cobertura para terceiros? Então, essa cobertura não cobre esse acidente.” Eu esbravejaria na hora: “Mas porque você não me alertou disso antes?”. A culpa não seria minha, seria do corretor, que não teria me esclarecido adequadamente. Ele ia perder um cliente.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;"><strong>O cliente não quer produto ou serviço. Ele quer SOLUÇÃO.</strong> Solução para os problemas que ele tem e para os que ele nem imagina que tenha. E ele não quer se aprofundar muito nisso. O bom <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce">Vendedor Consultor</a> consegue conquistar esse tempo fundamental do cliente para se aprofundar nos seus problemas evidentes, descobrir o que não foi dito e, com muito jeito, mostrar que há mais a resolver e que ele vai ficar muito mais satisfeito com essas novas soluções. E o vendedor vai <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios">conquistar um negócio maior</a>.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;">Tem gente que afirma que o cliente não sabe o que quer. Às vezes não sabe tudo mesmo. Então cabe ao <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-2-account-control">Vendedor Consultor</a> investigar, conquistar confiança e, sem afobação pela venda, mas com muita profundidade, mostrar ao cliente que o problema é mais complexo do que ele imaginou e que há soluções mais completas, que o deixarão mais satisfeito, com mais economia, apesar do investimento inicial maior. O cliente terá mais benefícios e o vendedor fechará um negócio maior.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;">I<strong>ndependentemente de querer solução ou de não saber o que quer, o que ocorre é que no início de qualquer <a href="http://metasdevendas.com.br/qualificacao-de-oportunidades">oportunidade</a>, o cliente tem um determinado <a href="http://metasdevendas.com.br/uma-questao-de-foco">foco do problema e da solução</a>.</strong> Esse foco geralmente é menor do que ele poderia ser e cabe ao consultor de vendas descobrir qual é e como fazer para ampliá-lo.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;">Amplie o foco do seu cliente. Isso é bom para seu cliente e, consequentemente, bom para os seus negócios.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt;"><em>* Diretor executivo do Grupo Azevedo Ramirez, foi consultor Positioning, possui mais de vinte anos de experiência em concepção e implantação de projetos nas áreas de vendas, marketing, construção de marcas e gestão. Formado em arquitetura pela USP, com MBA em marketing pela ESPM, também é pesquisador, instrutor e palestrante de temas em marketing, vendas e desenvolvimento humano.<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZVm8n42ZFps"> </a></em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="574" height="347" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZVm8n42ZFps&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="574" height="347" src="http://www.youtube.com/v/ZVm8n42ZFps&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Jorge Justus Nitzan, Presidente da Aceco TI, fala sobre criação de valor e resposta apenas a RFP’s.<br />
</strong></p>
<br/><p><a href="/email/?id=273" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Estímulo: uma via de muitas mãos</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/estimulo-uma-via-de-muitas-maos</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 11:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/492882480_6b6a204cd7-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="492882480_6b6a204cd7-150x150" /><span></span>
A palavra estímulo tem muitos significados e cada um deles a concebe de uma maneira diferente. Recomendo a leitura da excelente monografia “Motivação: por que estímulos semelhantes causam efeitos diferentes?”, de autoria do Prof. Eronildes Manoel Dos Santos.
Estímulo é sinônimo de motivação e o que motiva um pode desmotivar outro. Por isso é tão comum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/56597995@N00/492882480/"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/492882480_6b6a204cd7-300x208.jpg" alt="" title="Estímulo: uma via de muitas mãos" width="300" height="208" class="alignright size-medium wp-image-474" /></a></p>
<p>A palavra estímulo tem muitos significados e cada um deles a concebe de uma maneira diferente. Recomendo a leitura da excelente monografia <a href="http://br.monografias.com/trabalhos3/estimulos-semelhantes-efeitos-diferentes/estimulos-semelhantes-efeitos-diferentes.shtml"><strong>“Motivação: por que estímulos semelhantes causam efeitos diferentes?”</strong></a>, de autoria do Prof. Eronildes Manoel Dos Santos.</p>
<p><strong>Estímulo é sinônimo de motivação e o que motiva um pode desmotivar outro. Por isso é tão comum ver as empresas se debatendo com diferentes opções de estímulos para seus colaboradores, sem chegar a uma conclusão definitiva. Trata-se de um dilema.</strong></p>
<p>Falar de estímulos de maneira ampla é muito ambicioso. Os fatores de estimulação pessoal são muitos e não coincidentes provém de diferentes origens: salário, carreira, desafio, reconhecimento público, possibilidades de aprendizado, etc. Portanto, neste post proponho analisarmos um pouco mais em detalhe o estímulo oferecido aos vendedores. A Catho faz uma análise interessante sobre o tema em seu artigo <strong><a href="http://www3.catho.com.br/salario/action//artigos/Remuneracao_aplicada_para_areas_comerciais.php">“Remuneração aplicada para áreas comerciais”</a>. </strong></p>
<p>Vendedores são seres humanos como todos nós, sendo estimuláveis pelos mesmos fatores que motivam os outros funcionários da empresa. Porém, dadas as características de seu trabalho, os vendedores tendem a se motivar principalmente pelo <a href="http://metasdevendas.com.br/metas-sao-tudo-na-vida">atingimento de suas metas de vendas</a> e pelas conseqüências implícitas (geralmente de ordem financeira). Deixando de lado outras questões, vamos examinar mais detidamente o aspecto do reconhecimento financeiro.</p>
<p><a href="http://www.skywalker.com.br/artigos/corpo.php?id=16"><strong>Vendedores são premiados pelos resultados de vendas com comissões e/ou bônus direcionais</strong></a>. <strong>Qual dos dois é melhor? Essa resposta não existe, pelo menos de forma tão simplista.</strong> As comissões pagas sobre o atingimento de quotas anuais de vendas representam a forma mais direta de pagamento por performance. No entanto, nem sempre o comissionamento é o caminho mais adequado. Pense nas seguintes situações:</p>
<ul>
<li>Novas ofertas, que implicam em desenvolvimento de mercado e que levam muito tempo para escalar.</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce"><strong>Vendas consultivas</strong></a> de ciclo longo (ou mesmo muito longo), como em projetos de alto valor agregado. Às vezes ganhar uma concorrência para construir uma usina hidroelétrica, uma estrada, uma fábrica, etc, pode ser um trabalho de anos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Na contramão, vendas no varejo (resultados de um super-mercado, ou de um magazine, por exemplo) são influenciados por múltiplos fatores, alguns fora do controle da diretoria de vendas.</li>
<li>E poderíamos citar muitos outros casos.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, os bônus, muitas vezes chamados de direcionais porque visam direcionar estrategicamente as forças de vendas, podem também não ser a ferramenta mais adequada:</p>
<ul>
<li>Para vender carros numa concessionária, eletrodomésticos em uma loja tipo Casas Bahia, ou até mesmo software e serviços especializados. Nesse caso, o velho e tradicional comissionamento ainda é o caminho mais curto para fazer os objetivos de vendas.</li>
</ul>
<p><strong>E dá para pensar na junção dos dois tipos de estímulos? Claro!</strong> Na verdade, em vendas consultivas isso é muito comum. Nesse caso o comissionamento estimula resultado a curto prazo (quota do trimestre, do ano) e os bônus direcionam o esforço na direção correta (vender o produto estratégico, distribuir homogeneamente as vendas ao longo do ano, melhorar a margem de vendas, vender mais serviços que produtos, etc).</p>
<p><strong>Três questões primordiais se colocam:</strong></p>
<ul>
<li>Quando utilizar cada tipo de estímulo?</li>
</ul>
<ul>
<li>Como criar um modelo adequado de uso de cada instrumento?</li>
</ul>
<ul>
<li>Como medir os resultados?</li>
</ul>
<p>Não cabe neste espaço uma resposta muito aprofundada, portanto vamos discorrer sobre as generalidades mais importantes:</p>
<ol>
<li>Comissões pagam genericamente pelos resultados de volume, mas não direcionam.</li>
<li> Quem ganha comissões só se sente estimulado se a quota for justa e se sua chance de atingi-la for concreta.</li>
<li>Os bônus são ideais para direcionar estrategicamente os resultados.</li>
<li>Funcionam melhor quando utilizados conjuntamente com comissionamento.</li>
<li>Criar um bom modelo de remuneração variável não é trabalho para o diretor de vendas, que nesse caso será o cliente. Esse é um trabalho para o RH, idealmente em parceria com uma área especializada em “planos de vendas”. Eu trabalhei em algumas grandes empresas de TI onde a área de Planos de Vendas era uma diretoria.</li>
<li>A mensuração de resultados depende em grande parte do estabelecimento prévio de métricas inteligentes. Mesmo no pagamento puro e simples de comissões as métricas são importantes (por exemplo, remunera-se vendas novas e vendas na base de clientes de forma diferente).</li>
</ol>
<p>Para finalizar, sugiro a vocês não tratar o assunto de estímulos superficialmente. Trata-se de algo crucial para os resultados, para a motivação das pessoas e, arrisco dizer, para a subsistência do negócio.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=191" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Geração eficaz de oportunidades</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 18:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos Pugliese</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vendas]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Qualificação de oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/2725517477_42691b456a-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="2725517477_42691b456a-150x150" /><span></span>
Colaborador convidado*
Final de quarter, fim de ano, metas para atingir ainda em 2009, pipeline inconsistente, revisão de planejamento estratégico e orçamentos para 2010, ameaças, empregos em jogo, redução de custos, falta de tempo, concorrentes cada vez mais agressivos, gaps entre previsto e realizado, resultados abaixo do planejado, CRISE, IPO’s, aquisições, quanta turbulência!
É nesses momentos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/12839626@N04/2725517477/"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/2725517477_42691b456a-300x199.jpg" alt="" title="Geração eficaz de oportunidades" width="300" height="199" class="alignright size-medium wp-image-471" /></a></p>
<p><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p>Final de quarter, fim de ano, <a href="http://metasdevendas.com.br/voce-tem-pipe-e-forecast-para-atingir-as-metas-de-2009">metas para atingir ainda em 2009</a>, pipeline inconsistente, revisão de planejamento estratégico e orçamentos para 2010, ameaças, empregos em jogo, redução de custos, falta de tempo, concorrentes cada vez mais agressivos, gaps entre previsto e realizado, resultados abaixo do planejado, CRISE, IPO’s, aquisições, quanta turbulência!</p>
<p><strong>É nesses momentos que surgem os líderes, os visionários, os criadores e os inovadores.</strong> É também quando aparecem os executivos com menos visão e que acreditam que são insubstituíveis e não precisam fazer nada pois tudo voltará à normalidade. Mas é nestes momentos de crise que chegam ORDENS como: <strong>vamos reduzir custos IMEDIATAMENTE!</strong></p>
<p>Então esses “pseudo líderes” passam a fazer cortes nas áreas que deveriam trazer resultados (vendas)&#8230; “Se não vendemos cortamos o diretor de vendas, os vendedores&#8230;”. Após toda essa reestruturação percebem que isso não funciona, pois não tem mais força de vendas ou seja, quem irá levar o produto/serviço até o mercado para aumentar as vendas?</p>
<p>Nesse momento então voltam a contratar&#8230; só que acabaram de colocar na rua os vendedores nos quais investiram, às vezes anos de treinamento, cursos realizados e experiência adquirida ao longo do tempo. Em contrapartida, irão contratar vendedores juniores sem conhecimento da empresa e de seus produtos. Terão que investir novamente em capacitação e as metas continuam a não serem atingidas, pois esses vendedores ainda não estarão preparados para ajudar a resgatar a empresa de uma crise. Para isto, é necessária uma mistura, ou seja, a garra e disposição dos juniores que iniciam no mercado com a experiência e plenitude dos sêniores.</p>
<p><strong>O que as empresas não estão fazendo como deviam é, antes de mais nada, entender o por quê as vendas não estão acontecendo ou ainda o porque estamos vendendo.</strong> Essa análise conhecida no mercado como WIN/LOSS, se bem conduzida, poderá trazer informações dos nossos pontos fracos e fortes fazendo parte de outra análise – <strong>SWOT</strong>. Toda <a href="http://www.slideshare.net/Positioningrma/gesto-do-processo-de-vendas-igpv-1364003"><strong>Gestão de Processo de Vendas</strong></a> depende fundamentalmente de uma boa geração de oportunidades – <strong>QUALIFICAÇÃO</strong>.</p>
<p>Pode parecer agressivo para o “prospect” quando perguntamos: existe um projeto da empresa para solucionar essas “dores”? Está no seu planejamento para o ano? Quantos funcionários têm a empresa? Qual o seu faturamento?</p>
<p>Essas questões são fundamentais para que possamos analisar a oportunidade e darmos o nosso “GO” ou “NO GO” comercial. Após a primeira visita o gestor de vendas consultivas trará as informações para que possam ser validadas pela área técnica da empresa.</p>
<p>Após essa análise técnica obteremos outro “GO” ou “NO GO”. Após o &#8220;GO&#8221; fazemos então uma proposição comercial para “sanar as dores” do futuro cliente.</p>
<p>Para que a <a href="http://www.positioning.com.br/2009/06/gppv-corporativo-gestao-do-processo-de-vendas/"><strong>Gestão do Processo de Vendas</strong></a> seja um sucesso ela depende fundamentalmente de uma geração eficaz de oportunidades.</p>
<p><strong>Para termos uma geração eficaz de oportunidades precisamos:</strong></p>
<p><strong>1.  Capacitar as recepcionistas (principal cartão de visitas das empresas, tanto pessoal como por telefone), sobre a empresa, seus produtos e seus recursos, além é claro dos outros atributos como simpatia, gentileza, atenção, respeito aos interlocutores;</strong></p>
<p><strong>2.  Capacitar recursos de geração das oportunidades, provendo conhecimento de forma a capacitá-los com uma abordagem de caráter empresarial/negocial (falar a língua do executivo e conhecer a empresa antes da abordagem inicial);</strong></p>
<p><strong>3.  Conhecer quais são as principais “dores” da indústria em que as empresas estão inseridas, saber como &#8220;cutucá-las” e</strong></p>
<p><strong>4.  Prover de “esperança para a cura das dores” através das soluções que a empresa oferece aos seus clientes (referências) e que poderão ser demonstradas em uma visita.</strong></p>
<p>Para concluir, o segredo em vendas se inicia na excelente qualificação na geração da oportunidade, que não deixe que nos “transformemos” em mais um ditado: “Pau que nasce torto, morre torto”. Essa qualificação depende da capacitação inicial a ser provida aos recursos que fazem parte  da abordagem aos prospects e de uma gestão do processo de vendas eficaz para a busca dos resultados almejados.</p>
<p><em>* Pugliese é Consultor em Vendas na Fotini Systems, e consultor da Positioning durante os últimos 5 anos. Possui 36 anos de experiência profissional, sendo 23 na IBM Brasil  com carreira desenvolvida nas áreas de Gerência de Negócios, Relacionamento, Soluções Mobile, Projetos, Alianças e Parcerias, Marketing, Vendas, e Gestão Administrativa; nas empresas, Positioning (Grupo RMA), Plano Consultoria Empresarial, 1Planning Consulting, MR Marketing, Infrastructure Tecnology Management do Brasil – ITM, Peregrine Systems, Candle Software, Infor (SSA do Brasil), Progress Software do Brasil e IBM Brasil. Grande experiência em Gestão do Processo de Vendas. Implementação de Projetos de Consultoria em Posicionamento Estratégico no segmento de Tecnologia, Reposicionamento Empresarial, Aumento na Competitividade em vendas e Planejamento de Comunicação. Estruturação das Parcerias e Alianças para América do Sul.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=178" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Com os olhos do seu comprador</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 19:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Arouche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de compras]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/3083750237_8705f3298d-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="3083750237_8705f3298d-150x150" /><span></span>Muito se fala no processo de vendas e a forma mais usual de acompanhá-lo é por etapas. Como tradição, são elas: prospecção, qualificação, proposta e negociação. Mas se você pensar bem esta é uma visão puramente de vendas. E o comprador? O que estará ele fazendo enquanto estamos seguindo nossas etapas de vendas? Quando falo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Muito se fala no processo de vendas e a forma mais usual de acompanhá-lo é por etapas. Como tradição, são elas: prospecção, qualificação, proposta e negociação. </strong>Mas se você pensar bem esta é uma visão puramente de vendas. E o comprador? O que estará ele fazendo enquanto estamos seguindo nossas etapas de vendas? Quando falo em comprador não estou me referindo ao Departamento de Compras, mas em um sentido mais amplo me refiro a todas as pessoas que estão envolvidas neste processo. Acabo de ler o livro <a href="http://www.amazon.com/Major-Account-Sales-Strategy-Rackham/dp/0070511144"><strong>Major Account Sales Strategy</strong></a> do mestre <strong><a href="http://neilrackham.com/">Neil Rackham</a></strong>. A abordagem que ele dá em seu livro é totalmente distinta. Ele segue as etapas do ciclo do comprador e mostra como deve ser a atuação do vendedor em função disto. E o resultado é surpreendente! Mas vamos lá, quais são as etapas de compras?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/38376825@N00/3083750237/"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/3083750237_8705f3298d.jpg" alt="" title="Com os olhos do seu comprador" width="392" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-466" /></a></p>
<p>A primeira é Reconhecimento das Necessidades. É nesta etapa que o comprador começa a construir ou desenhar uma solução para seu problema.<strong> Esta é a fase onde a contribuição do vendedor PODE e DEVE ser maior <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce">(Vendedor Consultor)</a> auxiliando o comprador a ter uma visão mais ampla de seu problema e influenciando para que a solução seja mais direcionada para seu produto. Através de perguntas SPIN (situação, problema, implicação e necessidade de benefício) o vendedor irá criar valor para a solução proposta e irá ajudar o comprador a justificar a contratação da solução.</strong></p>
<p>A próxima fase é a <strong>Avaliação das Opções</strong>. Nesta etapa o comprador quer conhecer os recursos de sua solução e dos concorrentes para escolher a melhor para ele. Se o <a href="http://www.linkedin.com/groups?gid=2122605&amp;trk=myg_ugrp_ovr"><strong>vendedor</strong></a> fez bem a lição de casa na etapa anterior, ficará mais fácil agora. Se sua empresa não participou da 1ª etapa, é porque ou o comprador desenhou a solução sozinho, ou um concorrente seu o ajudou e as coisas ficarão mais difíceis agora. Cuidado: não entre nesta fase querendo construir valor (usando perguntas SPIN). A etapa de construir valor já passou e o máximo que você vai conseguir será irritar o comprador.</p>
<p>Vencida esta etapa o <strong>Comprador entra na Resolução das Preocupações</strong>. Esta é talvez a mais perigosa das etapas. O Comprador desenhou uma solução, escolheu um fornecedor, mas na hora de contratar hesita. Por quê? Medo&#8230; medo do fracasso, do engano&#8230; Se você foi o escolhido e ele te chamar preste muita atenção nos pontos que ele coloca e procure esclarecer de forma cabal para que ele se sinta confiante. Muitos vendedores não agem desta forma, achando que o processo de compras está encerrado e quanto menos ele falar, melhor. O comprador não consegue eliminar suas preocupações e o projeto é cancelado. <strong>Pesquisa feita pela <a href="http://www.positioning.com.br">Positioning</a> mostra que o número de oportunidades canceladas é maior do que o de oportunidades perdidas para um concorrente.</strong></p>
<p>Resolvido este ponto o comprador entra na fase da<strong> Decisão</strong>. Esta é a fase da negociação. <strong>Cuidado: se você entende que negociação é só baixar preço, você está redondamente enganado. Nesta fase, o comprador irá negociar suas principais “issues” que podem ser o prazo de entrega, recursos no local da instalação ou suporte pós operação. Ir oferecendo descontos não resolve e pode prejudicá-lo em vez de ajudá-lo no fechamento do negócio.</strong></p>
<p>Você fechou o negócio!!! Parabéns!!! E agora vamos atrás de outro leão? Mais uma vez cuidado. Não abandone seu cliente na fase de Implantação. Primeiro porque pega mal e pode queimá-lo no cliente. Segundo porque nesta hora é que você irá conhecer melhor seu cliente e com certeza novas oportunidades surgirão.</p>
<p>Acho que agora você concorda comigo &#8211; vale a pena prestar atenção no processo de compras. Experimente olhar um pouco o lado do comprador em vez de ficar somente olhando o processo de vendas.</p>
<p>E boas vendas!!!!</p>
<br/><p><a href="/email/?id=173" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vendas bem sucedidas: Sorte ou Competência?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Marcelo Lessa Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/trevo-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="trevo-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*

O papel do executivo de vendas num mercado altamente competitivo e em busca contínua por resultados é um grande desafio. Fala-se muito das habilidades comportamentais e técnicas deste profissional como requisito essencial para o seu sucesso, mas, é importante reforçar, que além destes fatores, um bom planejamento de contas é imprescindível para viabilizar vendas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/7186217@N04/2848902985/"><img class="alignleft size-medium wp-image-165" title="Vendas bem sucedidas" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/trevo-300x225.jpg" alt="Vendas bem sucedidas" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>O papel do executivo de vendas num mercado altamente competitivo e em busca contínua por resultados é um grande desafio. </strong>Fala-se muito das habilidades comportamentais e técnicas deste profissional como requisito essencial para o seu sucesso, mas, <strong>é importante reforçar, que além destes fatores, um bom planejamento de contas é imprescindível para viabilizar vendas bem sucedidas e para manter um ciclo virtuoso de confiança com o seu cliente.</strong></p>
<p>O tão defendido Account Planning é, muitas vezes, simplificado e até mesmo ignorado pelo vendedor por uma questão de excessiva autoconfiança, prioridade (interesse) ou desconhecimento metodológico. <strong>No mercado corporativo de TI, onde vendas complexas e estratégicas requerem um papel consultivo do vendedor, conhecer bem o seu cliente não é uma opção, mas uma questão de competência.</strong> Significa identificar suas necessidades, os influenciadores da compra e alinhar interesses estratégicos. É necessário mapear as oportunidades presentes e futuras, o que implica em conhecer a conta do ponto de vista de negócio e do seu ambiente de TI.</p>
<p>Um bom planejamento de conta não pode ter como objetivo desenvolver um documento estático e, supostamente preciso no tempo. Tão importante quanto o resultado final é o processo de discussão e alinhamento, com todas as partes envolvidas da organização, inclusive o próprio cliente e parceiros.</p>
<p><strong>Um método confiável, padronizado e aplicado sistematicamente passa pelas seguintes etapas:</strong></p>
<p>1.    Definição de um book padrão de informações;</p>
<p>2.    Ciclo de coleta de dados, visitas, entrevistas e pesquisa;</p>
<p>3.    Documentação e elaboração do plano;</p>
<p>4.    Workshop para alinhamento e revisão das informações;</p>
<p>5.    Validação executiva do Plano de Negócios.</p>
<p>A partir da validação do Account Planning, o processo de execução deve realimentar e atualizar o plano garantindo um processo dinâmico e com foco em resultados.</p>
<p>O Plano de Contas deve mapear como aumentar sua participação no orçamento do cliente e para isso, deve conter os seguintes tópicos:</p>
<ul>
<li>O seu atual posicionamento no cliente;</li>
</ul>
<ul>
<li>A concorrência e a sua participação na conta;</li>
</ul>
<ul>
<li>Qual a visão de futuro no cliente: potencial e plano de ação.</li>
</ul>
<p>Desta forma, vender não é uma questão de sorte. Requer um processo formal e maduro de planejamento e um plano de ação que devem ser revisados continuamente. Sem dúvida, é possível executar um processo de vendas bem sucedido de forma previsível, aumentando o seu volume de negócios e garantindo uma relação de confiança com os seus clientes.</p>
<p>* <em>Atua há 20 anos em TI com consultoria, projetos e na liderança de vendas e serviços. Atual VP de Vendas da CPM Braxis, tendo exercido as funções de diretor executivo da Braxis, co-fundador e diretor de comercial e de operações da Unitech Tecnologia, além de CIO de empresas do mercado. Mestre em Engenharia de Software pelo IPT/USP, MBA pela FGV-SP e Graduação em Ciência de da Computação pela UFBA.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=155" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vendedor Consultor (4): Planejando como ganhar os grandes negócios</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="142" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies1-150x1421.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies1-150x142" /><span></span>
Eu passei boa parte de minha vida atuando como vendedor e outra gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo uma coisa eu aprendi: em geral, embora não seja regra, vendedores odeiam planejamento. Existe até uma certa noção romântica de que vender é a arte da improvisação e que os grandes vendedores são aqueles que “saem jogando”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies1.jpg" alt="" title="bizcookies1" width="300" height="142" class="alignleft size-full wp-image-458" /></p>
<p><span>Eu passei boa parte de minha vida atuando como vendedor e outra gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo uma coisa eu aprendi: <strong>em geral, embora não seja regra, vendedores odeiam planejamento</strong>. Existe até uma certa noção romântica de que vender é a arte da improvisação e que os grandes vendedores são aqueles que “saem jogando”, em qualquer situação.</span></p>
<p>Sem desprezar a criatividade que é tão importante para o sucesso em vendas, nada mais falso do que a pouca importância dada ao planejamento para o sucesso em vendas. <strong>Na verdade, os grandes negócios devem ser tratados como projetos e portanto devem ser planejados</strong> (assista ao vídeo do consultor Eduardo Botelho falando de <span><span style="font-size: small;"><a href="http://www.commit.com.br/produto-262-curso---vol-01----o-planejamento-da-venda"><strong>Planejamento de Vendas</strong></a></span></span><span style="font-size: small;">). A disputa por um grande negócio merece a preparação de um cronograma (mesmo que mental) e um tratamento de projeto, pois envolve questões importantes relativas à alocação de mão de obra cara (pré-vendas e consultoria) e um timing que quando falho levará ao fracasso. Participar de uma licitação pública, ou de uma grande </span><span style="font-size: small;"><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Request_for_proposal">RFP (Request for Proposal)</a></strong></span><span style="font-size: small;"> privada, são definitivamente projetos, envolvendo muita gente e demandando liderança.</span></p>
<p>Porém mais que os simples aspectos de controle envolvidos num projeto, a questão do planejamento é fundamental para se ganhar grandes concorrências. Para fechar bons contratos é necessário conhecer bem o cliente, suas necessidades, os concorrentes envolvidos, os executivos decisores e o andamento do processo de compras. Isto nos leva a outras questões fundamentais. Antes de planejar nossa estratégia de ataque ao negócio, é necessário mapear a conta e a oportunidade, o que implica em visitas, realização de entrevistas, coleta de material e muita pesquisa. Só depois de conhecer bem a situação é que poderemos nos arriscar a começar o desenho de uma estratégia vitoriosa.</p>
<p><strong>Uma reunião de planejamento de negócio deve ser criteriosamente preparada pelo vendedor encarregado do mesmo, convidando outros profissionais para participar que possam agregar valor: seu chefe, pré-vendas, consultoria, finanças (a negociação pode implicar em concessões financeiras) e jurídico. </strong>As informações a serem apresentadas para discussão deverão ser blocadas por tópico relevante a saber: acesso ao poder decisório no cliente, aspectos relevantes da venda técnica e da negociação financeira e contratual (T’s&amp;C’s – Termos &amp; Condições). Para tanto, o vendedor deve se preparar de antemão.</p>
<p><strong>Com relação ao item acesso ao poder, devemos considerar:</strong></p>
<p>* Quem são as figuras relevantes no cliente: quem usa, quem decide, que apóia, quem avalia tecnicamente e quem paga?<br />
* Devemos obter a anuência do decisor para abrir portas para obter informações sobre pains e necessidades.<br />
* Devemos obter o apoio do decisor para nos ajudar a depurar a visão obtida.<br />
* O decisor deve aprovar nossa avaliação da situação.</p>
<p><strong>Com relação à venda técnica, é importante podermos responder a algumas questões relevantes:</strong></p>
<p>* Temos uma solução configurada sob medida para resolver as pains e necessidades do cliente?<br />
* A solução foi apresentada em todas as instâncias de poder?<br />
* Como nossa solução se compara à do concorrente melhor postado (pontos de vantagem e desvantagem)?<br />
* Se foi necessária uma prova de conceito, ela foi bem sucedida?<br />
* Quem usa e quem paga estão tecnicamente convencidos da solução apresentada?</p>
<p><strong>Finalmente, o desafio de fechamento do negócio, também deve ser atacado de forma estruturada:</strong></p>
<p>* Quem decide e quem paga aceitou as recomendações de compra de quem usa e de quem aprova tecnicamente?<br />
* Os problemas levantados com relação à proposta inicialmente apresentada estão todos resolvidos (problemas técnicos, financeiros, de atendimento, de delivery e contratuais)?<br />
* Como se compara nossa proposta financeira/contratual à do concorrente melhor postado?<br />
* Temos o aceite final da proposta?<br />
* O contrato foi entregue e depurado (ajustado) pelos jurídicos de ambas as empresas?<br />
* Contrato foi assinado?</p>
<p>Para que a reunião de planejamento de negócios seja ainda mais efetiva, sugere-se criar um formulário com todas as questões acima, ponderando a importância de cada questão e pontuando em função da assertividade das respostas. Com isso, a simples tabulação aritmética das respostas a cada questão já dará ao gestor de vendas um visão clara de quão próximos nos achamos de ganhar o negócio. Mas, além das questões tabuladas, é vital que o gestor de vendas seja incisivo e investigativo durante a reunião, para se assegurar que o processo de gestão de vendas está realmente sendo feito com qualidade e que todos os aspectos relevantes estão sob controle.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=144" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vendedor Consultor (3): explorando um pouco mais o tema</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-3-explorando-um-pouco-mais-o-tema</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Arouche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies2-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies2-150x150" /><span></span>A venda executada pelo vendedor-consultor recebe diferentes nomes: venda complexa, venda consultiva, venda orientada ao cliente, venda de soluções, venda não manipuladora, entre outras. Seja qual for o nome dado, ela detém características muito relevantes com conseqüências igualmente importantes. Primeiramente elas são tipicamente B2B, isto é, entre empresas e tem alto valor. Outras características marcantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A venda executada pelo vendedor-consultor recebe diferentes nomes: venda complexa, venda consultiva, venda orientada ao cliente, venda de soluções, venda não manipuladora, entre outras. Seja qual for o nome dado, ela detém características muito relevantes com conseqüências igualmente importantes. Primeiramente elas são tipicamente B2B, isto é, entre empresas e tem alto valor. Outras características marcantes da venda consultiva são o ciclo longo e o custo elevado da venda.</strong></p>
<p><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies2.jpg" alt="" title="bizcookies2" width="300" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-453" /></p>
<p>O ciclo não é longo apenas porque o comprador ou o vendedor quer. É longo pela necessidade de interação entre as partes, até que o comprador esteja convencido de que aquela solução irá efetivamente resolver o seu problema. O ciclo longo exige que se mantenha um mínimo de controle sobre o processo e daí surge o funil de vendas (pipeline) e as ferramentas para gestão das oportunidades cujos temas por si só merecerão outro artigo (ou talvez um livro!). Medir a performance do vendedor mensalmente também não faz sentido. Novos vendedores exigirão mais atenção, pois haverá um período inicial de poucas vendas… e sem comissão.</p>
<p>O custo elevado ocorre em função do ciclo longo e da necessidade de alocar recursos de pré-venda. Neste aspecto é fundamental a etapa de qualificação da oportunidade. Trata-se da etapa inicial na qual devemos avaliar se temos chance efetiva de fechar o negócio. Somente depois disso é que a empresa deverá colocar recursos na oportunidade. Alocar recursos em oportunidades sem grandes chances pode ser fatal na vida das empresas, e o tempo é o mais crítico deles. O processo de qualificação é bastante simples: bastam cinco perguntas bem feitas (e bem respondidas) para você separar o joio do trigo. Difícil é praticar. Há vendedores (e gestores) que sentem necessidade de mostrar serviço e começam a “enxergar” oportunidade onde na realidade não há. Como “Best Practice” encontramos uma empresa em que de cada dez oportunidades, somente duas são qualificadas e uma resulta em negócio. Em outra encontramos também um negócio para cada dez oportunidades, mas neste caso não houve qualificação e para todas foram apresentadas propostas. O resultado final parece o mesmo, porém a primeira conseguiu o mesmo resultado com uma equipe menor, menos stress e com um custo de venda muito inferior. Em vendas consultivas  o projeto que irá  dar maior retorno a curto prazo é o de qualificação de oportunidades.</p>
<p>Se você atua em um setor onde a venda é consultiva, você precisa ter um processo de gestão  para acompanhar o ciclo das vendas através da pipeline, qualificar as oportunidades, não investir em oportunidades com poucas chances de sucesso e investir na capacitação de seus vendedores. Eles precisam aprender a criar valor para seus clientes. Boa sorte!</p>
<br/><p><a href="/email/?id=141" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vendedor Consultor (2): Account Control</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies3-150x150" /><span></span> 


Eu fico em dúvida em me classificar como um velho vendedor, ou um vendedor velho; talvez eu me encaixe em ambas as categorias. O fato é que passei mais de metade de minha vida vendendo, ou gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo tive oportunidade de refletir sobre os muitos aspectos que influenciam a eficácia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<div>
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<p>Eu fico em dúvida em me classificar como um velho vendedor, ou um vendedor velho; talvez eu me encaixe em ambas as categorias. O fato é que passei mais de metade de minha vida vendendo, ou gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo tive oportunidade de refletir sobre os muitos aspectos que influenciam a eficácia em vendas: metodologia, geração de bons leads, qualificação correta de oportunidades, planejamento de negócios e account control. De todos esses fatores, se eu tivesse que escolher um, primordial, escolheria o account control.</p>
<p>Minha escola de vendas foi a IBM, na minha opinião a empresa com melhor conceito e aplicação de account control de todo o mercado. Os gerentes de negócios da IBM são soberbos nesse tópico, eles sabem tudo de account control. Nesta blogada vou tentar exprimir 30 anos de experiência em alguns parágrafos, o que certamente é uma temeridade.</p>
<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3.jpg"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3.jpg" alt="" title="bizcookies3" width="300" height="225" class="aligncenter size-full wp-image-450" /></a></p>
<p>Inicialmente, devo dizer que relacionamento é pré-requisito para um bom account control, mas não é condição suficiente. A base do account control é a confiança, e esta é impossível sem o relacionamento. Mas, raciocinando por absurdo, será que é possível ter account control sem relacionamento? Definitivamente não, por uma razão muito simples: em relacionamentos muito longos todo mundo, cedo ou tarde, “pisa no tomate, mesmo que seja uma pisadinha”. Nesse momento se o relacionamento não for bom, mesmo um perfeito account control vai para o brejo. Importante lembrar que quem compra não são as pessoas jurídicas, mas as pessoas físicas que as representam, e estas são movidas pelo emocional.</p>
<p>Vamos falar um pouquinho sobre relacionamento. Relacionamento é feito de partes iguais de empatia e cortesia profissional. A empatia é nata, mas pode ser desenvolvida, se nos mantivermos sempre atentos a aspectos como: atenção (saber ouvir), discrição, disponibilidade, respeito às opiniões alheias e interesse real pelas pessoas (que se escondem atrás dos profissionais). A cortesia em negócios é definitivamente resultado de treinamento e significa: dar feedback contínuo, responder rapidamente às demandas do cliente, ser pontual, ser comprometido, se interessar pelo profissional (desta vez não é a pessoa e sim o próprio profissional) com que nos relacionamos e procurar entender o negócio de nosso cliente. Todos esses aspectos representam a base conceitual de sustentação do chamado <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management">CRM</a></strong> (Customer Relationship Management).</p>
<p>A chave do account control é a fidelização do cliente. Fidelizar significa oferecer exatamente aquilo que o cliente precisa, e não aquilo que queremos vender. A quem se interessar mais pelo assunto sugiro o excelente artigo de Cristina Moutella, sobre <strong><a href="http://www.gerenciadordevendas.com.br/gerenciador/empresa/servicos/artigos/artigo_011.htm">“Estratégias de Fidelização”</a></strong>.</p>
<p><strong>Fidelizar é um processo de 4 passos:</strong></p>
<p><strong>1.    Conhecer melhor nosso cliente (empresa, profissionais e pessoas);<br />
2.    Conhecer suas necessidades e pains;<br />
3.    Interagir com o cliente;<br />
4.    Personalizar a forma como o serviço é prestado…sim, vender é um tipo de prestação de serviço (leia post sobre “Vendedor Consultor”). </strong></p>
<p><strong>Para finalizar, gostaria de relembrar algumas das atitudes comuns a vendedores inexperientes, que queimam todo o esforço para conseguir um bom account control. Cuidado com:</strong></p>
<p><strong>1.    Excesso de informalidade (nunca abuse da liberdade que o seu cliente lhe dá);<br />
2.    Falta de feedback;<br />
3.    Quebra de compromissos;<br />
4.    Contestar publicamente seu cliente;<br />
5.    Baixar a guarda com a qualidade contínua;<br />
6.    “One size fits all” (esquecer da personalização);<br />
7.    “Proximidade eletrônica” (estar “próximo” do cliente via e-mail, telefone, Messenger e outras traquitanas modernas);<br />
8.    “Chutar a bola sempre para o campo do cliente”,  sem entender que se trata de um jogo, onde o vendedor atua junto com seu cliente.</strong></p>
<p>E, <em>last, but not least,</em> cuidado com certos “sinais de fumaça”: cliente muito quieto, impaciente, ou irritado, piadinhas, ironia, dificuldade em agendar reuniões, e-mails e ligações sem resposta, cancelamento de compromissos. O inimigo pode estar dentro de sua casa, sem que você se dê conta.</p>
<p>E, último dos últimos, não atenda aos desejos de seus clientes e sim às suas necessidades. Mimar pode até deixar seu cliente momentaneamente feliz, mas jamais lhe abrirá as portas  do account control. É o mesmo conceito que aplicamos à educação de nossos filhos.</p>
</div>
</div>
<br/><p><a href="/email/?id=123" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vendedor Consultor (1)- isso faz sentido para você?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 11:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Arouche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[análise de mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/2752835362_4085bf394b-150x150.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="2752835362_4085bf394b-150x150" /><span></span>
Se não faz sentido para você, é bom começar a prestar atenção. Os bons tempos do vendedor quando a principal virtude era o relacionamento ficaram para trás. Agora os tempos são outros. O vendedor deve saber construir valor, ter forte interação com os clientes e entender seus problemas melhor do que eles mesmos. Sim, agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/ajdagregorcic/2752835362/"><img class="size-medium wp-image-119 aligncenter" title="Vendedor consultor" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/2752835362_4085bf394b-300x150.jpg" alt="Vendedor consultor" width="300" height="150" /></a></p>
<p><strong>Se não faz sentido para você, é bom começar a prestar atenção.</strong> Os bons tempos do vendedor quando a principal virtude era o relacionamento ficaram para trás. Agora os tempos são outros. <strong>O vendedor deve saber construir valor, ter forte interação com os clientes e entender seus problemas melhor do que eles mesmos. </strong>Sim, agora o vendedor precisa ser um consultor. Não convenci? Então voltemos um pouco…</p>
<p>Segundo <strong>Neil Rackham</strong>, criador da metodologia de<a href="http://www.businessballs.com/salestraining.htm#needscreationselling"> <strong>“Spin Selling”</strong></a>, a abordagem de vendas depende fundamentalmente do perfil do comprador, podendo  resultar em três cenários:</p>
<p>1. O comprador conhece muito bem o que quer comprar, não quer gastar tempo com o vendedor e o que ele quer é o menor preço. Neste ambiente você deve reduzir seus custos. Se possível dispense sua equipe de vendas e recorra a canais alternativos. Você já pensou na internet? A Dell na década de 90 revolucionou a venda de micro-computadores através de uma logística fantástica e com vendas pela internet… sem vendedores.</p>
<p>2. O comprador busca uma parceria estratégica com recursos compartilhados entre empresas de forma que fica difícil saber quem é funcionário de qual companhia. Esta é uma condição muito peculiar e deve ser analisada de acordo com cada caso. Exemplo típico são as montadoras de veículos onde o fornecedor assume o papel de suprir peças ou conjuntos dentro da própria linha de montagem. Aqui a “venda” é feita em nível de diretoria envolvendo a alta administração das empresas e você também não precisa de vendedores.</p>
<p>3. Finalmente no terceiro cenário, o comprador precisa de ajuda para resolver um problema ou determinada situação. Ele não só está disposto a gastar tempo com o vendedor, como também espera que ele contribua para o melhor entendimento da situação e no desenho da solução. A seleção do fornecedor vai depender da capacidade do vendedor em atender tal necessidade. É neste ambiente que surge o vendedor-consultor, e não tenha dúvidas – este será o único tipo de vendedor que irá sobreviver a esta nova era.</p>
<p>A disposição para desenvolver em seus quadros o perfil do <a href="http://www.slideshare.net/augustocvp/o-vendedor-consultor"><strong>vendedor-consultor</strong></a> também deverá indicar quais empresas irão sobreviver. Sairão vitoriosas as companhias que definirem as características do ambiente de atuação e que investirem para aumentar a sua competitividade. No caso do primeiro cenário a solução consiste em diminuir os custos de vendas, já no terceiro deve-se investir na capacitação dos vendedores. Mas, cuidado: fazer um pouco de cada coisa, sem uma estratégia definida, poderá deixar sua empresa fora da competição.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=117" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como acelerar resultados de vendas</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 17:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Soldatelli</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/evento-150x1501.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="evento-150x150" /><span></span>É possível atingir e melhorar resultados ainda este ano? Ou aumentar vendas e criar sustentabilidade de vendas para o início de 2010?
Sim, é possível! Como?

1. Primeiro, é preciso responder a algumas perguntas:
Quais oportunidades devem ser trabalhadas pela força de vendas?
O que realmente temos no funil de vendas (pipeline)?
Para responder, é preciso saber se as oportunidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="size-medium wp-image-36 alignleft" title="evento" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/evento-300x144.png" alt="evento" width="300" height="144" /></strong><strong>É possível atingir e melhorar resultados ainda este ano? </strong><strong>Ou aumentar vendas e criar sustentabilidade de vendas para o início de 2010?</strong></p>
<p><strong>Sim, é possível! Como?<br />
</strong></p>
<p><em>1. Primeiro, é preciso responder a algumas perguntas:</em></p>
<p>Quais oportunidades devem ser trabalhadas pela força de vendas?</p>
<p>O que realmente temos no funil de vendas (pipeline)?</p>
<p>Para responder, é preciso saber se as oportunidades estão bem qualificadas, ou seja:</p>
<p>Conhecemos o real problema de negócios do cliente?</p>
<p>Estamos acessando quem decide?</p>
<p>O cliente tem orçamento?</p>
<p>Temos a solução para o cliente?</p>
<p>Essas são algumas perguntas ou requisitos de qualificação do funil de vendas ou pipeline, que devem ser preenchidas para se ter certeza que a oportunidade realmente deve receber atenção e envolver recursos da empresa.</p>
<p>E quais são as oportunidades que temos em nossa previsão de vendas ou forecast que devem ser consideradas?</p>
<p>Outras perguntas também devem ser respondidas: Por que o cliente irá comprar de nossa empresa? Quais são os concorrentes e ameaças nesta oportunidade? Como superá-las? E o processo de contratação, quais são as etapas? Ainda terá  negociação em compras?</p>
<p>Esta primeira etapa do processo deve ter a participação da força de vendas e os gestores são os responsáveis do que deve ser trabalhado ou não. Isto é também conhecido pelo processo de GO/NO GO.</p>
<p><em>2. Qualificadas as oportunidades do funil (pipeline) e da previsão de vendas (forecast) é necessário classificar as oportunidades em:</em></p>
<p>Muito importantes: chamamos de Top Ten, mas podem ser 5 ou 15 e se definem por serem as mais importantes e estratégicas que estão sendo trabalhadas;</p>
<p>Oportunidades prioritárias: são aquelas que tem um bom valor para a empresa,  não são Top Ten, mas merecem um acompanhamento individual;</p>
<p>Outras: são as oportunidades de menor valor e que são gerenciadas pelos seus totais.</p>
<p><em>3. Criar um Plano de Ação para cada oportunidade Top Ten é o próximo passo. O Plano de Ação dever ser aprovado pela alta gerência, pois cria um alinhamento e participação de todos os níveis da empresa.</em></p>
<p>Aí então, entra a execução por parte da força de vendas com disciplina e comprometimento. Os gestores de vendas devem atuar em todo o processo, desde o acompanhamento do funil de vendas (Gestão de Pipeline), da previsão de vendas (Gestão do Forecast) e até o controle de todas as atividades sobre os Planos de Ação de todo Top Ten.  O ciclo definido acima deve ser mantido para TODAS as oportunidades,  sendo que os vendedores são responsáveis pela execução e os gestores pela pilotagem e manutenção do processo.</p>
<p><strong>Então, como acelerar resultados de vendas?</strong></p>
<p>A receita para o sucesso é:</p>
<p>Escolher as oportunidades certas, qualificando-as adequadamente;</p>
<p>Selecionar e planejar as oportunidades de maior valor;</p>
<p>Controlar e executar as ações com processos e disciplina;</p>
<p>Focar e priorizar efetivamente no que interessa e traz resultados.</p>
<p>Boa sorte!</p>
<br/><p><a href="/email/?id=105" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/sera-que-a-oportunidade-que-estou-trabalhando-e-quente</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 19:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[funil de vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/usar-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="usar-150x150" /><span></span>Está lá no dicionário: Oportunidade é “ocasião, ensejo, lance, circunstância adequada ou favorável, conveniência”.
Ou seja, assim como uma venda bem sucedida, uma oportunidade só é “quente” quando é uma circunstância adequada ou favorável para os dois lados da negociação. É quando há interesse mútuo claramente identificado.
Meio óbvio o que estou dizendo? Verdade&#8230; mas muita gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está lá no dicionário: <strong>Oportunidade é “ocasião, ensejo, lance, circunstância adequada ou favorável, conveniência”.</strong></p>
<p>Ou seja, assim como uma venda bem sucedida, uma oportunidade só é “quente” quando é uma circunstância adequada ou favorável para os dois lados da negociação. É quando há interesse mútuo claramente identificado.</p>
<p>Meio óbvio o que estou dizendo? Verdade&#8230; mas muita gente tem momentos de extrema dificuldade para ver as coisas como elas realmente são. Aliás, é da natureza humana em situações adversas evitar encarar as coisas de frente, deixar de analisá-las friamente e tomar as decisões mais adequadas em cada caso.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/23065375@N05/2247354856/"><img class="alignleft size-medium wp-image-91" title="Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/usar-300x200.jpg" alt="Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Primeiro, antes de sair vibrando que encontrou uma oportunidade e agarrá-la como se fosse a “oportunidade da vida” ou que “oportunidade não se desperdiça”, procure usar as melhores práticas para qualificá-la adequadamente antes de entrar “numa fria”.<br />
<strong><br />
Uma oportunidade mal qualificada certamente remeterá a ações que fatalmente lá adiante, o levarão a voltar várias casas como nos jogos de tabuleiro e obrigá-lo a refazer o que poderia ter sido feito em uma seqüência evolutiva, planejada estrategicamente e sucessivamente ajustada, avançando passo a passo. </strong>Caso contrário, haverá gasto de tempo e de dinheiro além do necessário para explorar adequadamente tal oportunidade e conquistar uma venda bem sucedida, por exemplo. Resultado neste caso: pode ser até que a venda aconteça, mas certamente sairá a um custo maior do que poderia ter sido. Em alguns casos, muitas empresas chegam posteriormente à conclusão que melhor teria sido renunciar à venda do que tê-la realizado. <strong>Afinal, se o custo da venda é excessivo, além dos padrões aceitáveis, alguém vai pagar por isso. Os clientes? Não, claro. Daí a empresa fornecedora termina por assumir tais prejuízos, reduzir suas margens e penalizar seus resultados.</strong></p>
<p><strong>Qualificar uma oportunidade, portanto, é fundamental para descobrir se ela é mesmo uma Oportunidade com “O” maiúsculo.</strong> Enquanto uma oportunidade não estiver totalmente qualificada, não se iluda e não siga adiante.  É melhor “voltar algumas casas” e ter seu questionário de qualificação totalmente respondido antes de evoluir achando que todas as necessidades estão entendidas. Faça isso se necessário antes de endereçar uma solução, de entregar uma proposta ou de provocar um fechamento precipitado. Descubra com quem está lidando&#8230; quem apoiará e por que, quem dificultará e por que e quem decidirá a compra. Descubra quais as principais “dores” a serem tratadas, quem é a concorrência, que vantagens/desvantagens ela leva, quais são as motivações para comprar da sua empresa, se tem capacidade para comprar, se existe verba prevista e para quando.</p>
<p>A empresa onde trabalho, que é especializada em consultoria de gestão de processos de vendas, vira e mexe recebe consultas de Diretores Comerciais que não entendem porque seus processos de vendas demoram a fechar ou fracassam apesar de seus vendedores serem dedicados, determinados e experientes. Na maioria dos casos, identificamos que essas empresas ou não utilizam uma metodologia adequada de vendas, que passa obrigatoriamente por uma etapa de qualificação completa das oportunidades de negócios, ou não aplicam rigorosamente em sua plenitude essa etapa.</p>
<p>Em resumo: uma oportunidade só será “quente” quando nosso “termômetro” de qualificação da mesma apontá-la como tal.</p>
<p>E se o que você identificar não for de fato uma Oportunidade, então RENUNCIE! Não siga adiante, ainda que lhe doa muito essa decisão. Cuidado com os velhos ditados que dizem: “seja persistente, desistir jamais”.  Às vezes, o No Go é preciso.  “O guerreiro irá ganhar caso saiba quando lutar e quando não” (Sun Tzu – “A Arte da Guerra”). Sem perda de tempo, busque alavancar outras Oportunidades que ficarão “quentes”. Parodiando aquele comercial da Net&#8230; “saia da Sibéria” logo para não se arrepender depois de ter desperdiçado tempo, dinheiro e energia tentando tirar água de pedra!</p>
<p><strong>Felizes Oportunidades (qualificadas) a todos e Bons Negócios!!!</strong></p>
<br/><p><a href="/email/?id=87" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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