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	<title>Metas de Vendas &#187; gestão de vendas</title>
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	<description>Consultoria, Planejamento e Competitividade em Vendas</description>
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		<title>Governança em vendas: realidade ou sonho!</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 14:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio Westphalen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="300" height="172" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/08/peixe-300x172.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="Metas de vendas" /><span></span>Antigamente, para muitos, ser vendedor não era uma profissão. Ou pelo menos, não era uma profissão respeitada e havia um certo preconceito com o profissional. Dizer que fulano era vendedor era como dizer: não estudou ou não sabe fazer nada, então virou  vendedor.

Hoje o mercado evoluiu muito e ser vendedor já não é mais motivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Antigamente, para muitos, ser vendedor não era uma profissão.</strong> Ou pelo menos, não era uma profissão respeitada e havia um certo preconceito com o profissional. Dizer que fulano era vendedor era como dizer: <strong>não estudou ou não sabe fazer nada, então virou  vendedor</strong>.</p>
<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/08/peixe.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-554" title="Metas de vendas" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/08/peixe-575x330.jpg" alt="" width="575" height="330" /></a></p>
<p>Hoje o mercado evoluiu muito e ser vendedor já não é mais motivo de brincadeiras. Ao contrário, <strong>o profissional de vendas hoje é  altamente valorizado e bons vendedores são muito disputados pelas empresas</strong>. É uma carreira muito procurada e que pode trazer excelente remuneração para os profissionais realmente capacitados e eficientes.</p>
<p><strong>E do lado das empresas, o que evoluiu, quando abordamos a área de vendas? </strong>O avanço não foi tão significativo, especialmente quando nos referimos a serviços e produtos com longo ciclo de vendas, vendas complexas e de alto valor que demandam uma abordagem<br />
de vendas consultivas. E mais ainda, quando comparamos a área de vendas com as demais áreas da organização, tais como: manufatura (chão de fábrica), logística e finanças, por exemplo. Essas áreas há muito tempo tem seus processos organizados e controlados pelos seus “ERPs”, “WMS”, etc&#8230; Os profissionais dessas áreas já tem assimilados culturalmente esses recursos e os usam naturalmente em seu dia a dia do negócio. <strong>O grau de maturidade na execução de <a href="http://metasdevendas.com.br/a-importancia-de-se-ter-um-processo-comercial">processos </a>e utilização de ferramentas de controle nessas áreas já está bem mais avançado que na área de vendas.</strong></p>
<p>As organizações necessitam, e muitas já sentem falta, do que podemos chamar de uma <strong>Governança em Vendas</strong>. Um conjunto de processos, documentados, integrados, com execução pré-estabelecida em calendários, envolvendo todos os níveis da área de vendas e apoiado por<br />
ferramentas de controle acessíveis local e remotamente, via distintos meios. Exemplificando alguns processos, podemos falar de carteira de clientes, pipeline de oportunidades, forecast, análise de casos de sucesso ou perdas. A Governança em Vendas deve dar visibilidade sobre<br />
todas as oportunidades de negócios que são tratadas pelos profissionais de vendas da empresa. Ela deve aumentar significativamente a acuracidade das previsões de resultados e dar maior confiabilidade ao fluxo de caixa. Além disso, permite que a empresa invista nas oportunidades que realmente tem chance de sucesso, pois os custos de vendas, em projetos de alto valor e ciclo longo, não são nada desprezíveis.</p>
<p>A competitividade das organizações ganha muito quando se tem estabelecida a cultura e a prática da <strong>Governança em Vendas</strong>.</p>
<p>Foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/51813223@N00/2225264215/">Khalid Almasoud</a></p>
<br/><p><a href="/email/?id=552" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O Melhor Cliente</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 21:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="300" height="225" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/02/metas-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="metas de vendas" /><span></span>Tudo bem. Você já sabe quem é seu melhor cliente, com certeza. Cada um de nós tem um critério diferente para avaliar a qualidade de nossos clientes e, verdade seja dita, quem sou eu para querer lhe ensinar qual é a sua verdade.
No entanto, todos nós gostaríamos de ter coisas muito parecidas pois, afinal,todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tudo bem. Você já sabe quem é seu melhor cliente, com certeza.</strong> Cada um de nós tem um critério diferente para avaliar a qualidade de nossos clientes e, verdade seja dita, quem sou eu para querer lhe ensinar qual é a sua verdade.</p>
<p><strong>No entanto, todos nós gostaríamos de ter coisas muito parecidas pois, afinal,todos os que estão envolvidos com <a href="http://metasdevendas.com.br/vender-e-cacar">vendas</a> compartilham essa necessidade básica: <a href="http://metasdevendas.com.br/voce-pagaria-pelo-tempo-de-um-vendedor">vender</a>!</strong></p>
<p>O meu melhor cliente é aquele que:</p>
<p>- que precisa de mim e aceita minha ajuda;</p>
<p>- que me ouve quando tento de lhe contar algo importante;</p>
<p>- que tem regras claras para contratar e procura tratar com isonomia todosos fornecedores;</p>
<p>- que respeita o que contrata comigo;</p>
<p>- que me paga conforme o combinado!</p>
<p><strong>Pois é, nada demais, não é? Todos </strong><strong>os seus clientes são assim? Parabéns!</strong></p>
<p><strong><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/02/metas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-537" title="metas de vendas" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2011/02/metas.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></strong></p>
<p>Eu, pessoalmente, já tive muitos clientes que não eram exatamente assim. Uns mostravam a minha proposta ao concorrente, outros faziam leilão sem me contar, alguns ainda pegavam as minhas ideias e passava aos outros&#8230; sem contar as ‘renegociações’ de contrato, os atrasos sem justificativa e até, acreditem, algumas concordatas e falências.</p>
<p>Bom seria se este cliente pudesse ser o meu melhor cliente sem depender, em hipótese alguma, das pessoas que lá trabalham e dos seus humores. Mas isso não existe. Não existe na iniciativa privada mas… o governo é exatamente assim e por força de lei!</p>
<p>O governo aceita sua ajuda e chama isso de consulta pública. Ele te ouve e aindapor cima deixa registrado. As regras são as mesmas para todos e é incentivada a competição. Os contratos são respeitados e, é claro, se você ver o governo pedir falência é porque o resto todo já foi para o vinagre.</p>
<p><strong>A pergunta, na verdade, é: você vende para o Governo?</strong> Governo do Estado,do Município, Governo Federal, Executivo, Judiciário, Legislativo, Autarquias, Empresas Públicas, qualquer um? Não? Então, com um grau maior de segurança, posso dizer que você ainda não encontrou o seu melhor cliente.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=536" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Acuracidade de Forecast: sua empresa tem?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/acuracidade-de-forecast-sua-empresa-tem</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 11:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Explicação de Conceitos]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/acuracidadedevendas-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="acuracidadedevendas-150x150" /><span></span>Para começar a discussão, alguém aí poderia definir o que é Forecast de Vendas??
- &#8220;Tô fora, me inclua fora dessa&#8230;&#8221;
- &#8220;Previsão de vendas?&#8221;
Boa, mas essa resposta não basta. Afinal, Forecast de Vendas não pode ser entendido de forma tão simplista. Não é como se avaliam prognósticos de uma partida de futebol onde os analistas normalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Para começar a discussão, alguém aí poderia definir o que é <a href="http://metasdevendas.com.br/pipeline-e-forecast-sao-cunhados" target="_blank">Forecast de Vendas</a>??</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">- &#8220;Tô fora, me inclua fora dessa&#8230;&#8221;</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">- &#8220;Previsão de vendas?&#8221;</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Boa, mas essa resposta não basta. Afinal, <a href="http://metasdevendas.com.br/voce-tem-pipe-e-forecast-para-atingir-as-metas-de-2009" target="_blank">Forecast de Vendas</a> não pode ser entendido de forma tão simplista. Não é como se avaliam prognósticos de uma partida de futebol onde os analistas normalmente saem pela tangente apelando para a famigerada “caixinha de surpresas”.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Permitam-me sofisticar um pouco o conceito da coisa:</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Algumas definições científicas e mais elaboradas que encontrei para Forecast dizem:</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;"><a href="http://www.cgee.org.br/prospeccao/index.php?operacao=Exibir&amp;serv=textos/topicos/texto_exib&amp;tto_id=2&amp;tex_id=1" target="_blank"><em>“&#8230;indicação probabilística, razoavelmente definida sobre o futuro, baseada em uma avaliação de possibilidades alternativas.” </em>(</a>Amara, R.; Salanik, G. Forecasting: from conjectural art toward science. Technological Forecasting and Social Change, New York, v.3 n.3 p.415-426, 1972);</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;"><a href="http://www.cgee.org.br/prospeccao/index.php?operacao=Exibir&amp;serv=textos/topicos/texto_exib&amp;tto_id=2&amp;tex_id=1" target="_blank"><em>“&#8230;conotação próxima de predição, remontando a uma tradição envolvida prioritariamente com a construção de modelos para definir as relações causais dos desenvolvimentos científicos e tecnológicos e esboçar cenários probabilísticos do futuro. Atualmente, entendem-se cada vez mais os desenvolvimentos futuros como um resultado sistêmico de múltiplos fatores e de decisões que devem levar em conta elementos de cunho político-sociais e não apenas obedecer a resultados técnicos. Ao enfatizar-se a importância da combinação de resultados de diversos métodos, se ganha em flexibilidade e reduz-se o caráter determinista tradicionalmente associado ao forecasting.” </em></a>(Salles-Filho, Sérgio L.M. (Coord.); BONACELLI, Maria Beatriz M.; MELLO, Débora Luz. Instrumentos de apoio à definição de políticas em biotecnologia. Brasília: MCT; Rio de Janeiro: FINEP, 2001).</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;"><img class="alignleft size-medium wp-image-349" title="3D Character and Chance" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/acuracidadedevendas-225x300.jpg" alt="3D Character and Chance" width="225" height="300" />Traduzindo: <strong>Forecast nunca é uma certeza</strong>. Não há como determinar/ afirmar que um negócio vá ser efetivamente fechado, pois existe sempre uma incerteza, uma probabilidade disso não acontecer.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Mas como toda probabilidade, uma previsão de vendas é mais ou menos (próxima de 1 ou de 100%) previsível dependendo do domínio que temos dos tais “múltiplos fatores” técnicos, políticos, sociais, emocionais, econômicos, entre outros que envolvem a tomada de uma decisão de compra em um <a href="http://metasdevendas.com.br/sera-que-a-oportunidade-que-estou-trabalhando-e-quente" target="_blank">processo de vendas</a>.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Portanto, não basta você manter a sua bola de cristal limpinha, reluzente, para ter maior assertividade nos seus negócios e daí maior acuracidade no Forecast.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">O meu conselho é que você só tenha no Forecast da sua carteira os negócios que  você tem domínio efetivo. <strong>Isto significa que todas as ações para a concretização dos mesmos já foram executadas e todos os indicadores apontam/ tendem para a preferência de compra do seu produto/ serviço.</strong></p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Diferente do que muitos pensam, uma <a href="http://metasdevendas.com.br/qualificacao-de-oportunidades" target="_blank">oportunidade</a> NÃO deve entrar no Forecast automaticamente. Isto depende do percentual de avanço no processo da venda.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 6pt;">Em outras palavras: coloque no Forecast somente aqueles negócios que você de fato, &#8220;assina em embaixo&#8221; que irão acontecer. Não esqueça que trata-se de um ato de COMPROMISSO não só com o seu chefe mas com a sua empresa. Ele é o indicador de receitas para o caixa dela, fonte para atender seus desembolsos, e por aí vai. Controle e atue (fazendo a devida gestão de forecast) para que eles aconteçam. Sem ilusões!</p>
<br/><p><a href="/email/?id=347" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os farmers não são predadores?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/os-farmers-nao-sao-predadores</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/os-farmers-nao-sao-predadores#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 19:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/fishing-bear1-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="fishing-bear1-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*
Na última parte desta série, buscamos unir os temas das partes 2 e 3. Se os vendedores podem ser comparados a predadores, os caracterizados como farmers também poderiam? Ou seriam casos especiais na área de vendas, com perfil totalmente diferente?
Em minha opinião, a atividade de vendas e a competitividade intrínseca da mesma são o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Colaborador convidado*</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Na última parte desta série, buscamos unir os temas das partes 2 e 3. Se os <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas">vendedores</a> podem ser comparados a predadores, os caracterizados como <a href="http://metasdevendas.com.br/a-verdadeira-natureza-do-farmer">farmers</a> também poderiam? Ou seriam casos especiais na área de vendas, com perfil totalmente diferente?</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Em minha opinião, a atividade de vendas e a competitividade intrínseca da mesma são o que nos possibilita a comparação com os predadores, e os &#8216;farmers&#8217; não são uma exceção! Apenas são predadores de um tipo diferente.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Voltando à nossa analogia com a natureza, observamos que os predadores podem ser classificados em dois grandes tipos:</p>
<ul>
<li><strong>NÔMADES</strong>: acompanham as manadas, mudam de campo de caça se o atual não estiver satisfatório, caçam uma grande variedade de presas diferentes, não se apegam a lugar algum em especial. São ágeis e flexíveis em relação a seus hábitos.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>DE TERRITÓRIO</strong>: caçam sempre em um mesmo local, muitas vezes defendendo-o com ferocidade. São especializados em um tipo de presa e caçam de forma consciente para não esgotar os recursos disponíveis. São pacientes e determinados.</li>
</ul>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">É óbvio que o farmer é um caçador territorialista. Como vendedor, fixa-se em um cliente e defende sua posição contra os concorrentes. Especializa-se no negócio do cliente e atua parcimoniosamente, com vistas à convivência de longo prazo.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Quais outras características precisam fazer parte do comportamento deste predador especializado?</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Em primeiro lugar o conhecimento do território. O cliente deve ser perfeitamente conhecido e o vendedor deve se sentir à vontade na empresa que atende sempre se fazendo presente. Depois é preciso que este vendedor adote e pratique hábitos de forma consistente, para que seja natural ao tratar diariamente com o cliente. Por fim, é desejável que o profissional se especialize com razoável profundidade no negócio do cliente e nas suas ofertas, atuando muitas vezes como <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce">consultor</a>.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><img class="size-medium wp-image-231 alignleft" title="Os farmers não são predadores?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/fishing-bear1-300x219.jpg" alt="Os farmers não são predadores?" width="300" height="219" />Essas três características também definem o predador de território. É como um urso pardo que conhece todos os caminhos de suas montanhas e diariamente busca seus peixes no rio e os apanha sem dificuldade pois conhece seu comportamento.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">No entanto, não devemos pensar que o farmer é um animal inofensivo. Como todo predador, ele ataca. E como todo predador de território, ataca qualquer um que ele perceba como ameaça ao seu território. Por isso, é complicado fazer com que o restante do time, em especial outros vendedores, convivam com ele no mesmo cliente.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Um defeito do farmer é sua previsibilidade.  Como toda criatura de hábitos arraigados, ele é muito previsível. Isso pode transformar o vendedor/ caçador em presa, em especial dos concorrentes. A <a href="http://www.slideshare.net/Positioningrma/gpv-corporativo-positioning-2009-1529505">gestão de vendas</a> deve apoiar o profissional no sentido de mantê-lo bem informado e adequadamente preparado para enfrentar essas ameaças eventuais.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Esses defeitos, no entanto, são largamente compensados pelo retorno que o farmer traz no médio/longo prazo. <em>Cross-selling</em>, aumento de receita e margem, parcerias estratégicas com o cliente são exemplos dos resultados que podemos esperar, desde que o farmer seja realmente o predador de território que precisamos.</p>
<p style="margin: 0pt 0pt 10pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;">Um último aviso: um farmer que aparenta ter as características corretas mas que não é de fato um vendedor, um real predador, põe em risco os <a href="http://metasdevendas.com.br/como-acelerar-resultados-de-vendas">resultados</a> da empresa ao perder sua identidade e passar a se considerar mais parte do cliente do que qualquer outra coisa. Neste momento, ele passa a privilegiar o cliente em detrimento da empresa que o emprega, dando descontos, ampliando escopo de serviços, exigindo SLAs acima do que foi contratado, por exemplo.</p>
<p>Um verdadeiro predador jamais perderá sua identidade assim, pois conta com seu &#8216;instinto&#8217; para guiá-lo na forma de uma elevada auto-estima, uma pontinha de egocentrismo e uma boa pitada de competitividade. E não são essas simpáticas características que nos fazem gostar tanto de nossos vendedores?</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=223" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A verdadeira natureza do &#8216;farmer&#8217;</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/a-verdadeira-natureza-do-farmer</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 18:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do processo de vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/3402786266_ed8fc21e28-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="3402786266_ed8fc21e28-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*
Na área de vendas, com o tempo, estabeleceu-se a distinção entre dois tipos &#8216;clássicos&#8217; de profissionais de vendas: o hunter (caçador) e o farmer (fazendeiro). O primeiro se encaixa com naturalidade na nossa comparação prévia com predadores. O segundo, no entanto, é controverso.
A missão do farmer é cultivar o cliente, na visão de alguns. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/3402786266_ed8fc21e28.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-221" title="A verdadeira natureza do farmer" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/3402786266_ed8fc21e28-300x225.jpg" alt="A verdadeira natureza do farmer" width="300" height="225" /></a>Colaborador convidado*</p>
<p>Na área de vendas, com o tempo, estabeleceu-se a distinção entre dois tipos &#8216;clássicos&#8217; de profissionais de vendas: <a href="http://saoexperience.blogspot.com/2009/11/hunter-x-farmer-como-voce-se-define.html">o hunter (caçador) e o farmer (fazendeiro)</a>. O primeiro se encaixa com naturalidade na nossa comparação prévia com predadores. O segundo, no entanto, é controverso.</p>
<p>A missão do farmer é cultivar o cliente, na visão de alguns. Seduzir constantemente, conquistar diariamente, são alguns outros termos bastante simpáticos. Explorar um cliente comercialmente de forma consistente, recorrente e no longo prazo, ampliando receita e margem, descrevem melhor a atividade deste <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas">profissional de vendas</a>.</p>
<p>Nas organizações em que conheci o farmer, ele ocupava cargos operacionais e não era nem da área de vendas! Só isso ilustra o caráter dicotômico da função.</p>
<p>Algumas observações que colhi com o tempo, sobre a atuação deste profissional:</p>
<ul>
<li>O farmer não pode ser um vendedor, em hipótese alguma.</li>
</ul>
<ul>
<li>O farmer é um gerente de projetos com atribuições comerciais.</li>
</ul>
<ul>
<li>O farmer é um vendedor com menos apetite que os outros.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não se pode atribuir metas de vendas a um farmer.</li>
</ul>
<ul>
<li>O melhor farmer da organização é sua alta direção.</li>
</ul>
<p>Na grande maioria dos casos, o profissional que efetivamente exercia a função recebia várias denominações, tais como &#8216;gestor de contratos&#8217;, &#8216;gerente de atendimento&#8217;, &#8216;gerente de produção&#8217; ou mesmo &#8216;gerente de &#8230;&#8217; (substitua os três pontinhos pelo nome de uma área de negócio, como fábrica de software ou outsourcing de impressão).</p>
<p>Os resultados costumam falar por si. As empresas saudáveis (tanto financeira quanto emocionalmente) tendem a reconhecer que o tão falado farmer é um profissional de vendas (essa também é a minha opinião) e deve ser tratado como tal, com uma eficaz gestão de vendas.</p>
<p>Então isso significa que o farmer é um vendedor como outro qualquer? De forma alguma. E para entendê-lo um pouco melhor vamos recorrer à antropologia moderna e a um conceito bastante interessante, o casamento por rapto ou a captura da noiva.</p>
<p>Em várias sociedades antigas, o homem era proibido de se casar com mulheres de sua própria tribo, clã ou aldeia. Ele tinha de atacar e raptar sua noiva de outros grupos. De fato, J. F. McLennan (1827-1881), em seu<a href="http://www.archive.org/details/cu31924101874190"> livro Primitive Marriage</a>, de 1865, buscava demonstrar que essa foi a primeira forma de união estável. Sendo isso verdade ou não, essa prática continou enquanto a humanidade progredia e se instituiu mesmo em sociedades em que o casamento monogâmico já tinha se estabelecido. Em outras palavras, faz parte indissociável da psique humana.</p>
<p>O que isso tem a ver com o nosso profissional de vendas que precisa atender a um cliente, anos a fio, sempre buscando melhores resultados sem desanimar e com competência? Bem, raptar a noiva é um ato de predação, de ataque, mas não é aí que está o segredo. Como todo casamento, o segredo do sucesso não está na cerimônia e sim no convívio diário.</p>
<p>Imaginem o que os nossos ancestrais tinham que passar para que fossem aceitos e convivessem pelo restante de suas vidas com mulheres que haviam raptado, muitas vezes matando pais e irmãos no processo. É um processo de grandes implicações emocionais, onde o homem precisava, ao mesmo tempo, entender profundamente e respeitar a cultura da mulher raptada e aos poucos introduzir sua própria cultura.</p>
<p>E esse é o segredo do farmer: conhecer o cliente em profundidade sem jamais perder a própria identidade. Dia após dia, aprofundar seu conhecimento na cultura do cliente sem nunca deixar de catequizá-lo em relação à suas propostas de venda. &#8220;Conquistar sua noiva diariamente, após tê-la raptado&#8221;.</p>
<p>A analogia em questão é propositadamente exagerada para ressaltar a importância do trabalho deste profissional e para que possamos apreciar o quanto esta atuação é difícil.</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=219" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Os vendedores são predadores?</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/os-vendedores-sao-predadores</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 12:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/537646884_c02bf55922-150x150.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="537646884_c02bf55922-150x150" /><span></span>
Colaborador convidado*
Ambos caçam, de certa forma. A caçada tem um componente de incerteza que é minimizado pela adequação do caçador, preparação e planejamento. A venda, idem.
O predador tem características peculiares: instrumentos (garras, dentes, agilidade, velocidade, etc) e personalidade ou índole (agressividade, competitividade, ferocidade, etc) que facilitam sua sobrevivência. Bom, os vendedores também! Pelo menos, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/10259776@N00/537646884/"><img class="alignleft size-medium wp-image-210" title="Os vendedores são predadores?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/537646884_c02bf55922-300x222.jpg" alt="Os vendedores são predadores?" width="300" height="222" /></a><strong></strong></p>
<p><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p><strong>Ambos caçam, de certa forma. A caçada tem um componente de incerteza que é minimizado pela adequação do caçador, preparação e planejamento. A venda, idem.</strong></p>
<p>O predador tem características peculiares: instrumentos (garras, dentes, agilidade, velocidade, etc) e personalidade ou índole (agressividade, competitividade, ferocidade, etc) que facilitam sua sobrevivência. Bom, os <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce">vendedores</a> também! Pelo menos, os que dão resultado…</p>
<p>Mas a análise começa a ficar produtiva quando observamos, na natureza, que os predadores são, sem exceção, criaturas especializadas. Não existe predador genérico, que cace de tudo e coma qualquer coisa (esses não são predadores, são lixeiros, como os abutres e hienas). Todo predador é especialmente adaptado para um tipo de presa e situação.</p>
<p>Como as águias, alguns voam e enxergam muito bem. Mergulham e pegam um peixe dentro do lago antes mesmo que o pobre perceba alguma coisa, descendo dos céus a mais de 100 km/h. Mas alguém já viu uma águia carregando um cavalo pro ninho?</p>
<p>Outros, são fortes, velozes, ágeis e ferozes, como as leoas. Elas caçam uma grande variedade de animais, desde filhotes de javali até elefantes adultos. Caçam sós, caçam em bando, mas ninguém nunca verá uma leoa adulta e experiente encarando uma presa sem antes avaliar muito bem as chances de sair vitoriosa! Por isso, vemos frequentemente um búfalo passar a poucos metros de um leão sem ser incomodado e leões bebendo água na mesma lagoa que vários outros animais que, em outras circunstâncias, iriam parar na sua barriga.</p>
<p>Isso ocorre em função de uma lei da natureza pouco lembrada mas inevitável: <strong>TODO PREDADOR PRECISA RECEBER MAIS ENERGIA DE SUA PRESA DO QUE GASTOU CAÇANDO.</strong></p>
<p><strong>Os vendedores não são diferentes!</strong></p>
<p>Tão importante quanto a preparação (treinamento, capacitação, formação) e o planejamento (<a href="http://metasdevendas.com.br/uma-questao-de-foco">foco</a>, portfólio, pipeline, <a href="http://metasdevendas.com.br/pipeline-e-forecast-sao-cunhados">forecast</a>, <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-2-account-control">account planning</a>) é a adequação do vendedor. <strong>Um vendedor bem capacitado, com um planejamento bem feito, não apresentará resultados tão bons se não tiver o perfil adequado para aquele tipo de venda.</strong></p>
<p><strong>Da mesma forma que um golfinho não caça carneiros, não costuma ser compensador estipular metas e objetivos para a sua equipe de vendas se não estiverem alinhados com seu perfil. São quatro os itens a serem considerados para definir tal alinhamento:</strong></p>
<ul>
<li>PORTE: o predador caça animais que estão dentro de sua capacidade de ataque, ou seja, nem tão grandes (de modo a não serem mais fortes que ele) nem tão pequenos (de modo a fornecerem a quantidade necessária de ‘energia’). Da mesma forma, o vendedor deve atender contas que estejam de acordo com a sua capacidade de dar resultado.</li>
</ul>
<ul>
<li>MEIO AMBIENTE: um predador aquático não caçará na terra e vice-versa. Os vendedores tendem a se especializar em segmentos e áreas e, apesar de poderem diversificar sua atuação, dão mais resultados quando atuam em territórios nos quais se especializaram.</li>
</ul>
<ul>
<li>SENTIDOS ALERTA: a maior qualidade de um predador não são suas ‘armas’ (garras, dentes, etc.) mas sim seus sentidos (visão, olfato, audição, etc.). O que faz uma leoa decidir qual presa atacar é a observação cuidadosa, não o impulso de momento. O vendedor de alta performance está sempre atento ao que acontece com suas ‘presas’, estando sempre bem informado.</li>
</ul>
<ul>
<li>EXPERIÊNCIA: acima de tudo, os grandes predadores modernos são bem sucedidos por que aprendem com seus erros. Filhotes de ursos são picados muitas vezes pelas abelhas até aprenderem a pegar o mel. Um vendedor que sofreu uma grande derrota costuma ser um vendedor mais sábio, que pode aplicar a estratégia de seu adversário de ontem contra o concorrente de amanhã.</li>
</ul>
<p>No mais, fique atento: se mesmo após todas as considerações acima o vendedor não der resultados… ele provavelmente é um herbívoro! Dê a ele a chance de ser feliz e lhe arrume um pasto verde e tranquilo, bem longe da área de vendas.</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=209" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vender e Caçar</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vender-e-cacar</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 15:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/4081089238_c33042fea1_o-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="4081089238_c33042fea1_o-150x150" /><span></span>
Colaborador convidado*
A atividade de vendas é uma empreitada profissional cujo sucesso independe de intuição ou sorte e, como qualquer atividade profissional, progride com a aplicação de métodos, processos e práticas adequadas.
No entanto, mais do que boa parte das demais disciplinas profissionais modernas em vendas, os métodos, processos e práticas dependem intrinsecamente da pessoa que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/vproart/4081089238/sizes/o/in/set-72157622789481030/"><img class="alignleft size-medium wp-image-204" title="Vender e caçar" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/4081089238_c33042fea1_o-300x225.jpg" alt="Vender e caçar" width="300" height="225" /></a></p>
<p><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p>A atividade de <a href="http://metasdevendas.com.br/vendas-bem-sucedidas-sorte-ou-competencia">vendas</a> é uma empreitada profissional cujo sucesso independe de intuição ou sorte e, como qualquer atividade profissional, progride com a aplicação de métodos, processos e práticas adequadas.</p>
<p>No entanto, mais do que boa parte das demais disciplinas profissionais modernas em vendas, os métodos, processos e práticas dependem intrinsecamente da pessoa que os aplica. E as pessoas, variável muitas vezes imponderável, não se ajustam automaticamente aos processos que definimos. Escolher as pessoas certas é tão vital para a obtenção dos resultados que almejamos quanto a metodologia que usamos. Neste aspecto, é rica a leitura de <a href="http://gmj.gallup.com/content/1144/first-break-all-rules-book-center.aspx">‘First, Break All The Rules’</a> (Marcus Buckingham and Curt Coffman, 1999).</p>
<p>Por isso, proponho a você que se pergunte por um minuto&#8230; de onde vieram as características que os <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas"><strong>bons profissionais de vendas</strong></a> de hoje demonstram? E para responder a essa pergunta, vamos fazer uma pequena viagem no tempo.</p>
<p>O comércio é mais antigo que a invenção da escrita, mas a área de vendas como nós conhecemos, começou de verdade com o surgimento da classe burguesa na Europa medieval, ou seja, há 500, 600 anos. É claro que muita coisa mudou e nossas estratégias de vendas são fruto, na verdade, do período pós-revolução industrial. Temos mais ou menos um século de trabalho focado em vendas como nós conhecemos hoje.</p>
<p>Se considerarmos que o homo sapiens (nós, seres humanos modernos) surgiu a aproximadamente 150 mil anos atrás, podemos dizer que praticamos a arte de vender e comprar de forma metódica e sistematizada há menos de 0,07% de nossa existência enquanto espécie, correto?</p>
<p>Mas será que tudo o que a evolução nos ensinou durante milhões de anos e que resultou em nosso desenvolvimento enquanto animais racionais e nosso sucesso como espécie durante 150 mil anos não contribuiu em nada para o que fazemos hoje, em nossa vida ‘moderna’? Eu acredito que sim!  Carregamos em nossa psique as marcas do instinto de nossos antepassados longínquos, disfarçadas de hábitos e tendências que combinados resultam no que chamamos hoje de talento.</p>
<p>Para simplificar esta análise, proponho fazermos uma analogia entre o ato de caçar e o ato de vender. Gostaria de ouvir suas opiniões  e dizer que na segunda parte deste artigo exploraremos mais esta analogia.</p>
<p><em>* Atua há 24 anos na área de TI, tendo começado com a fundação de uma software house para a área biomédica. Sendo responsável, até recentemente, pela área de Projetos Especiais da CTIS Tecnologia S.A.,  foi responsável na companhia pelo desenvolvimento de duas áreas de negócio (outsourcing de impressão e de pontos informatizados) e pelo fechamento de contratos de porte e valor significativos.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=199" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Geração eficaz de oportunidades</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/geracao-eficaz-de-oportunidades</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 18:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Carlos Pugliese</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria em vendas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Qualificação de oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/2725517477_42691b456a-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="2725517477_42691b456a-150x150" /><span></span>
Colaborador convidado*
Final de quarter, fim de ano, metas para atingir ainda em 2009, pipeline inconsistente, revisão de planejamento estratégico e orçamentos para 2010, ameaças, empregos em jogo, redução de custos, falta de tempo, concorrentes cada vez mais agressivos, gaps entre previsto e realizado, resultados abaixo do planejado, CRISE, IPO’s, aquisições, quanta turbulência!
É nesses momentos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/12839626@N04/2725517477/"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/2725517477_42691b456a-300x199.jpg" alt="" title="Geração eficaz de oportunidades" width="300" height="199" class="alignright size-medium wp-image-471" /></a></p>
<p><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p>Final de quarter, fim de ano, <a href="http://metasdevendas.com.br/voce-tem-pipe-e-forecast-para-atingir-as-metas-de-2009">metas para atingir ainda em 2009</a>, pipeline inconsistente, revisão de planejamento estratégico e orçamentos para 2010, ameaças, empregos em jogo, redução de custos, falta de tempo, concorrentes cada vez mais agressivos, gaps entre previsto e realizado, resultados abaixo do planejado, CRISE, IPO’s, aquisições, quanta turbulência!</p>
<p><strong>É nesses momentos que surgem os líderes, os visionários, os criadores e os inovadores.</strong> É também quando aparecem os executivos com menos visão e que acreditam que são insubstituíveis e não precisam fazer nada pois tudo voltará à normalidade. Mas é nestes momentos de crise que chegam ORDENS como: <strong>vamos reduzir custos IMEDIATAMENTE!</strong></p>
<p>Então esses “pseudo líderes” passam a fazer cortes nas áreas que deveriam trazer resultados (vendas)&#8230; “Se não vendemos cortamos o diretor de vendas, os vendedores&#8230;”. Após toda essa reestruturação percebem que isso não funciona, pois não tem mais força de vendas ou seja, quem irá levar o produto/serviço até o mercado para aumentar as vendas?</p>
<p>Nesse momento então voltam a contratar&#8230; só que acabaram de colocar na rua os vendedores nos quais investiram, às vezes anos de treinamento, cursos realizados e experiência adquirida ao longo do tempo. Em contrapartida, irão contratar vendedores juniores sem conhecimento da empresa e de seus produtos. Terão que investir novamente em capacitação e as metas continuam a não serem atingidas, pois esses vendedores ainda não estarão preparados para ajudar a resgatar a empresa de uma crise. Para isto, é necessária uma mistura, ou seja, a garra e disposição dos juniores que iniciam no mercado com a experiência e plenitude dos sêniores.</p>
<p><strong>O que as empresas não estão fazendo como deviam é, antes de mais nada, entender o por quê as vendas não estão acontecendo ou ainda o porque estamos vendendo.</strong> Essa análise conhecida no mercado como WIN/LOSS, se bem conduzida, poderá trazer informações dos nossos pontos fracos e fortes fazendo parte de outra análise – <strong>SWOT</strong>. Toda <a href="http://www.slideshare.net/Positioningrma/gesto-do-processo-de-vendas-igpv-1364003"><strong>Gestão de Processo de Vendas</strong></a> depende fundamentalmente de uma boa geração de oportunidades – <strong>QUALIFICAÇÃO</strong>.</p>
<p>Pode parecer agressivo para o “prospect” quando perguntamos: existe um projeto da empresa para solucionar essas “dores”? Está no seu planejamento para o ano? Quantos funcionários têm a empresa? Qual o seu faturamento?</p>
<p>Essas questões são fundamentais para que possamos analisar a oportunidade e darmos o nosso “GO” ou “NO GO” comercial. Após a primeira visita o gestor de vendas consultivas trará as informações para que possam ser validadas pela área técnica da empresa.</p>
<p>Após essa análise técnica obteremos outro “GO” ou “NO GO”. Após o &#8220;GO&#8221; fazemos então uma proposição comercial para “sanar as dores” do futuro cliente.</p>
<p>Para que a <a href="http://www.positioning.com.br/2009/06/gppv-corporativo-gestao-do-processo-de-vendas/"><strong>Gestão do Processo de Vendas</strong></a> seja um sucesso ela depende fundamentalmente de uma geração eficaz de oportunidades.</p>
<p><strong>Para termos uma geração eficaz de oportunidades precisamos:</strong></p>
<p><strong>1.  Capacitar as recepcionistas (principal cartão de visitas das empresas, tanto pessoal como por telefone), sobre a empresa, seus produtos e seus recursos, além é claro dos outros atributos como simpatia, gentileza, atenção, respeito aos interlocutores;</strong></p>
<p><strong>2.  Capacitar recursos de geração das oportunidades, provendo conhecimento de forma a capacitá-los com uma abordagem de caráter empresarial/negocial (falar a língua do executivo e conhecer a empresa antes da abordagem inicial);</strong></p>
<p><strong>3.  Conhecer quais são as principais “dores” da indústria em que as empresas estão inseridas, saber como &#8220;cutucá-las” e</strong></p>
<p><strong>4.  Prover de “esperança para a cura das dores” através das soluções que a empresa oferece aos seus clientes (referências) e que poderão ser demonstradas em uma visita.</strong></p>
<p>Para concluir, o segredo em vendas se inicia na excelente qualificação na geração da oportunidade, que não deixe que nos “transformemos” em mais um ditado: “Pau que nasce torto, morre torto”. Essa qualificação depende da capacitação inicial a ser provida aos recursos que fazem parte  da abordagem aos prospects e de uma gestão do processo de vendas eficaz para a busca dos resultados almejados.</p>
<p><em>* Pugliese é Consultor em Vendas na Fotini Systems, e consultor da Positioning durante os últimos 5 anos. Possui 36 anos de experiência profissional, sendo 23 na IBM Brasil  com carreira desenvolvida nas áreas de Gerência de Negócios, Relacionamento, Soluções Mobile, Projetos, Alianças e Parcerias, Marketing, Vendas, e Gestão Administrativa; nas empresas, Positioning (Grupo RMA), Plano Consultoria Empresarial, 1Planning Consulting, MR Marketing, Infrastructure Tecnology Management do Brasil – ITM, Peregrine Systems, Candle Software, Infor (SSA do Brasil), Progress Software do Brasil e IBM Brasil. Grande experiência em Gestão do Processo de Vendas. Implementação de Projetos de Consultoria em Posicionamento Estratégico no segmento de Tecnologia, Reposicionamento Empresarial, Aumento na Competitividade em vendas e Planejamento de Comunicação. Estruturação das Parcerias e Alianças para América do Sul.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=178" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Com os olhos do seu comprador</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/com-os-olhos-do-seu-comprador</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 19:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Arouche</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/3083750237_8705f3298d-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="3083750237_8705f3298d-150x150" /><span></span>Muito se fala no processo de vendas e a forma mais usual de acompanhá-lo é por etapas. Como tradição, são elas: prospecção, qualificação, proposta e negociação. Mas se você pensar bem esta é uma visão puramente de vendas. E o comprador? O que estará ele fazendo enquanto estamos seguindo nossas etapas de vendas? Quando falo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Muito se fala no processo de vendas e a forma mais usual de acompanhá-lo é por etapas. Como tradição, são elas: prospecção, qualificação, proposta e negociação. </strong>Mas se você pensar bem esta é uma visão puramente de vendas. E o comprador? O que estará ele fazendo enquanto estamos seguindo nossas etapas de vendas? Quando falo em comprador não estou me referindo ao Departamento de Compras, mas em um sentido mais amplo me refiro a todas as pessoas que estão envolvidas neste processo. Acabo de ler o livro <a href="http://www.amazon.com/Major-Account-Sales-Strategy-Rackham/dp/0070511144"><strong>Major Account Sales Strategy</strong></a> do mestre <strong><a href="http://neilrackham.com/">Neil Rackham</a></strong>. A abordagem que ele dá em seu livro é totalmente distinta. Ele segue as etapas do ciclo do comprador e mostra como deve ser a atuação do vendedor em função disto. E o resultado é surpreendente! Mas vamos lá, quais são as etapas de compras?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/38376825@N00/3083750237/"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/3083750237_8705f3298d.jpg" alt="" title="Com os olhos do seu comprador" width="392" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-466" /></a></p>
<p>A primeira é Reconhecimento das Necessidades. É nesta etapa que o comprador começa a construir ou desenhar uma solução para seu problema.<strong> Esta é a fase onde a contribuição do vendedor PODE e DEVE ser maior <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce">(Vendedor Consultor)</a> auxiliando o comprador a ter uma visão mais ampla de seu problema e influenciando para que a solução seja mais direcionada para seu produto. Através de perguntas SPIN (situação, problema, implicação e necessidade de benefício) o vendedor irá criar valor para a solução proposta e irá ajudar o comprador a justificar a contratação da solução.</strong></p>
<p>A próxima fase é a <strong>Avaliação das Opções</strong>. Nesta etapa o comprador quer conhecer os recursos de sua solução e dos concorrentes para escolher a melhor para ele. Se o <a href="http://www.linkedin.com/groups?gid=2122605&amp;trk=myg_ugrp_ovr"><strong>vendedor</strong></a> fez bem a lição de casa na etapa anterior, ficará mais fácil agora. Se sua empresa não participou da 1ª etapa, é porque ou o comprador desenhou a solução sozinho, ou um concorrente seu o ajudou e as coisas ficarão mais difíceis agora. Cuidado: não entre nesta fase querendo construir valor (usando perguntas SPIN). A etapa de construir valor já passou e o máximo que você vai conseguir será irritar o comprador.</p>
<p>Vencida esta etapa o <strong>Comprador entra na Resolução das Preocupações</strong>. Esta é talvez a mais perigosa das etapas. O Comprador desenhou uma solução, escolheu um fornecedor, mas na hora de contratar hesita. Por quê? Medo&#8230; medo do fracasso, do engano&#8230; Se você foi o escolhido e ele te chamar preste muita atenção nos pontos que ele coloca e procure esclarecer de forma cabal para que ele se sinta confiante. Muitos vendedores não agem desta forma, achando que o processo de compras está encerrado e quanto menos ele falar, melhor. O comprador não consegue eliminar suas preocupações e o projeto é cancelado. <strong>Pesquisa feita pela <a href="http://www.positioning.com.br">Positioning</a> mostra que o número de oportunidades canceladas é maior do que o de oportunidades perdidas para um concorrente.</strong></p>
<p>Resolvido este ponto o comprador entra na fase da<strong> Decisão</strong>. Esta é a fase da negociação. <strong>Cuidado: se você entende que negociação é só baixar preço, você está redondamente enganado. Nesta fase, o comprador irá negociar suas principais “issues” que podem ser o prazo de entrega, recursos no local da instalação ou suporte pós operação. Ir oferecendo descontos não resolve e pode prejudicá-lo em vez de ajudá-lo no fechamento do negócio.</strong></p>
<p>Você fechou o negócio!!! Parabéns!!! E agora vamos atrás de outro leão? Mais uma vez cuidado. Não abandone seu cliente na fase de Implantação. Primeiro porque pega mal e pode queimá-lo no cliente. Segundo porque nesta hora é que você irá conhecer melhor seu cliente e com certeza novas oportunidades surgirão.</p>
<p>Acho que agora você concorda comigo &#8211; vale a pena prestar atenção no processo de compras. Experimente olhar um pouco o lado do comprador em vez de ficar somente olhando o processo de vendas.</p>
<p>E boas vendas!!!!</p>
<br/><p><a href="/email/?id=173" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vendas bem sucedidas: Sorte ou Competência?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Marcelo Lessa Moreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/trevo-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="trevo-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*

O papel do executivo de vendas num mercado altamente competitivo e em busca contínua por resultados é um grande desafio. Fala-se muito das habilidades comportamentais e técnicas deste profissional como requisito essencial para o seu sucesso, mas, é importante reforçar, que além destes fatores, um bom planejamento de contas é imprescindível para viabilizar vendas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Colaborador convidado*</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/7186217@N04/2848902985/"><img class="alignleft size-medium wp-image-165" title="Vendas bem sucedidas" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/trevo-300x225.jpg" alt="Vendas bem sucedidas" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>O papel do executivo de vendas num mercado altamente competitivo e em busca contínua por resultados é um grande desafio. </strong>Fala-se muito das habilidades comportamentais e técnicas deste profissional como requisito essencial para o seu sucesso, mas, <strong>é importante reforçar, que além destes fatores, um bom planejamento de contas é imprescindível para viabilizar vendas bem sucedidas e para manter um ciclo virtuoso de confiança com o seu cliente.</strong></p>
<p>O tão defendido Account Planning é, muitas vezes, simplificado e até mesmo ignorado pelo vendedor por uma questão de excessiva autoconfiança, prioridade (interesse) ou desconhecimento metodológico. <strong>No mercado corporativo de TI, onde vendas complexas e estratégicas requerem um papel consultivo do vendedor, conhecer bem o seu cliente não é uma opção, mas uma questão de competência.</strong> Significa identificar suas necessidades, os influenciadores da compra e alinhar interesses estratégicos. É necessário mapear as oportunidades presentes e futuras, o que implica em conhecer a conta do ponto de vista de negócio e do seu ambiente de TI.</p>
<p>Um bom planejamento de conta não pode ter como objetivo desenvolver um documento estático e, supostamente preciso no tempo. Tão importante quanto o resultado final é o processo de discussão e alinhamento, com todas as partes envolvidas da organização, inclusive o próprio cliente e parceiros.</p>
<p><strong>Um método confiável, padronizado e aplicado sistematicamente passa pelas seguintes etapas:</strong></p>
<p>1.    Definição de um book padrão de informações;</p>
<p>2.    Ciclo de coleta de dados, visitas, entrevistas e pesquisa;</p>
<p>3.    Documentação e elaboração do plano;</p>
<p>4.    Workshop para alinhamento e revisão das informações;</p>
<p>5.    Validação executiva do Plano de Negócios.</p>
<p>A partir da validação do Account Planning, o processo de execução deve realimentar e atualizar o plano garantindo um processo dinâmico e com foco em resultados.</p>
<p>O Plano de Contas deve mapear como aumentar sua participação no orçamento do cliente e para isso, deve conter os seguintes tópicos:</p>
<ul>
<li>O seu atual posicionamento no cliente;</li>
</ul>
<ul>
<li>A concorrência e a sua participação na conta;</li>
</ul>
<ul>
<li>Qual a visão de futuro no cliente: potencial e plano de ação.</li>
</ul>
<p>Desta forma, vender não é uma questão de sorte. Requer um processo formal e maduro de planejamento e um plano de ação que devem ser revisados continuamente. Sem dúvida, é possível executar um processo de vendas bem sucedido de forma previsível, aumentando o seu volume de negócios e garantindo uma relação de confiança com os seus clientes.</p>
<p>* <em>Atua há 20 anos em TI com consultoria, projetos e na liderança de vendas e serviços. Atual VP de Vendas da CPM Braxis, tendo exercido as funções de diretor executivo da Braxis, co-fundador e diretor de comercial e de operações da Unitech Tecnologia, além de CIO de empresas do mercado. Mestre em Engenharia de Software pelo IPT/USP, MBA pela FGV-SP e Graduação em Ciência de da Computação pela UFBA.</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=155" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vendedor Consultor (4): Planejando como ganhar os grandes negócios</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="142" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies1-150x1421.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies1-150x142" /><span></span>
Eu passei boa parte de minha vida atuando como vendedor e outra gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo uma coisa eu aprendi: em geral, embora não seja regra, vendedores odeiam planejamento. Existe até uma certa noção romântica de que vender é a arte da improvisação e que os grandes vendedores são aqueles que “saem jogando”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies1.jpg" alt="" title="bizcookies1" width="300" height="142" class="alignleft size-full wp-image-458" /></p>
<p><span>Eu passei boa parte de minha vida atuando como vendedor e outra gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo uma coisa eu aprendi: <strong>em geral, embora não seja regra, vendedores odeiam planejamento</strong>. Existe até uma certa noção romântica de que vender é a arte da improvisação e que os grandes vendedores são aqueles que “saem jogando”, em qualquer situação.</span></p>
<p>Sem desprezar a criatividade que é tão importante para o sucesso em vendas, nada mais falso do que a pouca importância dada ao planejamento para o sucesso em vendas. <strong>Na verdade, os grandes negócios devem ser tratados como projetos e portanto devem ser planejados</strong> (assista ao vídeo do consultor Eduardo Botelho falando de <span><span style="font-size: small;"><a href="http://www.commit.com.br/produto-262-curso---vol-01----o-planejamento-da-venda"><strong>Planejamento de Vendas</strong></a></span></span><span style="font-size: small;">). A disputa por um grande negócio merece a preparação de um cronograma (mesmo que mental) e um tratamento de projeto, pois envolve questões importantes relativas à alocação de mão de obra cara (pré-vendas e consultoria) e um timing que quando falho levará ao fracasso. Participar de uma licitação pública, ou de uma grande </span><span style="font-size: small;"><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Request_for_proposal">RFP (Request for Proposal)</a></strong></span><span style="font-size: small;"> privada, são definitivamente projetos, envolvendo muita gente e demandando liderança.</span></p>
<p>Porém mais que os simples aspectos de controle envolvidos num projeto, a questão do planejamento é fundamental para se ganhar grandes concorrências. Para fechar bons contratos é necessário conhecer bem o cliente, suas necessidades, os concorrentes envolvidos, os executivos decisores e o andamento do processo de compras. Isto nos leva a outras questões fundamentais. Antes de planejar nossa estratégia de ataque ao negócio, é necessário mapear a conta e a oportunidade, o que implica em visitas, realização de entrevistas, coleta de material e muita pesquisa. Só depois de conhecer bem a situação é que poderemos nos arriscar a começar o desenho de uma estratégia vitoriosa.</p>
<p><strong>Uma reunião de planejamento de negócio deve ser criteriosamente preparada pelo vendedor encarregado do mesmo, convidando outros profissionais para participar que possam agregar valor: seu chefe, pré-vendas, consultoria, finanças (a negociação pode implicar em concessões financeiras) e jurídico. </strong>As informações a serem apresentadas para discussão deverão ser blocadas por tópico relevante a saber: acesso ao poder decisório no cliente, aspectos relevantes da venda técnica e da negociação financeira e contratual (T’s&amp;C’s – Termos &amp; Condições). Para tanto, o vendedor deve se preparar de antemão.</p>
<p><strong>Com relação ao item acesso ao poder, devemos considerar:</strong></p>
<p>* Quem são as figuras relevantes no cliente: quem usa, quem decide, que apóia, quem avalia tecnicamente e quem paga?<br />
* Devemos obter a anuência do decisor para abrir portas para obter informações sobre pains e necessidades.<br />
* Devemos obter o apoio do decisor para nos ajudar a depurar a visão obtida.<br />
* O decisor deve aprovar nossa avaliação da situação.</p>
<p><strong>Com relação à venda técnica, é importante podermos responder a algumas questões relevantes:</strong></p>
<p>* Temos uma solução configurada sob medida para resolver as pains e necessidades do cliente?<br />
* A solução foi apresentada em todas as instâncias de poder?<br />
* Como nossa solução se compara à do concorrente melhor postado (pontos de vantagem e desvantagem)?<br />
* Se foi necessária uma prova de conceito, ela foi bem sucedida?<br />
* Quem usa e quem paga estão tecnicamente convencidos da solução apresentada?</p>
<p><strong>Finalmente, o desafio de fechamento do negócio, também deve ser atacado de forma estruturada:</strong></p>
<p>* Quem decide e quem paga aceitou as recomendações de compra de quem usa e de quem aprova tecnicamente?<br />
* Os problemas levantados com relação à proposta inicialmente apresentada estão todos resolvidos (problemas técnicos, financeiros, de atendimento, de delivery e contratuais)?<br />
* Como se compara nossa proposta financeira/contratual à do concorrente melhor postado?<br />
* Temos o aceite final da proposta?<br />
* O contrato foi entregue e depurado (ajustado) pelos jurídicos de ambas as empresas?<br />
* Contrato foi assinado?</p>
<p>Para que a reunião de planejamento de negócios seja ainda mais efetiva, sugere-se criar um formulário com todas as questões acima, ponderando a importância de cada questão e pontuando em função da assertividade das respostas. Com isso, a simples tabulação aritmética das respostas a cada questão já dará ao gestor de vendas um visão clara de quão próximos nos achamos de ganhar o negócio. Mas, além das questões tabuladas, é vital que o gestor de vendas seja incisivo e investigativo durante a reunião, para se assegurar que o processo de gestão de vendas está realmente sendo feito com qualidade e que todos os aspectos relevantes estão sob controle.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=144" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Pipeline e forecast são cunhados&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/forecast-pipeline-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="forecast-pipeline-150x150" /><span></span>Na política brasileira cunhou-se o termo &#8220;cunhado não é parente&#8221;. Para quem não sabe, a origem dessa velha história remonta ao caudilho Leonel Brizola quando se referia a seu malfadado cunhado, Jango Goulart.
A pipeline (ou funil de vendas) contém todas as oportunidades que estamos trabalhando num determinado momento. A pipeline pode conter inclusive oportunidades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na política brasileira cunhou-se o termo &#8220;cunhado não é parente&#8221;. Para quem não sabe, a origem dessa velha história remonta ao caudilho Leonel Brizola quando se referia a seu malfadado cunhado, Jango Goulart.</p>
<p>A <strong>pipeline</strong> (ou funil de vendas) contém todas as oportunidades que estamos trabalhando num determinado momento. A pipeline pode conter inclusive oportunidades que movemos para o &#8220;estacionamento&#8221; (que decidimos não trabalhar no momento, mas às quais voltaremos em ocasião oportuna). A pipeline é uma só, embora cada oportunidade tenha um dono, com nome e sobrenome: o vendedor que a trabalha.</p>
<p>O <strong>forecast</strong> (ou previsão de vendas) contém aquilo que antecipamos vender em prazos determinados (o usual é a 30D, 60D, 90D e +90D0). Já o forecast não é um só. Podemos ter muitos forecasts, conforme a visão pessoal de quem faz a previsão. Me explico: uma mesma e única oportunidade da pipeline pode resultar em diferentes forecasts, para os vários níveis da hierarquia de vendas.</p>
<p>Exemplificando:</p>
<ul>
<li> Um vendedor incluiu uma oportunidade &#8220;A&#8221; em sua pipeline e começou a trabalhá-la.</li>
</ul>
<ul>
<li> Num determinado momento ele resolve incluí-la em seu forecast. Nesse momento ele necessariamente antecipa o &#8220;quanto&#8221; ($) e o &#8220;quando&#8221; (data de fechamento).  Pode também colocar uma probabilidade de fechamento, embora isso não seja mandatório.</li>
</ul>
<ul>
<li> O forecast do vendedor é enviado para seu gerente, que olha a previsão para a oportunidade &#8220;A&#8221; e decide mudá-la antes de enviar para o diretor. Ele pode mudar o valor estimado e a data de fechamento.</li>
</ul>
<ul>
<li> O diretor, por sua vez, pode fazer a mesma coisa antes de enviar para o presidente.</li>
</ul>
<p>Assim, podemos dizer que uma só oportunidade da pipeline deu origem a três previsões distintas de vendas. Importante: o forecast do nível de cima não invalida o do nível de baixo. No exemplo que eu dei, são três interpretações diferentes, ou três fotos distintas, do mesmo fato gerador. Isso permite que, por exemplo, o diretor queira ver o forecast do vendedor antes de endossar o do gerente.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-445" title="forecast-pipeline" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/forecast-pipeline-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Existem alguns mitos comuns ao forecast. Um deles é que oportunidades com datas de fechamento mais próximas devem ser incluídas no forecast antes das mais distantes. Isso parece razoável, mas não necessariamente é verdade. </strong>Um vendedor pode ter algo com previsão de entrega para 30D e que ainda não tem budget alocado, enquanto uma outra oportunidade para entrega em 60D já tem budget alocado. É normal que ele inclua a segunda oportunidade no seu forecast e não inclua a primeira. E óbvio, pode ocorrer que o negócio não incluído no forecast feche antes daquele que foi incluído. Trata-se de um simples erro de previsão&#8230; e isso acontece.</p>
<p>Um outro mito é que oportunidades muito recentes (em termos de inclusão) deveriam ser incluídas no forecast depois da mais antigas. Isso é uma outra falsa verdade. Qual vendedor já não trabalhou uma oportunidade &#8220;encruada&#8221;, que levou meses para virar negócio, enquanto uma outra, novinha em folha, esquentou e fechou em poucas semanas?!</p>
<p>Como se vê, em gestão de vendas também se faz uma grande confusão entre pipeline e forecast, que “são cunhados, mas não são parentes”. <em>Cappice?</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=114" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como acelerar resultados de vendas</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 17:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Soldatelli</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/evento-150x1501.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="evento-150x150" /><span></span>É possível atingir e melhorar resultados ainda este ano? Ou aumentar vendas e criar sustentabilidade de vendas para o início de 2010?
Sim, é possível! Como?

1. Primeiro, é preciso responder a algumas perguntas:
Quais oportunidades devem ser trabalhadas pela força de vendas?
O que realmente temos no funil de vendas (pipeline)?
Para responder, é preciso saber se as oportunidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="size-medium wp-image-36 alignleft" title="evento" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/evento-300x144.png" alt="evento" width="300" height="144" /></strong><strong>É possível atingir e melhorar resultados ainda este ano? </strong><strong>Ou aumentar vendas e criar sustentabilidade de vendas para o início de 2010?</strong></p>
<p><strong>Sim, é possível! Como?<br />
</strong></p>
<p><em>1. Primeiro, é preciso responder a algumas perguntas:</em></p>
<p>Quais oportunidades devem ser trabalhadas pela força de vendas?</p>
<p>O que realmente temos no funil de vendas (pipeline)?</p>
<p>Para responder, é preciso saber se as oportunidades estão bem qualificadas, ou seja:</p>
<p>Conhecemos o real problema de negócios do cliente?</p>
<p>Estamos acessando quem decide?</p>
<p>O cliente tem orçamento?</p>
<p>Temos a solução para o cliente?</p>
<p>Essas são algumas perguntas ou requisitos de qualificação do funil de vendas ou pipeline, que devem ser preenchidas para se ter certeza que a oportunidade realmente deve receber atenção e envolver recursos da empresa.</p>
<p>E quais são as oportunidades que temos em nossa previsão de vendas ou forecast que devem ser consideradas?</p>
<p>Outras perguntas também devem ser respondidas: Por que o cliente irá comprar de nossa empresa? Quais são os concorrentes e ameaças nesta oportunidade? Como superá-las? E o processo de contratação, quais são as etapas? Ainda terá  negociação em compras?</p>
<p>Esta primeira etapa do processo deve ter a participação da força de vendas e os gestores são os responsáveis do que deve ser trabalhado ou não. Isto é também conhecido pelo processo de GO/NO GO.</p>
<p><em>2. Qualificadas as oportunidades do funil (pipeline) e da previsão de vendas (forecast) é necessário classificar as oportunidades em:</em></p>
<p>Muito importantes: chamamos de Top Ten, mas podem ser 5 ou 15 e se definem por serem as mais importantes e estratégicas que estão sendo trabalhadas;</p>
<p>Oportunidades prioritárias: são aquelas que tem um bom valor para a empresa,  não são Top Ten, mas merecem um acompanhamento individual;</p>
<p>Outras: são as oportunidades de menor valor e que são gerenciadas pelos seus totais.</p>
<p><em>3. Criar um Plano de Ação para cada oportunidade Top Ten é o próximo passo. O Plano de Ação dever ser aprovado pela alta gerência, pois cria um alinhamento e participação de todos os níveis da empresa.</em></p>
<p>Aí então, entra a execução por parte da força de vendas com disciplina e comprometimento. Os gestores de vendas devem atuar em todo o processo, desde o acompanhamento do funil de vendas (Gestão de Pipeline), da previsão de vendas (Gestão do Forecast) e até o controle de todas as atividades sobre os Planos de Ação de todo Top Ten.  O ciclo definido acima deve ser mantido para TODAS as oportunidades,  sendo que os vendedores são responsáveis pela execução e os gestores pela pilotagem e manutenção do processo.</p>
<p><strong>Então, como acelerar resultados de vendas?</strong></p>
<p>A receita para o sucesso é:</p>
<p>Escolher as oportunidades certas, qualificando-as adequadamente;</p>
<p>Selecionar e planejar as oportunidades de maior valor;</p>
<p>Controlar e executar as ações com processos e disciplina;</p>
<p>Focar e priorizar efetivamente no que interessa e traz resultados.</p>
<p>Boa sorte!</p>
<br/><p><a href="/email/?id=105" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 19:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade em vendas]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento de vendas]]></category>
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		<category><![CDATA[Qualificação de oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[vendas consultivas]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/usar-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="usar-150x150" /><span></span>Está lá no dicionário: Oportunidade é “ocasião, ensejo, lance, circunstância adequada ou favorável, conveniência”.
Ou seja, assim como uma venda bem sucedida, uma oportunidade só é “quente” quando é uma circunstância adequada ou favorável para os dois lados da negociação. É quando há interesse mútuo claramente identificado.
Meio óbvio o que estou dizendo? Verdade&#8230; mas muita gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está lá no dicionário: <strong>Oportunidade é “ocasião, ensejo, lance, circunstância adequada ou favorável, conveniência”.</strong></p>
<p>Ou seja, assim como uma venda bem sucedida, uma oportunidade só é “quente” quando é uma circunstância adequada ou favorável para os dois lados da negociação. É quando há interesse mútuo claramente identificado.</p>
<p>Meio óbvio o que estou dizendo? Verdade&#8230; mas muita gente tem momentos de extrema dificuldade para ver as coisas como elas realmente são. Aliás, é da natureza humana em situações adversas evitar encarar as coisas de frente, deixar de analisá-las friamente e tomar as decisões mais adequadas em cada caso.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/23065375@N05/2247354856/"><img class="alignleft size-medium wp-image-91" title="Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/usar-300x200.jpg" alt="Será que a oportunidade que estou trabalhando é quente?" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Primeiro, antes de sair vibrando que encontrou uma oportunidade e agarrá-la como se fosse a “oportunidade da vida” ou que “oportunidade não se desperdiça”, procure usar as melhores práticas para qualificá-la adequadamente antes de entrar “numa fria”.<br />
<strong><br />
Uma oportunidade mal qualificada certamente remeterá a ações que fatalmente lá adiante, o levarão a voltar várias casas como nos jogos de tabuleiro e obrigá-lo a refazer o que poderia ter sido feito em uma seqüência evolutiva, planejada estrategicamente e sucessivamente ajustada, avançando passo a passo. </strong>Caso contrário, haverá gasto de tempo e de dinheiro além do necessário para explorar adequadamente tal oportunidade e conquistar uma venda bem sucedida, por exemplo. Resultado neste caso: pode ser até que a venda aconteça, mas certamente sairá a um custo maior do que poderia ter sido. Em alguns casos, muitas empresas chegam posteriormente à conclusão que melhor teria sido renunciar à venda do que tê-la realizado. <strong>Afinal, se o custo da venda é excessivo, além dos padrões aceitáveis, alguém vai pagar por isso. Os clientes? Não, claro. Daí a empresa fornecedora termina por assumir tais prejuízos, reduzir suas margens e penalizar seus resultados.</strong></p>
<p><strong>Qualificar uma oportunidade, portanto, é fundamental para descobrir se ela é mesmo uma Oportunidade com “O” maiúsculo.</strong> Enquanto uma oportunidade não estiver totalmente qualificada, não se iluda e não siga adiante.  É melhor “voltar algumas casas” e ter seu questionário de qualificação totalmente respondido antes de evoluir achando que todas as necessidades estão entendidas. Faça isso se necessário antes de endereçar uma solução, de entregar uma proposta ou de provocar um fechamento precipitado. Descubra com quem está lidando&#8230; quem apoiará e por que, quem dificultará e por que e quem decidirá a compra. Descubra quais as principais “dores” a serem tratadas, quem é a concorrência, que vantagens/desvantagens ela leva, quais são as motivações para comprar da sua empresa, se tem capacidade para comprar, se existe verba prevista e para quando.</p>
<p>A empresa onde trabalho, que é especializada em consultoria de gestão de processos de vendas, vira e mexe recebe consultas de Diretores Comerciais que não entendem porque seus processos de vendas demoram a fechar ou fracassam apesar de seus vendedores serem dedicados, determinados e experientes. Na maioria dos casos, identificamos que essas empresas ou não utilizam uma metodologia adequada de vendas, que passa obrigatoriamente por uma etapa de qualificação completa das oportunidades de negócios, ou não aplicam rigorosamente em sua plenitude essa etapa.</p>
<p>Em resumo: uma oportunidade só será “quente” quando nosso “termômetro” de qualificação da mesma apontá-la como tal.</p>
<p>E se o que você identificar não for de fato uma Oportunidade, então RENUNCIE! Não siga adiante, ainda que lhe doa muito essa decisão. Cuidado com os velhos ditados que dizem: “seja persistente, desistir jamais”.  Às vezes, o No Go é preciso.  “O guerreiro irá ganhar caso saiba quando lutar e quando não” (Sun Tzu – “A Arte da Guerra”). Sem perda de tempo, busque alavancar outras Oportunidades que ficarão “quentes”. Parodiando aquele comercial da Net&#8230; “saia da Sibéria” logo para não se arrepender depois de ter desperdiçado tempo, dinheiro e energia tentando tirar água de pedra!</p>
<p><strong>Felizes Oportunidades (qualificadas) a todos e Bons Negócios!!!</strong></p>
<br/><p><a href="/email/?id=87" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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