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	<title>Metas de Vendas &#187; metodologia de vendas</title>
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	<description>Consultoria, Planejamento e Competitividade em Vendas</description>
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		<title>Governança em vendas: realidade ou sonho!</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 14:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio Westphalen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="300" height="172" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/08/peixe-300x172.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="Metas de vendas" /><span></span>Antigamente, para muitos, ser vendedor não era uma profissão. Ou pelo menos, não era uma profissão respeitada e havia um certo preconceito com o profissional. Dizer que fulano era vendedor era como dizer: não estudou ou não sabe fazer nada, então virou  vendedor.

Hoje o mercado evoluiu muito e ser vendedor já não é mais motivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Antigamente, para muitos, ser vendedor não era uma profissão.</strong> Ou pelo menos, não era uma profissão respeitada e havia um certo preconceito com o profissional. Dizer que fulano era vendedor era como dizer: <strong>não estudou ou não sabe fazer nada, então virou  vendedor</strong>.</p>
<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/08/peixe.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-554" title="Metas de vendas" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/08/peixe-575x330.jpg" alt="" width="575" height="330" /></a></p>
<p>Hoje o mercado evoluiu muito e ser vendedor já não é mais motivo de brincadeiras. Ao contrário, <strong>o profissional de vendas hoje é  altamente valorizado e bons vendedores são muito disputados pelas empresas</strong>. É uma carreira muito procurada e que pode trazer excelente remuneração para os profissionais realmente capacitados e eficientes.</p>
<p><strong>E do lado das empresas, o que evoluiu, quando abordamos a área de vendas? </strong>O avanço não foi tão significativo, especialmente quando nos referimos a serviços e produtos com longo ciclo de vendas, vendas complexas e de alto valor que demandam uma abordagem<br />
de vendas consultivas. E mais ainda, quando comparamos a área de vendas com as demais áreas da organização, tais como: manufatura (chão de fábrica), logística e finanças, por exemplo. Essas áreas há muito tempo tem seus processos organizados e controlados pelos seus “ERPs”, “WMS”, etc&#8230; Os profissionais dessas áreas já tem assimilados culturalmente esses recursos e os usam naturalmente em seu dia a dia do negócio. <strong>O grau de maturidade na execução de <a href="http://metasdevendas.com.br/a-importancia-de-se-ter-um-processo-comercial">processos </a>e utilização de ferramentas de controle nessas áreas já está bem mais avançado que na área de vendas.</strong></p>
<p>As organizações necessitam, e muitas já sentem falta, do que podemos chamar de uma <strong>Governança em Vendas</strong>. Um conjunto de processos, documentados, integrados, com execução pré-estabelecida em calendários, envolvendo todos os níveis da área de vendas e apoiado por<br />
ferramentas de controle acessíveis local e remotamente, via distintos meios. Exemplificando alguns processos, podemos falar de carteira de clientes, pipeline de oportunidades, forecast, análise de casos de sucesso ou perdas. A Governança em Vendas deve dar visibilidade sobre<br />
todas as oportunidades de negócios que são tratadas pelos profissionais de vendas da empresa. Ela deve aumentar significativamente a acuracidade das previsões de resultados e dar maior confiabilidade ao fluxo de caixa. Além disso, permite que a empresa invista nas oportunidades que realmente tem chance de sucesso, pois os custos de vendas, em projetos de alto valor e ciclo longo, não são nada desprezíveis.</p>
<p>A competitividade das organizações ganha muito quando se tem estabelecida a cultura e a prática da <strong>Governança em Vendas</strong>.</p>
<p>Foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/51813223@N00/2225264215/">Khalid Almasoud</a></p>
<br/><p><a href="/email/?id=552" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como se forma uma paradigma?</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 19:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos Pugliese</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="274" height="184" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/05/images-1.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="metas de vendas" /><span></span>Pensando e refletindo sobre processos deparei-me com a palavra “PARADIGMA”, que muitas vezes poderá ser um desafio para nós que almejamos as mudanças culturais e empresariais no que tange aos negócios, por exemplo. O texto aqui apresentado serve não só para os negócios e empresas em geral, mas também para nossa vida pessoal.

Encontrei o texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pensando e refletindo sobre processos deparei-me com a palavra <strong>“PARADIGMA”</strong>, que muitas vezes poderá ser um desafio para nós que almejamos as mudanças culturais e empresariais no que tange aos negócios, por exemplo. O texto aqui apresentado serve não só para os negócios e empresas em geral, mas também para nossa vida pessoal.</p>
<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/05/conversation.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-547" title="metas de vendas" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/05/conversation-575x605.jpg" alt="" width="575" height="605" /></a></p>
<p>Encontrei o texto na web (autor desconhecido) o qual julgo extremamente atual e aplicável em nossas vidas pessoais e empresariais. O conteúdo é o seguinte:</p>
<p>“ Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma gaiola e, no meio desta, uma escada com bananas em cima. Toda vez que um dos macacos começava na subir a escada, um dispositivo automático fazia jorrar água gelada sobre os demais macacos.</p>
<p>Passado certo tempo, toda vez que qualquer dos macacos esboçava um início de subida na escada, os demais o espancavam (evitando assim a água gelada).  Obviamente, após certo tempo, nenhum dos macacos se arriscava a subir a escada, apesar da tentação.</p>
<p>Os cientistas decidiram então substituir um dos macacos. A primeira coisa que o macaco novo fez foi tentar subir na escada. Imediatamente os demais começaram a espancá-lo. Após várias surras o novo membro dessa comunidade aprendeu a não subir na escada, embora jamais soubesse por que.</p>
<p>Um segundo macaco foi substituído e ocorreu com ele o mesmo que com o primeiro. O primeiro macaco que havia sido substituído participou, juntamente com os demais, do espancamento.</p>
<p>Um terceiro macaco foi trocado e o mesmo (espancamento, etc) foi repetido. Um quarto e o quinto macaco foram trocados, um de cada vez, com intervalos adequados, repetindo-se os espancamentos dos novatos quando de suas tentativas para subir na escada.</p>
<p>O que sobrou foi um grupo de cinco macacos que, embora nunca tenham recebido um chuveiro frio, continuavam a espancar todo macaco que tentasse subir na escada.</p>
<p>Se fosse possível conversar com os macacos e perguntar-lhes por que espancavam os que tentavam subir na escada &#8230; Aposto que a resposta seria:</p>
<p>“Eu não sei. Essa é a forma como as coisas são feitas por aqui.”</p>
<p>Isso, ou esse comportamento, essa resposta, não te parecem familiar?”</p>
<p>Esse texto termina com uma reflexão bastante séria que deveremos fazer sobre os nossos paradigmas (pessoais e empresariais):</p>
<p><em><strong>“Somente duas coisas são infinitas: O universo e a estupidez humana. E não estou seguro quanto ao primeiro.” </strong>(</em>Albert Einstein)</p>
<p>Segundo Neil Rackham: “Vender já não é sinônimo de persuadir, mas de detectar as necessidades do cliente, compreender seus problemas e procurar resolvê-los”. <strong>Esse é o NOVO PARADIGMA DE VENDAS!</strong></p>
<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/05/targetaudience.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-544" title="targetaudience" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/05/targetaudience.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p><strong>O paradigma que acabamos de ler tem tudo a ver com os processos de vendas e metodologias&#8230; Isso acontece também em sua empresa?</strong></p>
<p>Além da cultura das pessoas, temos a cultura da empresa que muitas vezes está consolidada e não são questionadas, incorrendo no mesmo erro. <strong>Precisamos estar preparados para implementarmos as mudanças que o Novo Paradigma de Vendas nos apresenta</strong>.</p>
<p>Para concluir o que eu quero deixar para todos os presidentes, diretores, gestores, funcionários de uma maneira geral, é que NÃO adianta investirmos em <strong>Tecnologias, Metodologias, Sistemas se não considerarmos o DESAFIO da mudança cultural do ser humano e da cultura empresarial</strong>. Sem o engajamento “dele” em nossos processos não conseguiremos alcançar nossas metas em sermos mais produtivos e mais eficazes em nossas ações na busca dos resultados empresariais – a sustentabilidade e a perenidade de sua empresa no mercado.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=540" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Os farmers não são predadores?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 19:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/fishing-bear1-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="fishing-bear1-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*
Na última parte desta série, buscamos unir os temas das partes 2 e 3. Se os vendedores podem ser comparados a predadores, os caracterizados como farmers também poderiam? Ou seriam casos especiais na área de vendas, com perfil totalmente diferente?
Em minha opinião, a atividade de vendas e a competitividade intrínseca da mesma são o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Colaborador convidado*</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Na última parte desta série, buscamos unir os temas das partes 2 e 3. Se os <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas">vendedores</a> podem ser comparados a predadores, os caracterizados como <a href="http://metasdevendas.com.br/a-verdadeira-natureza-do-farmer">farmers</a> também poderiam? Ou seriam casos especiais na área de vendas, com perfil totalmente diferente?</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Em minha opinião, a atividade de vendas e a competitividade intrínseca da mesma são o que nos possibilita a comparação com os predadores, e os &#8216;farmers&#8217; não são uma exceção! Apenas são predadores de um tipo diferente.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Voltando à nossa analogia com a natureza, observamos que os predadores podem ser classificados em dois grandes tipos:</p>
<ul>
<li><strong>NÔMADES</strong>: acompanham as manadas, mudam de campo de caça se o atual não estiver satisfatório, caçam uma grande variedade de presas diferentes, não se apegam a lugar algum em especial. São ágeis e flexíveis em relação a seus hábitos.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>DE TERRITÓRIO</strong>: caçam sempre em um mesmo local, muitas vezes defendendo-o com ferocidade. São especializados em um tipo de presa e caçam de forma consciente para não esgotar os recursos disponíveis. São pacientes e determinados.</li>
</ul>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">É óbvio que o farmer é um caçador territorialista. Como vendedor, fixa-se em um cliente e defende sua posição contra os concorrentes. Especializa-se no negócio do cliente e atua parcimoniosamente, com vistas à convivência de longo prazo.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Quais outras características precisam fazer parte do comportamento deste predador especializado?</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Em primeiro lugar o conhecimento do território. O cliente deve ser perfeitamente conhecido e o vendedor deve se sentir à vontade na empresa que atende sempre se fazendo presente. Depois é preciso que este vendedor adote e pratique hábitos de forma consistente, para que seja natural ao tratar diariamente com o cliente. Por fim, é desejável que o profissional se especialize com razoável profundidade no negócio do cliente e nas suas ofertas, atuando muitas vezes como <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce">consultor</a>.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><img class="size-medium wp-image-231 alignleft" title="Os farmers não são predadores?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/fishing-bear1-300x219.jpg" alt="Os farmers não são predadores?" width="300" height="219" />Essas três características também definem o predador de território. É como um urso pardo que conhece todos os caminhos de suas montanhas e diariamente busca seus peixes no rio e os apanha sem dificuldade pois conhece seu comportamento.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">No entanto, não devemos pensar que o farmer é um animal inofensivo. Como todo predador, ele ataca. E como todo predador de território, ataca qualquer um que ele perceba como ameaça ao seu território. Por isso, é complicado fazer com que o restante do time, em especial outros vendedores, convivam com ele no mesmo cliente.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Um defeito do farmer é sua previsibilidade.  Como toda criatura de hábitos arraigados, ele é muito previsível. Isso pode transformar o vendedor/ caçador em presa, em especial dos concorrentes. A <a href="http://www.slideshare.net/Positioningrma/gpv-corporativo-positioning-2009-1529505">gestão de vendas</a> deve apoiar o profissional no sentido de mantê-lo bem informado e adequadamente preparado para enfrentar essas ameaças eventuais.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Esses defeitos, no entanto, são largamente compensados pelo retorno que o farmer traz no médio/longo prazo. <em>Cross-selling</em>, aumento de receita e margem, parcerias estratégicas com o cliente são exemplos dos resultados que podemos esperar, desde que o farmer seja realmente o predador de território que precisamos.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Um último aviso: um farmer que aparenta ter as características corretas mas que não é de fato um vendedor, um real predador, põe em risco os <a href="http://metasdevendas.com.br/como-acelerar-resultados-de-vendas">resultados</a> da empresa ao perder sua identidade e passar a se considerar mais parte do cliente do que qualquer outra coisa. Neste momento, ele passa a privilegiar o cliente em detrimento da empresa que o emprega, dando descontos, ampliando escopo de serviços, exigindo SLAs acima do que foi contratado, por exemplo.</p>
<p>Um verdadeiro predador jamais perderá sua identidade assim, pois conta com seu &#8216;instinto&#8217; para guiá-lo na forma de uma elevada auto-estima, uma pontinha de egocentrismo e uma boa pitada de competitividade. E não são essas simpáticas características que nos fazem gostar tanto de nossos vendedores?</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=223" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A verdadeira natureza do &#8216;farmer&#8217;</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 18:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/3402786266_ed8fc21e28-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="3402786266_ed8fc21e28-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*
Na área de vendas, com o tempo, estabeleceu-se a distinção entre dois tipos &#8216;clássicos&#8217; de profissionais de vendas: o hunter (caçador) e o farmer (fazendeiro). O primeiro se encaixa com naturalidade na nossa comparação prévia com predadores. O segundo, no entanto, é controverso.
A missão do farmer é cultivar o cliente, na visão de alguns. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/3402786266_ed8fc21e28.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-221" title="A verdadeira natureza do farmer" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/3402786266_ed8fc21e28-300x225.jpg" alt="A verdadeira natureza do farmer" width="300" height="225" /></a>Colaborador convidado*</p>
<p>Na área de vendas, com o tempo, estabeleceu-se a distinção entre dois tipos &#8216;clássicos&#8217; de profissionais de vendas: <a href="http://saoexperience.blogspot.com/2009/11/hunter-x-farmer-como-voce-se-define.html">o hunter (caçador) e o farmer (fazendeiro)</a>. O primeiro se encaixa com naturalidade na nossa comparação prévia com predadores. O segundo, no entanto, é controverso.</p>
<p>A missão do farmer é cultivar o cliente, na visão de alguns. Seduzir constantemente, conquistar diariamente, são alguns outros termos bastante simpáticos. Explorar um cliente comercialmente de forma consistente, recorrente e no longo prazo, ampliando receita e margem, descrevem melhor a atividade deste <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas">profissional de vendas</a>.</p>
<p>Nas organizações em que conheci o farmer, ele ocupava cargos operacionais e não era nem da área de vendas! Só isso ilustra o caráter dicotômico da função.</p>
<p>Algumas observações que colhi com o tempo, sobre a atuação deste profissional:</p>
<ul>
<li>O farmer não pode ser um vendedor, em hipótese alguma.</li>
</ul>
<ul>
<li>O farmer é um gerente de projetos com atribuições comerciais.</li>
</ul>
<ul>
<li>O farmer é um vendedor com menos apetite que os outros.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não se pode atribuir metas de vendas a um farmer.</li>
</ul>
<ul>
<li>O melhor farmer da organização é sua alta direção.</li>
</ul>
<p>Na grande maioria dos casos, o profissional que efetivamente exercia a função recebia várias denominações, tais como &#8216;gestor de contratos&#8217;, &#8216;gerente de atendimento&#8217;, &#8216;gerente de produção&#8217; ou mesmo &#8216;gerente de &#8230;&#8217; (substitua os três pontinhos pelo nome de uma área de negócio, como fábrica de software ou outsourcing de impressão).</p>
<p>Os resultados costumam falar por si. As empresas saudáveis (tanto financeira quanto emocionalmente) tendem a reconhecer que o tão falado farmer é um profissional de vendas (essa também é a minha opinião) e deve ser tratado como tal, com uma eficaz gestão de vendas.</p>
<p>Então isso significa que o farmer é um vendedor como outro qualquer? De forma alguma. E para entendê-lo um pouco melhor vamos recorrer à antropologia moderna e a um conceito bastante interessante, o casamento por rapto ou a captura da noiva.</p>
<p>Em várias sociedades antigas, o homem era proibido de se casar com mulheres de sua própria tribo, clã ou aldeia. Ele tinha de atacar e raptar sua noiva de outros grupos. De fato, J. F. McLennan (1827-1881), em seu<a href="http://www.archive.org/details/cu31924101874190"> livro Primitive Marriage</a>, de 1865, buscava demonstrar que essa foi a primeira forma de união estável. Sendo isso verdade ou não, essa prática continou enquanto a humanidade progredia e se instituiu mesmo em sociedades em que o casamento monogâmico já tinha se estabelecido. Em outras palavras, faz parte indissociável da psique humana.</p>
<p>O que isso tem a ver com o nosso profissional de vendas que precisa atender a um cliente, anos a fio, sempre buscando melhores resultados sem desanimar e com competência? Bem, raptar a noiva é um ato de predação, de ataque, mas não é aí que está o segredo. Como todo casamento, o segredo do sucesso não está na cerimônia e sim no convívio diário.</p>
<p>Imaginem o que os nossos ancestrais tinham que passar para que fossem aceitos e convivessem pelo restante de suas vidas com mulheres que haviam raptado, muitas vezes matando pais e irmãos no processo. É um processo de grandes implicações emocionais, onde o homem precisava, ao mesmo tempo, entender profundamente e respeitar a cultura da mulher raptada e aos poucos introduzir sua própria cultura.</p>
<p>E esse é o segredo do farmer: conhecer o cliente em profundidade sem jamais perder a própria identidade. Dia após dia, aprofundar seu conhecimento na cultura do cliente sem nunca deixar de catequizá-lo em relação à suas propostas de venda. &#8220;Conquistar sua noiva diariamente, após tê-la raptado&#8221;.</p>
<p>A analogia em questão é propositadamente exagerada para ressaltar a importância do trabalho deste profissional e para que possamos apreciar o quanto esta atuação é difícil.</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=219" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Os vendedores são predadores?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 12:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/537646884_c02bf55922-150x150.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="537646884_c02bf55922-150x150" /><span></span>
Colaborador convidado*
Ambos caçam, de certa forma. A caçada tem um componente de incerteza que é minimizado pela adequação do caçador, preparação e planejamento. A venda, idem.
O predador tem características peculiares: instrumentos (garras, dentes, agilidade, velocidade, etc) e personalidade ou índole (agressividade, competitividade, ferocidade, etc) que facilitam sua sobrevivência. Bom, os vendedores também! Pelo menos, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/10259776@N00/537646884/"><img class="alignleft size-medium wp-image-210" title="Os vendedores são predadores?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/537646884_c02bf55922-300x222.jpg" alt="Os vendedores são predadores?" width="300" height="222" /></a><strong></strong></p>
<p><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p><strong>Ambos caçam, de certa forma. A caçada tem um componente de incerteza que é minimizado pela adequação do caçador, preparação e planejamento. A venda, idem.</strong></p>
<p>O predador tem características peculiares: instrumentos (garras, dentes, agilidade, velocidade, etc) e personalidade ou índole (agressividade, competitividade, ferocidade, etc) que facilitam sua sobrevivência. Bom, os <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce">vendedores</a> também! Pelo menos, os que dão resultado…</p>
<p>Mas a análise começa a ficar produtiva quando observamos, na natureza, que os predadores são, sem exceção, criaturas especializadas. Não existe predador genérico, que cace de tudo e coma qualquer coisa (esses não são predadores, são lixeiros, como os abutres e hienas). Todo predador é especialmente adaptado para um tipo de presa e situação.</p>
<p>Como as águias, alguns voam e enxergam muito bem. Mergulham e pegam um peixe dentro do lago antes mesmo que o pobre perceba alguma coisa, descendo dos céus a mais de 100 km/h. Mas alguém já viu uma águia carregando um cavalo pro ninho?</p>
<p>Outros, são fortes, velozes, ágeis e ferozes, como as leoas. Elas caçam uma grande variedade de animais, desde filhotes de javali até elefantes adultos. Caçam sós, caçam em bando, mas ninguém nunca verá uma leoa adulta e experiente encarando uma presa sem antes avaliar muito bem as chances de sair vitoriosa! Por isso, vemos frequentemente um búfalo passar a poucos metros de um leão sem ser incomodado e leões bebendo água na mesma lagoa que vários outros animais que, em outras circunstâncias, iriam parar na sua barriga.</p>
<p>Isso ocorre em função de uma lei da natureza pouco lembrada mas inevitável: <strong>TODO PREDADOR PRECISA RECEBER MAIS ENERGIA DE SUA PRESA DO QUE GASTOU CAÇANDO.</strong></p>
<p><strong>Os vendedores não são diferentes!</strong></p>
<p>Tão importante quanto a preparação (treinamento, capacitação, formação) e o planejamento (<a href="http://metasdevendas.com.br/uma-questao-de-foco">foco</a>, portfólio, pipeline, <a href="http://metasdevendas.com.br/pipeline-e-forecast-sao-cunhados">forecast</a>, <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-2-account-control">account planning</a>) é a adequação do vendedor. <strong>Um vendedor bem capacitado, com um planejamento bem feito, não apresentará resultados tão bons se não tiver o perfil adequado para aquele tipo de venda.</strong></p>
<p><strong>Da mesma forma que um golfinho não caça carneiros, não costuma ser compensador estipular metas e objetivos para a sua equipe de vendas se não estiverem alinhados com seu perfil. São quatro os itens a serem considerados para definir tal alinhamento:</strong></p>
<ul>
<li>PORTE: o predador caça animais que estão dentro de sua capacidade de ataque, ou seja, nem tão grandes (de modo a não serem mais fortes que ele) nem tão pequenos (de modo a fornecerem a quantidade necessária de ‘energia’). Da mesma forma, o vendedor deve atender contas que estejam de acordo com a sua capacidade de dar resultado.</li>
</ul>
<ul>
<li>MEIO AMBIENTE: um predador aquático não caçará na terra e vice-versa. Os vendedores tendem a se especializar em segmentos e áreas e, apesar de poderem diversificar sua atuação, dão mais resultados quando atuam em territórios nos quais se especializaram.</li>
</ul>
<ul>
<li>SENTIDOS ALERTA: a maior qualidade de um predador não são suas ‘armas’ (garras, dentes, etc.) mas sim seus sentidos (visão, olfato, audição, etc.). O que faz uma leoa decidir qual presa atacar é a observação cuidadosa, não o impulso de momento. O vendedor de alta performance está sempre atento ao que acontece com suas ‘presas’, estando sempre bem informado.</li>
</ul>
<ul>
<li>EXPERIÊNCIA: acima de tudo, os grandes predadores modernos são bem sucedidos por que aprendem com seus erros. Filhotes de ursos são picados muitas vezes pelas abelhas até aprenderem a pegar o mel. Um vendedor que sofreu uma grande derrota costuma ser um vendedor mais sábio, que pode aplicar a estratégia de seu adversário de ontem contra o concorrente de amanhã.</li>
</ul>
<p>No mais, fique atento: se mesmo após todas as considerações acima o vendedor não der resultados… ele provavelmente é um herbívoro! Dê a ele a chance de ser feliz e lhe arrume um pasto verde e tranquilo, bem longe da área de vendas.</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=209" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vender e Caçar</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vender-e-cacar</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 15:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/4081089238_c33042fea1_o-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="4081089238_c33042fea1_o-150x150" /><span></span>
Colaborador convidado*
A atividade de vendas é uma empreitada profissional cujo sucesso independe de intuição ou sorte e, como qualquer atividade profissional, progride com a aplicação de métodos, processos e práticas adequadas.
No entanto, mais do que boa parte das demais disciplinas profissionais modernas em vendas, os métodos, processos e práticas dependem intrinsecamente da pessoa que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/vproart/4081089238/sizes/o/in/set-72157622789481030/"><img class="alignleft size-medium wp-image-204" title="Vender e caçar" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/4081089238_c33042fea1_o-300x225.jpg" alt="Vender e caçar" width="300" height="225" /></a></p>
<p><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p>A atividade de <a href="http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia">vendas</a> é uma empreitada profissional cujo sucesso independe de intuição ou sorte e, como qualquer atividade profissional, progride com a aplicação de métodos, processos e práticas adequadas.</p>
<p>No entanto, mais do que boa parte das demais disciplinas profissionais modernas em vendas, os métodos, processos e práticas dependem intrinsecamente da pessoa que os aplica. E as pessoas, variável muitas vezes imponderável, não se ajustam automaticamente aos processos que definimos. Escolher as pessoas certas é tão vital para a obtenção dos resultados que almejamos quanto a metodologia que usamos. Neste aspecto, é rica a leitura de <a href="http://gmj.gallup.com/content/1144/first-break-all-rules-book-center.aspx">‘First, Break All The Rules’</a> (Marcus Buckingham and Curt Coffman, 1999).</p>
<p>Por isso, proponho a você que se pergunte por um minuto&#8230; de onde vieram as características que os <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas"><strong>bons profissionais de vendas</strong></a> de hoje demonstram? E para responder a essa pergunta, vamos fazer uma pequena viagem no tempo.</p>
<p>O comércio é mais antigo que a invenção da escrita, mas a área de vendas como nós conhecemos, começou de verdade com o surgimento da classe burguesa na Europa medieval, ou seja, há 500, 600 anos. É claro que muita coisa mudou e nossas estratégias de vendas são fruto, na verdade, do período pós-revolução industrial. Temos mais ou menos um século de trabalho focado em vendas como nós conhecemos hoje.</p>
<p>Se considerarmos que o homo sapiens (nós, seres humanos modernos) surgiu a aproximadamente 150 mil anos atrás, podemos dizer que praticamos a arte de vender e comprar de forma metódica e sistematizada há menos de 0,07% de nossa existência enquanto espécie, correto?</p>
<p>Mas será que tudo o que a evolução nos ensinou durante milhões de anos e que resultou em nosso desenvolvimento enquanto animais racionais e nosso sucesso como espécie durante 150 mil anos não contribuiu em nada para o que fazemos hoje, em nossa vida ‘moderna’? Eu acredito que sim!  Carregamos em nossa psique as marcas do instinto de nossos antepassados longínquos, disfarçadas de hábitos e tendências que combinados resultam no que chamamos hoje de talento.</p>
<p>Para simplificar esta análise, proponho fazermos uma analogia entre o ato de caçar e o ato de vender. Gostaria de ouvir suas opiniões  e dizer que na segunda parte deste artigo exploraremos mais esta analogia.</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=199" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Estímulo: uma via de muitas mãos</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/estimulo-uma-via-de-muitas-maos</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 11:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/492882480_6b6a204cd7-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="492882480_6b6a204cd7-150x150" /><span></span>
A palavra estímulo tem muitos significados e cada um deles a concebe de uma maneira diferente. Recomendo a leitura da excelente monografia “Motivação: por que estímulos semelhantes causam efeitos diferentes?”, de autoria do Prof. Eronildes Manoel Dos Santos.
Estímulo é sinônimo de motivação e o que motiva um pode desmotivar outro. Por isso é tão comum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/56597995@N00/492882480/"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/492882480_6b6a204cd7-300x208.jpg" alt="" title="Estímulo: uma via de muitas mãos" width="300" height="208" class="alignright size-medium wp-image-474" /></a></p>
<p>A palavra estímulo tem muitos significados e cada um deles a concebe de uma maneira diferente. Recomendo a leitura da excelente monografia <a href="http://br.monografias.com/trabalhos3/estimulos-semelhantes-efeitos-diferentes/estimulos-semelhantes-efeitos-diferentes.shtml"><strong>“Motivação: por que estímulos semelhantes causam efeitos diferentes?”</strong></a>, de autoria do Prof. Eronildes Manoel Dos Santos.</p>
<p><strong>Estímulo é sinônimo de motivação e o que motiva um pode desmotivar outro. Por isso é tão comum ver as empresas se debatendo com diferentes opções de estímulos para seus colaboradores, sem chegar a uma conclusão definitiva. Trata-se de um dilema.</strong></p>
<p>Falar de estímulos de maneira ampla é muito ambicioso. Os fatores de estimulação pessoal são muitos e não coincidentes provém de diferentes origens: salário, carreira, desafio, reconhecimento público, possibilidades de aprendizado, etc. Portanto, neste post proponho analisarmos um pouco mais em detalhe o estímulo oferecido aos vendedores. A Catho faz uma análise interessante sobre o tema em seu artigo <strong><a href="http://www3.catho.com.br/salario/action//artigos/Remuneracao_aplicada_para_areas_comerciais.php">“Remuneração aplicada para áreas comerciais”</a>. </strong></p>
<p>Vendedores são seres humanos como todos nós, sendo estimuláveis pelos mesmos fatores que motivam os outros funcionários da empresa. Porém, dadas as características de seu trabalho, os vendedores tendem a se motivar principalmente pelo <a href="http://metasdevendas.com.br/metas-sao-tudo-na-vida">atingimento de suas metas de vendas</a> e pelas conseqüências implícitas (geralmente de ordem financeira). Deixando de lado outras questões, vamos examinar mais detidamente o aspecto do reconhecimento financeiro.</p>
<p><a href="http://www.skywalker.com.br/artigos/corpo.php?id=16"><strong>Vendedores são premiados pelos resultados de vendas com comissões e/ou bônus direcionais</strong></a>. <strong>Qual dos dois é melhor? Essa resposta não existe, pelo menos de forma tão simplista.</strong> As comissões pagas sobre o atingimento de quotas anuais de vendas representam a forma mais direta de pagamento por performance. No entanto, nem sempre o comissionamento é o caminho mais adequado. Pense nas seguintes situações:</p>
<ul>
<li>Novas ofertas, que implicam em desenvolvimento de mercado e que levam muito tempo para escalar.</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce"><strong>Vendas consultivas</strong></a> de ciclo longo (ou mesmo muito longo), como em projetos de alto valor agregado. Às vezes ganhar uma concorrência para construir uma usina hidroelétrica, uma estrada, uma fábrica, etc, pode ser um trabalho de anos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Na contramão, vendas no varejo (resultados de um super-mercado, ou de um magazine, por exemplo) são influenciados por múltiplos fatores, alguns fora do controle da diretoria de vendas.</li>
<li>E poderíamos citar muitos outros casos.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, os bônus, muitas vezes chamados de direcionais porque visam direcionar estrategicamente as forças de vendas, podem também não ser a ferramenta mais adequada:</p>
<ul>
<li>Para vender carros numa concessionária, eletrodomésticos em uma loja tipo Casas Bahia, ou até mesmo software e serviços especializados. Nesse caso, o velho e tradicional comissionamento ainda é o caminho mais curto para fazer os objetivos de vendas.</li>
</ul>
<p><strong>E dá para pensar na junção dos dois tipos de estímulos? Claro!</strong> Na verdade, em vendas consultivas isso é muito comum. Nesse caso o comissionamento estimula resultado a curto prazo (quota do trimestre, do ano) e os bônus direcionam o esforço na direção correta (vender o produto estratégico, distribuir homogeneamente as vendas ao longo do ano, melhorar a margem de vendas, vender mais serviços que produtos, etc).</p>
<p><strong>Três questões primordiais se colocam:</strong></p>
<ul>
<li>Quando utilizar cada tipo de estímulo?</li>
</ul>
<ul>
<li>Como criar um modelo adequado de uso de cada instrumento?</li>
</ul>
<ul>
<li>Como medir os resultados?</li>
</ul>
<p>Não cabe neste espaço uma resposta muito aprofundada, portanto vamos discorrer sobre as generalidades mais importantes:</p>
<ol>
<li>Comissões pagam genericamente pelos resultados de volume, mas não direcionam.</li>
<li> Quem ganha comissões só se sente estimulado se a quota for justa e se sua chance de atingi-la for concreta.</li>
<li>Os bônus são ideais para direcionar estrategicamente os resultados.</li>
<li>Funcionam melhor quando utilizados conjuntamente com comissionamento.</li>
<li>Criar um bom modelo de remuneração variável não é trabalho para o diretor de vendas, que nesse caso será o cliente. Esse é um trabalho para o RH, idealmente em parceria com uma área especializada em “planos de vendas”. Eu trabalhei em algumas grandes empresas de TI onde a área de Planos de Vendas era uma diretoria.</li>
<li>A mensuração de resultados depende em grande parte do estabelecimento prévio de métricas inteligentes. Mesmo no pagamento puro e simples de comissões as métricas são importantes (por exemplo, remunera-se vendas novas e vendas na base de clientes de forma diferente).</li>
</ol>
<p>Para finalizar, sugiro a vocês não tratar o assunto de estímulos superficialmente. Trata-se de algo crucial para os resultados, para a motivação das pessoas e, arrisco dizer, para a subsistência do negócio.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=191" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vendas bem sucedidas: Sorte ou Competência?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Marcelo Lessa Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
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		<category><![CDATA[vendedor consultor]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/trevo-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="trevo-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*

O papel do executivo de vendas num mercado altamente competitivo e em busca contínua por resultados é um grande desafio. Fala-se muito das habilidades comportamentais e técnicas deste profissional como requisito essencial para o seu sucesso, mas, é importante reforçar, que além destes fatores, um bom planejamento de contas é imprescindível para viabilizar vendas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/7186217@N04/2848902985/"><img class="alignleft size-medium wp-image-165" title="Vendas bem sucedidas" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/trevo-300x225.jpg" alt="Vendas bem sucedidas" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>O papel do executivo de vendas num mercado altamente competitivo e em busca contínua por resultados é um grande desafio. </strong>Fala-se muito das habilidades comportamentais e técnicas deste profissional como requisito essencial para o seu sucesso, mas, <strong>é importante reforçar, que além destes fatores, um bom planejamento de contas é imprescindível para viabilizar vendas bem sucedidas e para manter um ciclo virtuoso de confiança com o seu cliente.</strong></p>
<p>O tão defendido Account Planning é, muitas vezes, simplificado e até mesmo ignorado pelo vendedor por uma questão de excessiva autoconfiança, prioridade (interesse) ou desconhecimento metodológico. <strong>No mercado corporativo de TI, onde vendas complexas e estratégicas requerem um papel consultivo do vendedor, conhecer bem o seu cliente não é uma opção, mas uma questão de competência.</strong> Significa identificar suas necessidades, os influenciadores da compra e alinhar interesses estratégicos. É necessário mapear as oportunidades presentes e futuras, o que implica em conhecer a conta do ponto de vista de negócio e do seu ambiente de TI.</p>
<p>Um bom planejamento de conta não pode ter como objetivo desenvolver um documento estático e, supostamente preciso no tempo. Tão importante quanto o resultado final é o processo de discussão e alinhamento, com todas as partes envolvidas da organização, inclusive o próprio cliente e parceiros.</p>
<p><strong>Um método confiável, padronizado e aplicado sistematicamente passa pelas seguintes etapas:</strong></p>
<p>1.    Definição de um book padrão de informações;</p>
<p>2.    Ciclo de coleta de dados, visitas, entrevistas e pesquisa;</p>
<p>3.    Documentação e elaboração do plano;</p>
<p>4.    Workshop para alinhamento e revisão das informações;</p>
<p>5.    Validação executiva do Plano de Negócios.</p>
<p>A partir da validação do Account Planning, o processo de execução deve realimentar e atualizar o plano garantindo um processo dinâmico e com foco em resultados.</p>
<p>O Plano de Contas deve mapear como aumentar sua participação no orçamento do cliente e para isso, deve conter os seguintes tópicos:</p>
<ul>
<li>O seu atual posicionamento no cliente;</li>
</ul>
<ul>
<li>A concorrência e a sua participação na conta;</li>
</ul>
<ul>
<li>Qual a visão de futuro no cliente: potencial e plano de ação.</li>
</ul>
<p>Desta forma, vender não é uma questão de sorte. Requer um processo formal e maduro de planejamento e um plano de ação que devem ser revisados continuamente. Sem dúvida, é possível executar um processo de vendas bem sucedido de forma previsível, aumentando o seu volume de negócios e garantindo uma relação de confiança com os seus clientes.</p>
<p>* <em>Atua há 20 anos em TI com consultoria, projetos e na liderança de vendas e serviços. Atual VP de Vendas da CPM Braxis, tendo exercido as funções de diretor executivo da Braxis, co-fundador e diretor de comercial e de operações da Unitech Tecnologia, além de CIO de empresas do mercado. Mestre em Engenharia de Software pelo IPT/USP, MBA pela FGV-SP e Graduação em Ciência de da Computação pela UFBA.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=155" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vendedor Consultor (4): Planejando como ganhar os grandes negócios</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="142" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies1-150x1421.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies1-150x142" /><span></span>
Eu passei boa parte de minha vida atuando como vendedor e outra gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo uma coisa eu aprendi: em geral, embora não seja regra, vendedores odeiam planejamento. Existe até uma certa noção romântica de que vender é a arte da improvisação e que os grandes vendedores são aqueles que “saem jogando”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies1.jpg" alt="" title="bizcookies1" width="300" height="142" class="alignleft size-full wp-image-458" /></p>
<p><span>Eu passei boa parte de minha vida atuando como vendedor e outra gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo uma coisa eu aprendi: <strong>em geral, embora não seja regra, vendedores odeiam planejamento</strong>. Existe até uma certa noção romântica de que vender é a arte da improvisação e que os grandes vendedores são aqueles que “saem jogando”, em qualquer situação.</span></p>
<p>Sem desprezar a criatividade que é tão importante para o sucesso em vendas, nada mais falso do que a pouca importância dada ao planejamento para o sucesso em vendas. <strong>Na verdade, os grandes negócios devem ser tratados como projetos e portanto devem ser planejados</strong> (assista ao vídeo do consultor Eduardo Botelho falando de <span><span style="font-size: small;"><a href="http://www.commit.com.br/produto-262-curso---vol-01----o-planejamento-da-venda"><strong>Planejamento de Vendas</strong></a></span></span><span style="font-size: small;">). A disputa por um grande negócio merece a preparação de um cronograma (mesmo que mental) e um tratamento de projeto, pois envolve questões importantes relativas à alocação de mão de obra cara (pré-vendas e consultoria) e um timing que quando falho levará ao fracasso. Participar de uma licitação pública, ou de uma grande </span><span style="font-size: small;"><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Request_for_proposal">RFP (Request for Proposal)</a></strong></span><span style="font-size: small;"> privada, são definitivamente projetos, envolvendo muita gente e demandando liderança.</span></p>
<p>Porém mais que os simples aspectos de controle envolvidos num projeto, a questão do planejamento é fundamental para se ganhar grandes concorrências. Para fechar bons contratos é necessário conhecer bem o cliente, suas necessidades, os concorrentes envolvidos, os executivos decisores e o andamento do processo de compras. Isto nos leva a outras questões fundamentais. Antes de planejar nossa estratégia de ataque ao negócio, é necessário mapear a conta e a oportunidade, o que implica em visitas, realização de entrevistas, coleta de material e muita pesquisa. Só depois de conhecer bem a situação é que poderemos nos arriscar a começar o desenho de uma estratégia vitoriosa.</p>
<p><strong>Uma reunião de planejamento de negócio deve ser criteriosamente preparada pelo vendedor encarregado do mesmo, convidando outros profissionais para participar que possam agregar valor: seu chefe, pré-vendas, consultoria, finanças (a negociação pode implicar em concessões financeiras) e jurídico. </strong>As informações a serem apresentadas para discussão deverão ser blocadas por tópico relevante a saber: acesso ao poder decisório no cliente, aspectos relevantes da venda técnica e da negociação financeira e contratual (T’s&amp;C’s – Termos &amp; Condições). Para tanto, o vendedor deve se preparar de antemão.</p>
<p><strong>Com relação ao item acesso ao poder, devemos considerar:</strong></p>
<p>* Quem são as figuras relevantes no cliente: quem usa, quem decide, que apóia, quem avalia tecnicamente e quem paga?<br />
* Devemos obter a anuência do decisor para abrir portas para obter informações sobre pains e necessidades.<br />
* Devemos obter o apoio do decisor para nos ajudar a depurar a visão obtida.<br />
* O decisor deve aprovar nossa avaliação da situação.</p>
<p><strong>Com relação à venda técnica, é importante podermos responder a algumas questões relevantes:</strong></p>
<p>* Temos uma solução configurada sob medida para resolver as pains e necessidades do cliente?<br />
* A solução foi apresentada em todas as instâncias de poder?<br />
* Como nossa solução se compara à do concorrente melhor postado (pontos de vantagem e desvantagem)?<br />
* Se foi necessária uma prova de conceito, ela foi bem sucedida?<br />
* Quem usa e quem paga estão tecnicamente convencidos da solução apresentada?</p>
<p><strong>Finalmente, o desafio de fechamento do negócio, também deve ser atacado de forma estruturada:</strong></p>
<p>* Quem decide e quem paga aceitou as recomendações de compra de quem usa e de quem aprova tecnicamente?<br />
* Os problemas levantados com relação à proposta inicialmente apresentada estão todos resolvidos (problemas técnicos, financeiros, de atendimento, de delivery e contratuais)?<br />
* Como se compara nossa proposta financeira/contratual à do concorrente melhor postado?<br />
* Temos o aceite final da proposta?<br />
* O contrato foi entregue e depurado (ajustado) pelos jurídicos de ambas as empresas?<br />
* Contrato foi assinado?</p>
<p>Para que a reunião de planejamento de negócios seja ainda mais efetiva, sugere-se criar um formulário com todas as questões acima, ponderando a importância de cada questão e pontuando em função da assertividade das respostas. Com isso, a simples tabulação aritmética das respostas a cada questão já dará ao gestor de vendas um visão clara de quão próximos nos achamos de ganhar o negócio. Mas, além das questões tabuladas, é vital que o gestor de vendas seja incisivo e investigativo durante a reunião, para se assegurar que o processo de gestão de vendas está realmente sendo feito com qualidade e que todos os aspectos relevantes estão sob controle.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=144" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vendedor Consultor (3): explorando um pouco mais o tema</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-3-explorando-um-pouco-mais-o-tema</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Arouche</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies2-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies2-150x150" /><span></span>A venda executada pelo vendedor-consultor recebe diferentes nomes: venda complexa, venda consultiva, venda orientada ao cliente, venda de soluções, venda não manipuladora, entre outras. Seja qual for o nome dado, ela detém características muito relevantes com conseqüências igualmente importantes. Primeiramente elas são tipicamente B2B, isto é, entre empresas e tem alto valor. Outras características marcantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A venda executada pelo vendedor-consultor recebe diferentes nomes: venda complexa, venda consultiva, venda orientada ao cliente, venda de soluções, venda não manipuladora, entre outras. Seja qual for o nome dado, ela detém características muito relevantes com conseqüências igualmente importantes. Primeiramente elas são tipicamente B2B, isto é, entre empresas e tem alto valor. Outras características marcantes da venda consultiva são o ciclo longo e o custo elevado da venda.</strong></p>
<p><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies2.jpg" alt="" title="bizcookies2" width="300" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-453" /></p>
<p>O ciclo não é longo apenas porque o comprador ou o vendedor quer. É longo pela necessidade de interação entre as partes, até que o comprador esteja convencido de que aquela solução irá efetivamente resolver o seu problema. O ciclo longo exige que se mantenha um mínimo de controle sobre o processo e daí surge o funil de vendas (pipeline) e as ferramentas para gestão das oportunidades cujos temas por si só merecerão outro artigo (ou talvez um livro!). Medir a performance do vendedor mensalmente também não faz sentido. Novos vendedores exigirão mais atenção, pois haverá um período inicial de poucas vendas… e sem comissão.</p>
<p>O custo elevado ocorre em função do ciclo longo e da necessidade de alocar recursos de pré-venda. Neste aspecto é fundamental a etapa de qualificação da oportunidade. Trata-se da etapa inicial na qual devemos avaliar se temos chance efetiva de fechar o negócio. Somente depois disso é que a empresa deverá colocar recursos na oportunidade. Alocar recursos em oportunidades sem grandes chances pode ser fatal na vida das empresas, e o tempo é o mais crítico deles. O processo de qualificação é bastante simples: bastam cinco perguntas bem feitas (e bem respondidas) para você separar o joio do trigo. Difícil é praticar. Há vendedores (e gestores) que sentem necessidade de mostrar serviço e começam a “enxergar” oportunidade onde na realidade não há. Como “Best Practice” encontramos uma empresa em que de cada dez oportunidades, somente duas são qualificadas e uma resulta em negócio. Em outra encontramos também um negócio para cada dez oportunidades, mas neste caso não houve qualificação e para todas foram apresentadas propostas. O resultado final parece o mesmo, porém a primeira conseguiu o mesmo resultado com uma equipe menor, menos stress e com um custo de venda muito inferior. Em vendas consultivas  o projeto que irá  dar maior retorno a curto prazo é o de qualificação de oportunidades.</p>
<p>Se você atua em um setor onde a venda é consultiva, você precisa ter um processo de gestão  para acompanhar o ciclo das vendas através da pipeline, qualificar as oportunidades, não investir em oportunidades com poucas chances de sucesso e investir na capacitação de seus vendedores. Eles precisam aprender a criar valor para seus clientes. Boa sorte!</p>
<br/><p><a href="/email/?id=141" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vendedor Consultor (2): Account Control</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies3-150x150" /><span></span> 


Eu fico em dúvida em me classificar como um velho vendedor, ou um vendedor velho; talvez eu me encaixe em ambas as categorias. O fato é que passei mais de metade de minha vida vendendo, ou gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo tive oportunidade de refletir sobre os muitos aspectos que influenciam a eficácia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<div>
<div>
<p>Eu fico em dúvida em me classificar como um velho vendedor, ou um vendedor velho; talvez eu me encaixe em ambas as categorias. O fato é que passei mais de metade de minha vida vendendo, ou gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo tive oportunidade de refletir sobre os muitos aspectos que influenciam a eficácia em vendas: metodologia, geração de bons leads, qualificação correta de oportunidades, planejamento de negócios e account control. De todos esses fatores, se eu tivesse que escolher um, primordial, escolheria o account control.</p>
<p>Minha escola de vendas foi a IBM, na minha opinião a empresa com melhor conceito e aplicação de account control de todo o mercado. Os gerentes de negócios da IBM são soberbos nesse tópico, eles sabem tudo de account control. Nesta blogada vou tentar exprimir 30 anos de experiência em alguns parágrafos, o que certamente é uma temeridade.</p>
<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3.jpg"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3.jpg" alt="" title="bizcookies3" width="300" height="225" class="aligncenter size-full wp-image-450" /></a></p>
<p>Inicialmente, devo dizer que relacionamento é pré-requisito para um bom account control, mas não é condição suficiente. A base do account control é a confiança, e esta é impossível sem o relacionamento. Mas, raciocinando por absurdo, será que é possível ter account control sem relacionamento? Definitivamente não, por uma razão muito simples: em relacionamentos muito longos todo mundo, cedo ou tarde, “pisa no tomate, mesmo que seja uma pisadinha”. Nesse momento se o relacionamento não for bom, mesmo um perfeito account control vai para o brejo. Importante lembrar que quem compra não são as pessoas jurídicas, mas as pessoas físicas que as representam, e estas são movidas pelo emocional.</p>
<p>Vamos falar um pouquinho sobre relacionamento. Relacionamento é feito de partes iguais de empatia e cortesia profissional. A empatia é nata, mas pode ser desenvolvida, se nos mantivermos sempre atentos a aspectos como: atenção (saber ouvir), discrição, disponibilidade, respeito às opiniões alheias e interesse real pelas pessoas (que se escondem atrás dos profissionais). A cortesia em negócios é definitivamente resultado de treinamento e significa: dar feedback contínuo, responder rapidamente às demandas do cliente, ser pontual, ser comprometido, se interessar pelo profissional (desta vez não é a pessoa e sim o próprio profissional) com que nos relacionamos e procurar entender o negócio de nosso cliente. Todos esses aspectos representam a base conceitual de sustentação do chamado <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management">CRM</a></strong> (Customer Relationship Management).</p>
<p>A chave do account control é a fidelização do cliente. Fidelizar significa oferecer exatamente aquilo que o cliente precisa, e não aquilo que queremos vender. A quem se interessar mais pelo assunto sugiro o excelente artigo de Cristina Moutella, sobre <strong><a href="http://www.gerenciadordevendas.com.br/gerenciador/empresa/servicos/artigos/artigo_011.htm">“Estratégias de Fidelização”</a></strong>.</p>
<p><strong>Fidelizar é um processo de 4 passos:</strong></p>
<p><strong>1.    Conhecer melhor nosso cliente (empresa, profissionais e pessoas);<br />
2.    Conhecer suas necessidades e pains;<br />
3.    Interagir com o cliente;<br />
4.    Personalizar a forma como o serviço é prestado…sim, vender é um tipo de prestação de serviço (leia post sobre “Vendedor Consultor”). </strong></p>
<p><strong>Para finalizar, gostaria de relembrar algumas das atitudes comuns a vendedores inexperientes, que queimam todo o esforço para conseguir um bom account control. Cuidado com:</strong></p>
<p><strong>1.    Excesso de informalidade (nunca abuse da liberdade que o seu cliente lhe dá);<br />
2.    Falta de feedback;<br />
3.    Quebra de compromissos;<br />
4.    Contestar publicamente seu cliente;<br />
5.    Baixar a guarda com a qualidade contínua;<br />
6.    “One size fits all” (esquecer da personalização);<br />
7.    “Proximidade eletrônica” (estar “próximo” do cliente via e-mail, telefone, Messenger e outras traquitanas modernas);<br />
8.    “Chutar a bola sempre para o campo do cliente”,  sem entender que se trata de um jogo, onde o vendedor atua junto com seu cliente.</strong></p>
<p>E, <em>last, but not least,</em> cuidado com certos “sinais de fumaça”: cliente muito quieto, impaciente, ou irritado, piadinhas, ironia, dificuldade em agendar reuniões, e-mails e ligações sem resposta, cancelamento de compromissos. O inimigo pode estar dentro de sua casa, sem que você se dê conta.</p>
<p>E, último dos últimos, não atenda aos desejos de seus clientes e sim às suas necessidades. Mimar pode até deixar seu cliente momentaneamente feliz, mas jamais lhe abrirá as portas  do account control. É o mesmo conceito que aplicamos à educação de nossos filhos.</p>
</div>
</div>
<br/><p><a href="/email/?id=123" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vendedor Consultor (1)- isso faz sentido para você?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 11:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Arouche</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/2752835362_4085bf394b-150x150.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="2752835362_4085bf394b-150x150" /><span></span>
Se não faz sentido para você, é bom começar a prestar atenção. Os bons tempos do vendedor quando a principal virtude era o relacionamento ficaram para trás. Agora os tempos são outros. O vendedor deve saber construir valor, ter forte interação com os clientes e entender seus problemas melhor do que eles mesmos. Sim, agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/ajdagregorcic/2752835362/"><img class="size-medium wp-image-119 aligncenter" title="Vendedor consultor" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/2752835362_4085bf394b-300x150.jpg" alt="Vendedor consultor" width="300" height="150" /></a></p>
<p><strong>Se não faz sentido para você, é bom começar a prestar atenção.</strong> Os bons tempos do vendedor quando a principal virtude era o relacionamento ficaram para trás. Agora os tempos são outros. <strong>O vendedor deve saber construir valor, ter forte interação com os clientes e entender seus problemas melhor do que eles mesmos. </strong>Sim, agora o vendedor precisa ser um consultor. Não convenci? Então voltemos um pouco…</p>
<p>Segundo <strong>Neil Rackham</strong>, criador da metodologia de<a href="http://www.businessballs.com/salestraining.htm#needscreationselling"> <strong>“Spin Selling”</strong></a>, a abordagem de vendas depende fundamentalmente do perfil do comprador, podendo  resultar em três cenários:</p>
<p>1. O comprador conhece muito bem o que quer comprar, não quer gastar tempo com o vendedor e o que ele quer é o menor preço. Neste ambiente você deve reduzir seus custos. Se possível dispense sua equipe de vendas e recorra a canais alternativos. Você já pensou na internet? A Dell na década de 90 revolucionou a venda de micro-computadores através de uma logística fantástica e com vendas pela internet… sem vendedores.</p>
<p>2. O comprador busca uma parceria estratégica com recursos compartilhados entre empresas de forma que fica difícil saber quem é funcionário de qual companhia. Esta é uma condição muito peculiar e deve ser analisada de acordo com cada caso. Exemplo típico são as montadoras de veículos onde o fornecedor assume o papel de suprir peças ou conjuntos dentro da própria linha de montagem. Aqui a “venda” é feita em nível de diretoria envolvendo a alta administração das empresas e você também não precisa de vendedores.</p>
<p>3. Finalmente no terceiro cenário, o comprador precisa de ajuda para resolver um problema ou determinada situação. Ele não só está disposto a gastar tempo com o vendedor, como também espera que ele contribua para o melhor entendimento da situação e no desenho da solução. A seleção do fornecedor vai depender da capacidade do vendedor em atender tal necessidade. É neste ambiente que surge o vendedor-consultor, e não tenha dúvidas – este será o único tipo de vendedor que irá sobreviver a esta nova era.</p>
<p>A disposição para desenvolver em seus quadros o perfil do <a href="http://www.slideshare.net/augustocvp/o-vendedor-consultor"><strong>vendedor-consultor</strong></a> também deverá indicar quais empresas irão sobreviver. Sairão vitoriosas as companhias que definirem as características do ambiente de atuação e que investirem para aumentar a sua competitividade. No caso do primeiro cenário a solução consiste em diminuir os custos de vendas, já no terceiro deve-se investir na capacitação dos vendedores. Mas, cuidado: fazer um pouco de cada coisa, sem uma estratégia definida, poderá deixar sua empresa fora da competição.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=117" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pipeline e forecast são cunhados&#8230;</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/pipeline-e-forecast-sao-cunhados</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/forecast-pipeline-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="forecast-pipeline-150x150" /><span></span>Na política brasileira cunhou-se o termo &#8220;cunhado não é parente&#8221;. Para quem não sabe, a origem dessa velha história remonta ao caudilho Leonel Brizola quando se referia a seu malfadado cunhado, Jango Goulart.
A pipeline (ou funil de vendas) contém todas as oportunidades que estamos trabalhando num determinado momento. A pipeline pode conter inclusive oportunidades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na política brasileira cunhou-se o termo &#8220;cunhado não é parente&#8221;. Para quem não sabe, a origem dessa velha história remonta ao caudilho Leonel Brizola quando se referia a seu malfadado cunhado, Jango Goulart.</p>
<p>A <strong>pipeline</strong> (ou funil de vendas) contém todas as oportunidades que estamos trabalhando num determinado momento. A pipeline pode conter inclusive oportunidades que movemos para o &#8220;estacionamento&#8221; (que decidimos não trabalhar no momento, mas às quais voltaremos em ocasião oportuna). A pipeline é uma só, embora cada oportunidade tenha um dono, com nome e sobrenome: o vendedor que a trabalha.</p>
<p>O <strong>forecast</strong> (ou previsão de vendas) contém aquilo que antecipamos vender em prazos determinados (o usual é a 30D, 60D, 90D e +90D0). Já o forecast não é um só. Podemos ter muitos forecasts, conforme a visão pessoal de quem faz a previsão. Me explico: uma mesma e única oportunidade da pipeline pode resultar em diferentes forecasts, para os vários níveis da hierarquia de vendas.</p>
<p>Exemplificando:</p>
<ul>
<li> Um vendedor incluiu uma oportunidade &#8220;A&#8221; em sua pipeline e começou a trabalhá-la.</li>
</ul>
<ul>
<li> Num determinado momento ele resolve incluí-la em seu forecast. Nesse momento ele necessariamente antecipa o &#8220;quanto&#8221; ($) e o &#8220;quando&#8221; (data de fechamento).  Pode também colocar uma probabilidade de fechamento, embora isso não seja mandatório.</li>
</ul>
<ul>
<li> O forecast do vendedor é enviado para seu gerente, que olha a previsão para a oportunidade &#8220;A&#8221; e decide mudá-la antes de enviar para o diretor. Ele pode mudar o valor estimado e a data de fechamento.</li>
</ul>
<ul>
<li> O diretor, por sua vez, pode fazer a mesma coisa antes de enviar para o presidente.</li>
</ul>
<p>Assim, podemos dizer que uma só oportunidade da pipeline deu origem a três previsões distintas de vendas. Importante: o forecast do nível de cima não invalida o do nível de baixo. No exemplo que eu dei, são três interpretações diferentes, ou três fotos distintas, do mesmo fato gerador. Isso permite que, por exemplo, o diretor queira ver o forecast do vendedor antes de endossar o do gerente.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-445" title="forecast-pipeline" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/forecast-pipeline-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Existem alguns mitos comuns ao forecast. Um deles é que oportunidades com datas de fechamento mais próximas devem ser incluídas no forecast antes das mais distantes. Isso parece razoável, mas não necessariamente é verdade. </strong>Um vendedor pode ter algo com previsão de entrega para 30D e que ainda não tem budget alocado, enquanto uma outra oportunidade para entrega em 60D já tem budget alocado. É normal que ele inclua a segunda oportunidade no seu forecast e não inclua a primeira. E óbvio, pode ocorrer que o negócio não incluído no forecast feche antes daquele que foi incluído. Trata-se de um simples erro de previsão&#8230; e isso acontece.</p>
<p>Um outro mito é que oportunidades muito recentes (em termos de inclusão) deveriam ser incluídas no forecast depois da mais antigas. Isso é uma outra falsa verdade. Qual vendedor já não trabalhou uma oportunidade &#8220;encruada&#8221;, que levou meses para virar negócio, enquanto uma outra, novinha em folha, esquentou e fechou em poucas semanas?!</p>
<p>Como se vê, em gestão de vendas também se faz uma grande confusão entre pipeline e forecast, que “são cunhados, mas não são parentes”. <em>Cappice?</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=114" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Uma questão de foco</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 11:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/valor-web-25943-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="valor-web-25943-150x150" /><span></span>Num passado não muito longínquo, era vital convencer o cliente de que lhe oferecíamos um produto estratégico. Com a globalização, ele passou a ter um leque de fornecedores, todos lhe oferecendo “produtos únicos”, que no final do dia se mostram iguais devido ao fenômeno da “comoditização” das tecnologias. Ou seja, o cliente não consegue mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num passado não muito longínquo, era vital convencer o cliente de que lhe oferecíamos um produto estratégico. Com a globalização, ele passou a ter um leque de fornecedores, todos lhe oferecendo “produtos únicos”, que no final do dia se mostram iguais devido ao fenômeno da “comoditização” das tecnologias. Ou seja, o cliente não consegue mais distinguir o caráter único dos produtos e serviços que lhe oferecemos. Moral da história: comunicar o valor de nossa oferta para o cliente já não é mais suficiente.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-440" title="valor-web-25943" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/valor-web-25943-279x300.jpg" alt="" width="279" height="300" />O novo paradigma de vendas é: precisamos aprender a criar valor para nossos clientes. E como se produz esse milagre? Simplificando, por meio de um melhor atendimento. Nossos clientes perderam um pouco o respeito pelo vendedor tradicional, aquele que apenas comunica valor. Os clientes demandam de nossos vendedores mais conhecimento e a garantia de um nível de suporte muito alto. Como as técnicas de compras também se sofisticaram, discursos vazios não se sustentam por muito tempo.</p>
<p>Se concordamos que o novo caminho para o sucesso em vendas é criar valor para nossos clientes, a próxima pergunta que cabe é: <strong>o que é valor? “Valor = Benefícios – Custos”, ou seja, “valor é algo pelo qual o cliente esteja disposto a pagar” (<a href="http://neilrackham.com/">Neil Hackham</a>, autor de <a href="http://www.businessballs.com/salestraining.htm#needscreationselling">“Spin Selling”</a>).</strong> Vamos pensar um pouco no valor reconhecido na função de vendas: você estaria disposto a pagar pela visita de um vendedor? Não? Depende… Se o vendedor lhe trouxer informações importantes sobre o mercado e sobre seus concorrentes, se ele apontar caminhos para a solução de seus problemas com soluções personalizadas, se, em última análise, ele trouxer uma luz que auxilie sua empresa a mudar (com vantagens) a direção estratégica de seu negócio, então, certamente você pagaria por esta visita.</p>
<p>Na verdade, a coisa não é tão simples assim. <strong>Clientes têm perfis diferentes, com visões diversas sobre criação de valor. Quando se vende algo cujo valor é intrínseco (um quilo de carne, um litro de leite, um pacote de sabão em pó), o cliente tende a estreitar seu foco de valor em preço, qualidade e velocidade no atendimento. Porém, se o valor do que vendemos é extrínseco (um software, um automóvel, um apartamento), o comprador valoriza a assessoria e a ajuda prestada pelo vendedor, e por isso se dispõe a gastar tempo na busca da solução mais adequada. Finalmente, podemos também estar vendendo algo de valor estratégico (o projeto de uma nova fábrica, o projeto de uma auto-estrada, um iate com projeto desenvolvido especialmente para aquele comprador). </strong>Neste último caso, o cliente valoriza ao máximo as competências do fornecedor, de tal maneira que os papéis de comprador e vendedor se confundem, se transformando numa verdadeira parceria.</p>
<p>Neil Hackham qualifica respectivamente os três cenários de vendas acima como: venda transacional, venda consultiva e venda estratégica. Focando na venda consultiva, o bom atendimento esperado do vendedor se resume a três requisitos fundamentais: transparência, competência e solicitude. Se nós pensarmos no paradigma antigo, onde vendíamos produtos estratégicos, a competência seria, sim, o quesito mais importante. Num contexto de venda consultiva, onde o principal papel do vendedor é de ser um facilitador, auxiliando o cliente na configuração da solução mais aderente, definitivamente o quesito mais relevante é a solicitude.</p>
<p>Um vendedor solícito sabe ouvir, sabe perguntar e importa-se, de fato, com aquilo que é importante para seu cliente, pois a solução mais adequada é sempre construída de fora (cliente) para dentro (nossa empresa).</p>
<p>O bom atendimento resulta naturalmente na melhoria do relacionamento, o que abre portas para novas vendas, o que, por consequência, nos levará a atingirmos continuamente nossas metas de vendas. Como queríamos demonstrar.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=97" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 19:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[funil de vendas]]></category>
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		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Qualificação de oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[vendas consultivas]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/usar-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="usar-150x150" /><span></span>Está lá no dicionário: Oportunidade é “ocasião, ensejo, lance, circunstância adequada ou favorável, conveniência”.
Ou seja, assim como uma venda bem sucedida, uma oportunidade só é “quente” quando é uma circunstância adequada ou favorável para os dois lados da negociação. É quando há interesse mútuo claramente identificado.
Meio óbvio o que estou dizendo? Verdade&#8230; mas muita gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está lá no dicionário: <strong>Oportunidade é “ocasião, ensejo, lance, circunstância adequada ou favorável, conveniência”.</strong></p>
<p>Ou seja, assim como uma venda bem sucedida, uma oportunidade só é “quente” quando é uma circunstância adequada ou favorável para os dois lados da negociação. É quando há interesse mútuo claramente identificado.</p>
<p>Meio óbvio o que estou dizendo? Verdade&#8230; mas muita gente tem momentos de extrema dificuldade para ver as coisas como elas realmente são. Aliás, é da natureza humana em situações adversas evitar encarar as coisas de frente, deixar de analisá-las friamente e tomar as decisões mais adequadas em cada caso.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/23065375@N05/2247354856/"><img class="alignleft size-medium wp-image-91" title="Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/usar-300x200.jpg" alt="Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Primeiro, antes de sair vibrando que encontrou uma oportunidade e agarrá-la como se fosse a “oportunidade da vida” ou que “oportunidade não se desperdiça”, procure usar as melhores práticas para qualificá-la adequadamente antes de entrar “numa fria”.<br />
<strong><br />
Uma oportunidade mal qualificada certamente remeterá a ações que fatalmente lá adiante, o levarão a voltar várias casas como nos jogos de tabuleiro e obrigá-lo a refazer o que poderia ter sido feito em uma seqüência evolutiva, planejada estrategicamente e sucessivamente ajustada, avançando passo a passo. </strong>Caso contrário, haverá gasto de tempo e de dinheiro além do necessário para explorar adequadamente tal oportunidade e conquistar uma venda bem sucedida, por exemplo. Resultado neste caso: pode ser até que a venda aconteça, mas certamente sairá a um custo maior do que poderia ter sido. Em alguns casos, muitas empresas chegam posteriormente à conclusão que melhor teria sido renunciar à venda do que tê-la realizado. <strong>Afinal, se o custo da venda é excessivo, além dos padrões aceitáveis, alguém vai pagar por isso. Os clientes? Não, claro. Daí a empresa fornecedora termina por assumir tais prejuízos, reduzir suas margens e penalizar seus resultados.</strong></p>
<p><strong>Qualificar uma oportunidade, portanto, é fundamental para descobrir se ela é mesmo uma Oportunidade com “O” maiúsculo.</strong> Enquanto uma oportunidade não estiver totalmente qualificada, não se iluda e não siga adiante.  É melhor “voltar algumas casas” e ter seu questionário de qualificação totalmente respondido antes de evoluir achando que todas as necessidades estão entendidas. Faça isso se necessário antes de endereçar uma solução, de entregar uma proposta ou de provocar um fechamento precipitado. Descubra com quem está lidando&#8230; quem apoiará e por que, quem dificultará e por que e quem decidirá a compra. Descubra quais as principais “dores” a serem tratadas, quem é a concorrência, que vantagens/desvantagens ela leva, quais são as motivações para comprar da sua empresa, se tem capacidade para comprar, se existe verba prevista e para quando.</p>
<p>A empresa onde trabalho, que é especializada em consultoria de gestão de processos de vendas, vira e mexe recebe consultas de Diretores Comerciais que não entendem porque seus processos de vendas demoram a fechar ou fracassam apesar de seus vendedores serem dedicados, determinados e experientes. Na maioria dos casos, identificamos que essas empresas ou não utilizam uma metodologia adequada de vendas, que passa obrigatoriamente por uma etapa de qualificação completa das oportunidades de negócios, ou não aplicam rigorosamente em sua plenitude essa etapa.</p>
<p>Em resumo: uma oportunidade só será “quente” quando nosso “termômetro” de qualificação da mesma apontá-la como tal.</p>
<p>E se o que você identificar não for de fato uma Oportunidade, então RENUNCIE! Não siga adiante, ainda que lhe doa muito essa decisão. Cuidado com os velhos ditados que dizem: “seja persistente, desistir jamais”.  Às vezes, o No Go é preciso.  “O guerreiro irá ganhar caso saiba quando lutar e quando não” (Sun Tzu – “A Arte da Guerra”). Sem perda de tempo, busque alavancar outras Oportunidades que ficarão “quentes”. Parodiando aquele comercial da Net&#8230; “saia da Sibéria” logo para não se arrepender depois de ter desperdiçado tempo, dinheiro e energia tentando tirar água de pedra!</p>
<p><strong>Felizes Oportunidades (qualificadas) a todos e Bons Negócios!!!</strong></p>
<br/><p><a href="/email/?id=87" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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