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	<title>Metas de Vendas &#187; Augusto Pinto</title>
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	<description>Consultoria, Planejamento e Competitividade em Vendas</description>
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		<title>Você pagaria pelo tempo de um vendedor?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 16:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/vendedor4-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="vendedor4-150x150" /><span></span>Colaborador convidado*
Depende do vendedor e do que ele estivesse me oferecendo. Quando você chama um arquiteto para fazer um projeto de reforma de sua casa ele cobra por duas partes: pelo projeto em sí e pela reforma propriamente dita. Pagar pelo projeto do arquiteto é o mesmo que pagar pelo serviço de um vendedor (o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Colaborador convidado*</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-416" title="Você pagaria pelo tempo de um vendedor?" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/vendedor4-300x225.jpg" alt="Você pagaria pelo tempo de um vendedor?" width="300" height="225" />Depende do vendedor e do que ele estivesse me oferecendo. Quando você chama um arquiteto para fazer um projeto de reforma de sua casa ele cobra por duas partes: pelo projeto em sí e pela reforma propriamente dita. Pagar pelo projeto do arquiteto é o mesmo que pagar pelo serviço de um vendedor (o arquiteto vende um projetinho por R$ 5 mil, para ganhar R$ 100 mil na reforma, essa sim é o negócio propriamente dito).</p>
<p>Por que a gente paga pelo trabalho do arquiteto e não paga pelo do vendedor? Simplesmente porque a qualificação do arquiteto é estabelecida no minuto zero e a do vendedor não. Para inverter essa equação, o vendedor deveria ser percebido pelo cliente como um consultor. Um consultor é caracterizado por algumas qualificações:</p>
<ul>
<li>Conhecimento do negócio de seu cliente;</li>
<li>Conhecimento do produto, ou serviço que está vendendo;</li>
<li>Conhecimento da metodologia necessária para que o produto ou serviço, sendo vendido seja bem utilizado pelo cliente;</li>
<li>Relacionamento nota 10;</li>
<li>Credibilidade.</li>
</ul>
<p>Tirando as questões da credibilidade e relacionamento, que são pré-requisitos para alguém que sonha ser um vendedor bem sucedido, as outras três qualificações são distantes do estereótipo do bom vendedor. Todos imaginam que um ótimo vendedor comunique bem o &#8220;peixe que está vendendo&#8221; e que seja um excelente negociador.</p>
<p>Modernamente, gigantes como a Telefonica criaram o conceito de &#8220;mesa de compras&#8221;, que delega a negociação final de um grande contrato a &#8220;espremedores de cérebro profissionais&#8221;. Se do outro lado está um pobre vendedor, ele perderá a maioria das paradas. A resposta à mesa de compras é uma equipe de negociação do lado de quem vende, compreendendo técnicos, financeiro e jurídico. E o vendedor, o que faz? Ele orquestra, coordena, essa equipe de fechamento de negócio.</p>
<p>Daí que o trabalho faixa nobre do vendedor passa a chamada venda técnica, que antecede à venda financeira/comercial. Tudo começa com prospecção de uma nova oportunidade, fazendo um ótima qualificação. A venda técnica, dependendo da complexidade do produto, o próprio <a href="http://metasdevendas.com.br/o-novo-profissional-de-vendas">vendedor</a> faz (como no caso do arquiteto), ou, para ofertas mais complexas, ele agrega e coordena os chamados recursos de pré-vendas para auxiliá-lo.</p>
<p>Para ser bem aceito como responsável por conduzir a venda técnica, realmente o vendedor tem que demonstrar conhecer muito bem os pains e necessidades de seu cliente, para poder tranformar uma simples oferta numa solução sob medida. E, ele tem que ter credibilidade, para convencer ao cliente da viabilidade da implementação prática da solução proposta, qualquer que seja ela.</p>
<p>Em outras palavras, esse novo vendedor, pelo qual o cliente pagaria (em teoria) pelo seu tempo, é um <a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios">vendedor-consultor</a>. Parece mais complexo vender numa ambiente como este? E é. Bem vindo ao século XXI.&#8221;</p>
<br/><p><a href="/email/?id=415" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Estímulo: uma via de muitas mãos</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/estimulo-uma-via-de-muitas-maos</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 11:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[Processos de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[bonificação em vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/492882480_6b6a204cd7-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="492882480_6b6a204cd7-150x150" /><span></span>
A palavra estímulo tem muitos significados e cada um deles a concebe de uma maneira diferente. Recomendo a leitura da excelente monografia “Motivação: por que estímulos semelhantes causam efeitos diferentes?”, de autoria do Prof. Eronildes Manoel Dos Santos.
Estímulo é sinônimo de motivação e o que motiva um pode desmotivar outro. Por isso é tão comum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/56597995@N00/492882480/"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/492882480_6b6a204cd7-300x208.jpg" alt="" title="Estímulo: uma via de muitas mãos" width="300" height="208" class="alignright size-medium wp-image-474" /></a></p>
<p>A palavra estímulo tem muitos significados e cada um deles a concebe de uma maneira diferente. Recomendo a leitura da excelente monografia <a href="http://br.monografias.com/trabalhos3/estimulos-semelhantes-efeitos-diferentes/estimulos-semelhantes-efeitos-diferentes.shtml"><strong>“Motivação: por que estímulos semelhantes causam efeitos diferentes?”</strong></a>, de autoria do Prof. Eronildes Manoel Dos Santos.</p>
<p><strong>Estímulo é sinônimo de motivação e o que motiva um pode desmotivar outro. Por isso é tão comum ver as empresas se debatendo com diferentes opções de estímulos para seus colaboradores, sem chegar a uma conclusão definitiva. Trata-se de um dilema.</strong></p>
<p>Falar de estímulos de maneira ampla é muito ambicioso. Os fatores de estimulação pessoal são muitos e não coincidentes provém de diferentes origens: salário, carreira, desafio, reconhecimento público, possibilidades de aprendizado, etc. Portanto, neste post proponho analisarmos um pouco mais em detalhe o estímulo oferecido aos vendedores. A Catho faz uma análise interessante sobre o tema em seu artigo <strong><a href="http://www3.catho.com.br/salario/action//artigos/Remuneracao_aplicada_para_areas_comerciais.php">“Remuneração aplicada para áreas comerciais”</a>. </strong></p>
<p>Vendedores são seres humanos como todos nós, sendo estimuláveis pelos mesmos fatores que motivam os outros funcionários da empresa. Porém, dadas as características de seu trabalho, os vendedores tendem a se motivar principalmente pelo <a href="http://metasdevendas.com.br/metas-sao-tudo-na-vida">atingimento de suas metas de vendas</a> e pelas conseqüências implícitas (geralmente de ordem financeira). Deixando de lado outras questões, vamos examinar mais detidamente o aspecto do reconhecimento financeiro.</p>
<p><a href="http://www.skywalker.com.br/artigos/corpo.php?id=16"><strong>Vendedores são premiados pelos resultados de vendas com comissões e/ou bônus direcionais</strong></a>. <strong>Qual dos dois é melhor? Essa resposta não existe, pelo menos de forma tão simplista.</strong> As comissões pagas sobre o atingimento de quotas anuais de vendas representam a forma mais direta de pagamento por performance. No entanto, nem sempre o comissionamento é o caminho mais adequado. Pense nas seguintes situações:</p>
<ul>
<li>Novas ofertas, que implicam em desenvolvimento de mercado e que levam muito tempo para escalar.</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-1-isso-faz-sentido-para-voce"><strong>Vendas consultivas</strong></a> de ciclo longo (ou mesmo muito longo), como em projetos de alto valor agregado. Às vezes ganhar uma concorrência para construir uma usina hidroelétrica, uma estrada, uma fábrica, etc, pode ser um trabalho de anos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Na contramão, vendas no varejo (resultados de um super-mercado, ou de um magazine, por exemplo) são influenciados por múltiplos fatores, alguns fora do controle da diretoria de vendas.</li>
<li>E poderíamos citar muitos outros casos.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, os bônus, muitas vezes chamados de direcionais porque visam direcionar estrategicamente as forças de vendas, podem também não ser a ferramenta mais adequada:</p>
<ul>
<li>Para vender carros numa concessionária, eletrodomésticos em uma loja tipo Casas Bahia, ou até mesmo software e serviços especializados. Nesse caso, o velho e tradicional comissionamento ainda é o caminho mais curto para fazer os objetivos de vendas.</li>
</ul>
<p><strong>E dá para pensar na junção dos dois tipos de estímulos? Claro!</strong> Na verdade, em vendas consultivas isso é muito comum. Nesse caso o comissionamento estimula resultado a curto prazo (quota do trimestre, do ano) e os bônus direcionam o esforço na direção correta (vender o produto estratégico, distribuir homogeneamente as vendas ao longo do ano, melhorar a margem de vendas, vender mais serviços que produtos, etc).</p>
<p><strong>Três questões primordiais se colocam:</strong></p>
<ul>
<li>Quando utilizar cada tipo de estímulo?</li>
</ul>
<ul>
<li>Como criar um modelo adequado de uso de cada instrumento?</li>
</ul>
<ul>
<li>Como medir os resultados?</li>
</ul>
<p>Não cabe neste espaço uma resposta muito aprofundada, portanto vamos discorrer sobre as generalidades mais importantes:</p>
<ol>
<li>Comissões pagam genericamente pelos resultados de volume, mas não direcionam.</li>
<li> Quem ganha comissões só se sente estimulado se a quota for justa e se sua chance de atingi-la for concreta.</li>
<li>Os bônus são ideais para direcionar estrategicamente os resultados.</li>
<li>Funcionam melhor quando utilizados conjuntamente com comissionamento.</li>
<li>Criar um bom modelo de remuneração variável não é trabalho para o diretor de vendas, que nesse caso será o cliente. Esse é um trabalho para o RH, idealmente em parceria com uma área especializada em “planos de vendas”. Eu trabalhei em algumas grandes empresas de TI onde a área de Planos de Vendas era uma diretoria.</li>
<li>A mensuração de resultados depende em grande parte do estabelecimento prévio de métricas inteligentes. Mesmo no pagamento puro e simples de comissões as métricas são importantes (por exemplo, remunera-se vendas novas e vendas na base de clientes de forma diferente).</li>
</ol>
<p>Para finalizar, sugiro a vocês não tratar o assunto de estímulos superficialmente. Trata-se de algo crucial para os resultados, para a motivação das pessoas e, arrisco dizer, para a subsistência do negócio.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=191" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vendedor Consultor (4): Planejando como ganhar os grandes negócios</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios</link>
		<comments>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-4-planejando-como-ganhar-os-grandes-negocios#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="142" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies1-150x1421.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies1-150x142" /><span></span>
Eu passei boa parte de minha vida atuando como vendedor e outra gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo uma coisa eu aprendi: em geral, embora não seja regra, vendedores odeiam planejamento. Existe até uma certa noção romântica de que vender é a arte da improvisação e que os grandes vendedores são aqueles que “saem jogando”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies1.jpg" alt="" title="bizcookies1" width="300" height="142" class="alignleft size-full wp-image-458" /></p>
<p><span>Eu passei boa parte de minha vida atuando como vendedor e outra gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo uma coisa eu aprendi: <strong>em geral, embora não seja regra, vendedores odeiam planejamento</strong>. Existe até uma certa noção romântica de que vender é a arte da improvisação e que os grandes vendedores são aqueles que “saem jogando”, em qualquer situação.</span></p>
<p>Sem desprezar a criatividade que é tão importante para o sucesso em vendas, nada mais falso do que a pouca importância dada ao planejamento para o sucesso em vendas. <strong>Na verdade, os grandes negócios devem ser tratados como projetos e portanto devem ser planejados</strong> (assista ao vídeo do consultor Eduardo Botelho falando de <span><span style="font-size: small;"><a href="http://www.commit.com.br/produto-262-curso---vol-01----o-planejamento-da-venda"><strong>Planejamento de Vendas</strong></a></span></span><span style="font-size: small;">). A disputa por um grande negócio merece a preparação de um cronograma (mesmo que mental) e um tratamento de projeto, pois envolve questões importantes relativas à alocação de mão de obra cara (pré-vendas e consultoria) e um timing que quando falho levará ao fracasso. Participar de uma licitação pública, ou de uma grande </span><span style="font-size: small;"><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Request_for_proposal">RFP (Request for Proposal)</a></strong></span><span style="font-size: small;"> privada, são definitivamente projetos, envolvendo muita gente e demandando liderança.</span></p>
<p>Porém mais que os simples aspectos de controle envolvidos num projeto, a questão do planejamento é fundamental para se ganhar grandes concorrências. Para fechar bons contratos é necessário conhecer bem o cliente, suas necessidades, os concorrentes envolvidos, os executivos decisores e o andamento do processo de compras. Isto nos leva a outras questões fundamentais. Antes de planejar nossa estratégia de ataque ao negócio, é necessário mapear a conta e a oportunidade, o que implica em visitas, realização de entrevistas, coleta de material e muita pesquisa. Só depois de conhecer bem a situação é que poderemos nos arriscar a começar o desenho de uma estratégia vitoriosa.</p>
<p><strong>Uma reunião de planejamento de negócio deve ser criteriosamente preparada pelo vendedor encarregado do mesmo, convidando outros profissionais para participar que possam agregar valor: seu chefe, pré-vendas, consultoria, finanças (a negociação pode implicar em concessões financeiras) e jurídico. </strong>As informações a serem apresentadas para discussão deverão ser blocadas por tópico relevante a saber: acesso ao poder decisório no cliente, aspectos relevantes da venda técnica e da negociação financeira e contratual (T’s&amp;C’s – Termos &amp; Condições). Para tanto, o vendedor deve se preparar de antemão.</p>
<p><strong>Com relação ao item acesso ao poder, devemos considerar:</strong></p>
<p>* Quem são as figuras relevantes no cliente: quem usa, quem decide, que apóia, quem avalia tecnicamente e quem paga?<br />
* Devemos obter a anuência do decisor para abrir portas para obter informações sobre pains e necessidades.<br />
* Devemos obter o apoio do decisor para nos ajudar a depurar a visão obtida.<br />
* O decisor deve aprovar nossa avaliação da situação.</p>
<p><strong>Com relação à venda técnica, é importante podermos responder a algumas questões relevantes:</strong></p>
<p>* Temos uma solução configurada sob medida para resolver as pains e necessidades do cliente?<br />
* A solução foi apresentada em todas as instâncias de poder?<br />
* Como nossa solução se compara à do concorrente melhor postado (pontos de vantagem e desvantagem)?<br />
* Se foi necessária uma prova de conceito, ela foi bem sucedida?<br />
* Quem usa e quem paga estão tecnicamente convencidos da solução apresentada?</p>
<p><strong>Finalmente, o desafio de fechamento do negócio, também deve ser atacado de forma estruturada:</strong></p>
<p>* Quem decide e quem paga aceitou as recomendações de compra de quem usa e de quem aprova tecnicamente?<br />
* Os problemas levantados com relação à proposta inicialmente apresentada estão todos resolvidos (problemas técnicos, financeiros, de atendimento, de delivery e contratuais)?<br />
* Como se compara nossa proposta financeira/contratual à do concorrente melhor postado?<br />
* Temos o aceite final da proposta?<br />
* O contrato foi entregue e depurado (ajustado) pelos jurídicos de ambas as empresas?<br />
* Contrato foi assinado?</p>
<p>Para que a reunião de planejamento de negócios seja ainda mais efetiva, sugere-se criar um formulário com todas as questões acima, ponderando a importância de cada questão e pontuando em função da assertividade das respostas. Com isso, a simples tabulação aritmética das respostas a cada questão já dará ao gestor de vendas um visão clara de quão próximos nos achamos de ganhar o negócio. Mas, além das questões tabuladas, é vital que o gestor de vendas seja incisivo e investigativo durante a reunião, para se assegurar que o processo de gestão de vendas está realmente sendo feito com qualidade e que todos os aspectos relevantes estão sob controle.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=144" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vendedor Consultor (2): Account Control</title>
		<link>http://metasdevendas.com.br/vendedor-consultor-2-account-control</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="bizcookies3-150x150" /><span></span> 


Eu fico em dúvida em me classificar como um velho vendedor, ou um vendedor velho; talvez eu me encaixe em ambas as categorias. O fato é que passei mais de metade de minha vida vendendo, ou gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo tive oportunidade de refletir sobre os muitos aspectos que influenciam a eficácia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<div>
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<p>Eu fico em dúvida em me classificar como um velho vendedor, ou um vendedor velho; talvez eu me encaixe em ambas as categorias. O fato é que passei mais de metade de minha vida vendendo, ou gerenciando vendedores. Durante todo esse tempo tive oportunidade de refletir sobre os muitos aspectos que influenciam a eficácia em vendas: metodologia, geração de bons leads, qualificação correta de oportunidades, planejamento de negócios e account control. De todos esses fatores, se eu tivesse que escolher um, primordial, escolheria o account control.</p>
<p>Minha escola de vendas foi a IBM, na minha opinião a empresa com melhor conceito e aplicação de account control de todo o mercado. Os gerentes de negócios da IBM são soberbos nesse tópico, eles sabem tudo de account control. Nesta blogada vou tentar exprimir 30 anos de experiência em alguns parágrafos, o que certamente é uma temeridade.</p>
<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3.jpg"><img src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bizcookies3.jpg" alt="" title="bizcookies3" width="300" height="225" class="aligncenter size-full wp-image-450" /></a></p>
<p>Inicialmente, devo dizer que relacionamento é pré-requisito para um bom account control, mas não é condição suficiente. A base do account control é a confiança, e esta é impossível sem o relacionamento. Mas, raciocinando por absurdo, será que é possível ter account control sem relacionamento? Definitivamente não, por uma razão muito simples: em relacionamentos muito longos todo mundo, cedo ou tarde, “pisa no tomate, mesmo que seja uma pisadinha”. Nesse momento se o relacionamento não for bom, mesmo um perfeito account control vai para o brejo. Importante lembrar que quem compra não são as pessoas jurídicas, mas as pessoas físicas que as representam, e estas são movidas pelo emocional.</p>
<p>Vamos falar um pouquinho sobre relacionamento. Relacionamento é feito de partes iguais de empatia e cortesia profissional. A empatia é nata, mas pode ser desenvolvida, se nos mantivermos sempre atentos a aspectos como: atenção (saber ouvir), discrição, disponibilidade, respeito às opiniões alheias e interesse real pelas pessoas (que se escondem atrás dos profissionais). A cortesia em negócios é definitivamente resultado de treinamento e significa: dar feedback contínuo, responder rapidamente às demandas do cliente, ser pontual, ser comprometido, se interessar pelo profissional (desta vez não é a pessoa e sim o próprio profissional) com que nos relacionamos e procurar entender o negócio de nosso cliente. Todos esses aspectos representam a base conceitual de sustentação do chamado <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management">CRM</a></strong> (Customer Relationship Management).</p>
<p>A chave do account control é a fidelização do cliente. Fidelizar significa oferecer exatamente aquilo que o cliente precisa, e não aquilo que queremos vender. A quem se interessar mais pelo assunto sugiro o excelente artigo de Cristina Moutella, sobre <strong><a href="http://www.gerenciadordevendas.com.br/gerenciador/empresa/servicos/artigos/artigo_011.htm">“Estratégias de Fidelização”</a></strong>.</p>
<p><strong>Fidelizar é um processo de 4 passos:</strong></p>
<p><strong>1.    Conhecer melhor nosso cliente (empresa, profissionais e pessoas);<br />
2.    Conhecer suas necessidades e pains;<br />
3.    Interagir com o cliente;<br />
4.    Personalizar a forma como o serviço é prestado…sim, vender é um tipo de prestação de serviço (leia post sobre “Vendedor Consultor”). </strong></p>
<p><strong>Para finalizar, gostaria de relembrar algumas das atitudes comuns a vendedores inexperientes, que queimam todo o esforço para conseguir um bom account control. Cuidado com:</strong></p>
<p><strong>1.    Excesso de informalidade (nunca abuse da liberdade que o seu cliente lhe dá);<br />
2.    Falta de feedback;<br />
3.    Quebra de compromissos;<br />
4.    Contestar publicamente seu cliente;<br />
5.    Baixar a guarda com a qualidade contínua;<br />
6.    “One size fits all” (esquecer da personalização);<br />
7.    “Proximidade eletrônica” (estar “próximo” do cliente via e-mail, telefone, Messenger e outras traquitanas modernas);<br />
8.    “Chutar a bola sempre para o campo do cliente”,  sem entender que se trata de um jogo, onde o vendedor atua junto com seu cliente.</strong></p>
<p>E, <em>last, but not least,</em> cuidado com certos “sinais de fumaça”: cliente muito quieto, impaciente, ou irritado, piadinhas, ironia, dificuldade em agendar reuniões, e-mails e ligações sem resposta, cancelamento de compromissos. O inimigo pode estar dentro de sua casa, sem que você se dê conta.</p>
<p>E, último dos últimos, não atenda aos desejos de seus clientes e sim às suas necessidades. Mimar pode até deixar seu cliente momentaneamente feliz, mas jamais lhe abrirá as portas  do account control. É o mesmo conceito que aplicamos à educação de nossos filhos.</p>
</div>
</div>
<br/><p><a href="/email/?id=123" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Pipeline e forecast são cunhados&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria em vendas]]></category>
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		<category><![CDATA[Previsão de vendas]]></category>
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		<category><![CDATA[vendedor consultor]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/forecast-pipeline-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="forecast-pipeline-150x150" /><span></span>Na política brasileira cunhou-se o termo &#8220;cunhado não é parente&#8221;. Para quem não sabe, a origem dessa velha história remonta ao caudilho Leonel Brizola quando se referia a seu malfadado cunhado, Jango Goulart.
A pipeline (ou funil de vendas) contém todas as oportunidades que estamos trabalhando num determinado momento. A pipeline pode conter inclusive oportunidades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na política brasileira cunhou-se o termo &#8220;cunhado não é parente&#8221;. Para quem não sabe, a origem dessa velha história remonta ao caudilho Leonel Brizola quando se referia a seu malfadado cunhado, Jango Goulart.</p>
<p>A <strong>pipeline</strong> (ou funil de vendas) contém todas as oportunidades que estamos trabalhando num determinado momento. A pipeline pode conter inclusive oportunidades que movemos para o &#8220;estacionamento&#8221; (que decidimos não trabalhar no momento, mas às quais voltaremos em ocasião oportuna). A pipeline é uma só, embora cada oportunidade tenha um dono, com nome e sobrenome: o vendedor que a trabalha.</p>
<p>O <strong>forecast</strong> (ou previsão de vendas) contém aquilo que antecipamos vender em prazos determinados (o usual é a 30D, 60D, 90D e +90D0). Já o forecast não é um só. Podemos ter muitos forecasts, conforme a visão pessoal de quem faz a previsão. Me explico: uma mesma e única oportunidade da pipeline pode resultar em diferentes forecasts, para os vários níveis da hierarquia de vendas.</p>
<p>Exemplificando:</p>
<ul>
<li> Um vendedor incluiu uma oportunidade &#8220;A&#8221; em sua pipeline e começou a trabalhá-la.</li>
</ul>
<ul>
<li> Num determinado momento ele resolve incluí-la em seu forecast. Nesse momento ele necessariamente antecipa o &#8220;quanto&#8221; ($) e o &#8220;quando&#8221; (data de fechamento).  Pode também colocar uma probabilidade de fechamento, embora isso não seja mandatório.</li>
</ul>
<ul>
<li> O forecast do vendedor é enviado para seu gerente, que olha a previsão para a oportunidade &#8220;A&#8221; e decide mudá-la antes de enviar para o diretor. Ele pode mudar o valor estimado e a data de fechamento.</li>
</ul>
<ul>
<li> O diretor, por sua vez, pode fazer a mesma coisa antes de enviar para o presidente.</li>
</ul>
<p>Assim, podemos dizer que uma só oportunidade da pipeline deu origem a três previsões distintas de vendas. Importante: o forecast do nível de cima não invalida o do nível de baixo. No exemplo que eu dei, são três interpretações diferentes, ou três fotos distintas, do mesmo fato gerador. Isso permite que, por exemplo, o diretor queira ver o forecast do vendedor antes de endossar o do gerente.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-445" title="forecast-pipeline" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/forecast-pipeline-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Existem alguns mitos comuns ao forecast. Um deles é que oportunidades com datas de fechamento mais próximas devem ser incluídas no forecast antes das mais distantes. Isso parece razoável, mas não necessariamente é verdade. </strong>Um vendedor pode ter algo com previsão de entrega para 30D e que ainda não tem budget alocado, enquanto uma outra oportunidade para entrega em 60D já tem budget alocado. É normal que ele inclua a segunda oportunidade no seu forecast e não inclua a primeira. E óbvio, pode ocorrer que o negócio não incluído no forecast feche antes daquele que foi incluído. Trata-se de um simples erro de previsão&#8230; e isso acontece.</p>
<p>Um outro mito é que oportunidades muito recentes (em termos de inclusão) deveriam ser incluídas no forecast depois da mais antigas. Isso é uma outra falsa verdade. Qual vendedor já não trabalhou uma oportunidade &#8220;encruada&#8221;, que levou meses para virar negócio, enquanto uma outra, novinha em folha, esquentou e fechou em poucas semanas?!</p>
<p>Como se vê, em gestão de vendas também se faz uma grande confusão entre pipeline e forecast, que “são cunhados, mas não são parentes”. <em>Cappice?</em></p>
<br/><p><a href="/email/?id=114" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Uma questão de foco</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 11:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[processo de vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/valor-web-25943-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="valor-web-25943-150x150" /><span></span>Num passado não muito longínquo, era vital convencer o cliente de que lhe oferecíamos um produto estratégico. Com a globalização, ele passou a ter um leque de fornecedores, todos lhe oferecendo “produtos únicos”, que no final do dia se mostram iguais devido ao fenômeno da “comoditização” das tecnologias. Ou seja, o cliente não consegue mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Num passado não muito longínquo, era vital convencer o cliente de que lhe oferecíamos um produto estratégico. Com a globalização, ele passou a ter um leque de fornecedores, todos lhe oferecendo “produtos únicos”, que no final do dia se mostram iguais devido ao fenômeno da “comoditização” das tecnologias. Ou seja, o cliente não consegue mais distinguir o caráter único dos produtos e serviços que lhe oferecemos. Moral da história: comunicar o valor de nossa oferta para o cliente já não é mais suficiente.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-440" title="valor-web-25943" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/valor-web-25943-279x300.jpg" alt="" width="279" height="300" />O novo paradigma de vendas é: precisamos aprender a criar valor para nossos clientes. E como se produz esse milagre? Simplificando, por meio de um melhor atendimento. Nossos clientes perderam um pouco o respeito pelo vendedor tradicional, aquele que apenas comunica valor. Os clientes demandam de nossos vendedores mais conhecimento e a garantia de um nível de suporte muito alto. Como as técnicas de compras também se sofisticaram, discursos vazios não se sustentam por muito tempo.</p>
<p>Se concordamos que o novo caminho para o sucesso em vendas é criar valor para nossos clientes, a próxima pergunta que cabe é: <strong>o que é valor? “Valor = Benefícios – Custos”, ou seja, “valor é algo pelo qual o cliente esteja disposto a pagar” (<a href="http://neilrackham.com/">Neil Hackham</a>, autor de <a href="http://www.businessballs.com/salestraining.htm#needscreationselling">“Spin Selling”</a>).</strong> Vamos pensar um pouco no valor reconhecido na função de vendas: você estaria disposto a pagar pela visita de um vendedor? Não? Depende… Se o vendedor lhe trouxer informações importantes sobre o mercado e sobre seus concorrentes, se ele apontar caminhos para a solução de seus problemas com soluções personalizadas, se, em última análise, ele trouxer uma luz que auxilie sua empresa a mudar (com vantagens) a direção estratégica de seu negócio, então, certamente você pagaria por esta visita.</p>
<p>Na verdade, a coisa não é tão simples assim. <strong>Clientes têm perfis diferentes, com visões diversas sobre criação de valor. Quando se vende algo cujo valor é intrínseco (um quilo de carne, um litro de leite, um pacote de sabão em pó), o cliente tende a estreitar seu foco de valor em preço, qualidade e velocidade no atendimento. Porém, se o valor do que vendemos é extrínseco (um software, um automóvel, um apartamento), o comprador valoriza a assessoria e a ajuda prestada pelo vendedor, e por isso se dispõe a gastar tempo na busca da solução mais adequada. Finalmente, podemos também estar vendendo algo de valor estratégico (o projeto de uma nova fábrica, o projeto de uma auto-estrada, um iate com projeto desenvolvido especialmente para aquele comprador). </strong>Neste último caso, o cliente valoriza ao máximo as competências do fornecedor, de tal maneira que os papéis de comprador e vendedor se confundem, se transformando numa verdadeira parceria.</p>
<p>Neil Hackham qualifica respectivamente os três cenários de vendas acima como: venda transacional, venda consultiva e venda estratégica. Focando na venda consultiva, o bom atendimento esperado do vendedor se resume a três requisitos fundamentais: transparência, competência e solicitude. Se nós pensarmos no paradigma antigo, onde vendíamos produtos estratégicos, a competência seria, sim, o quesito mais importante. Num contexto de venda consultiva, onde o principal papel do vendedor é de ser um facilitador, auxiliando o cliente na configuração da solução mais aderente, definitivamente o quesito mais relevante é a solicitude.</p>
<p>Um vendedor solícito sabe ouvir, sabe perguntar e importa-se, de fato, com aquilo que é importante para seu cliente, pois a solução mais adequada é sempre construída de fora (cliente) para dentro (nossa empresa).</p>
<p>O bom atendimento resulta naturalmente na melhoria do relacionamento, o que abre portas para novas vendas, o que, por consequência, nos levará a atingirmos continuamente nossas metas de vendas. Como queríamos demonstrar.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=97" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mapeamento de Mercado X Qualificação de Oportunidades</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 01:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[leads]]></category>
		<category><![CDATA[Mapeamento de Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Qualificação de oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/jobOpportunities-header-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="jobOpportunities-header-150x150" /><span></span>A obsessão de todo gestor de vendas (e dos vendedores também) é a geração de leads. Serviços de call center são sub-contratados com essa finalidade, quando não são montadas grandes estruturas in house para fazer os chamados “cold calls” (ligações em cima de um mailing frio, para tentar descobrir oportunidades de vendas). Mas, gerado o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-435" title="Mapeamento de Mercado X Qualificação de Oportunidades" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/jobOpportunities-header-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /><strong>A obsessão de todo gestor de vendas (e dos vendedores também) é a geração de leads.</strong> Serviços de call center são sub-contratados com essa finalidade, quando não são montadas grandes estruturas in house para fazer os chamados “cold calls” (ligações em cima de um mailing frio, para tentar descobrir oportunidades de vendas). <strong>Mas, gerado o lead a questão imediata que se coloca é: será que é quente, vamos atacar já?</strong></p>
<p>Para responder a essas questões é preciso um trabalho de prospecção de cada uma dessas oportunidades, através de ligações telefônicas e visitas de vendas, antes de decidirmos se colocaremos realmente recursos e esforços para tentar transformar a oportunidade numa venda bem sucedida. A isso denominamos <strong>qualificação de oportunidades</strong>. Os vendedores costumam odiar o trabalho de qualificação e preferem pular de cabeça no processo de vendas, sem medir as consequências. Isso costuma custar caro para a empresa…</p>
<p>Na verdade, as empresas que trabalham com vendas de ciclo longo, tipo vendas consultivas (mais comuns no B2B), às vezes misturam o processo de marketing com o processo de vendas.</p>
<p><strong>O marketing tem duas funções primordiais:<br />
1.    Mapear o mercado, ou seja, auxiliar a empresa a entender (segmentar e selecionar) os mercados em que quer atuar.<br />
2.    Comunicar suas mensagens para esses mercados.</strong></p>
<p>A Comunicação de Marketing, ou MARCOM, tem como objetivo maior zerar os gaps de percepção de valor entre nossa proposição e aquilo que o mercado capta. Ou seja, MARCOM em princípio não deve comunicar produtos, ou marcas, mas sim os valores associados a eles (Posicionamento).</p>
<p>No que diz respeito a entender o mercado, o trabalho de mapeamento é fundamental e antecede qualquer esforço de geração de leads. Leads são “possíveis oportunidades de vendas, ainda não qualificadas”. Obviamente, para gerar leads é preciso interessar as empresas em nossa proposta de valor e para isso é necessário conhecê-las melhor (e esse é o objetivo do mapeamento).</p>
<p>Se antes da qualificação tiver sido feito um trabalho de Mapeamento de Mercado, saberemos com maior precisão onde estão as melhores oportunidades, quais os pains &amp; necessidades dos potenciais clientes, qual o posicionamento dos concorrentes e como o valor de nossa marca é percebido pelo cliente. Todas essas informações tornam o trabalho de qualificação mais fácil, mais objetivo e palatável pelos vendedores.</p>
<p>Mapear mercados é a função de marketing mais importante como preparação do terreno para vendas. As funções típicas de vendas, tais como geração de leads, qualificação de leads, venda técnica, venda financeira e negociação contratual, se tornam mais eficazes em função do mapeamento. Da boa integração entre estes processos depende (em parte) o sucesso de negócios de uma empresa.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=85" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Qualificação de oportunidades</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 17:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Explicação de Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Metas]]></category>
		<category><![CDATA[Qualificação de oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/questionP-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="questionP-150x150" /><span></span>Quando alguém chama alguém de desqualificado, isso é pior que &#8220;xingar a mãe&#8221;. Desqualificado é sinônimo de indivíduo sem valor, sem lastro, alguém que não merece confiança. Apesar disso, a maioria dos vendedores acha normal trabalhar com &#8220;oportunidades&#8221;, que na verdade são apenas leads (nomes), totalmente desqualificados.
Por quê os vendedores têm esse mau hábito? Via [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/questionP.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-39" title="questionP" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/questionP.jpg" alt="questionP" width="250" height="236" /></a>Quando alguém chama alguém de desqualificado, isso é pior que &#8220;xingar a mãe&#8221;. Desqualificado é sinônimo de indivíduo sem valor, sem lastro, alguém que não merece confiança. Apesar disso, a maioria dos vendedores acha normal trabalhar com &#8220;oportunidades&#8221;, que na verdade são apenas leads (nomes), totalmente desqualificados.</p>
<p>Por quê os vendedores têm esse mau hábito? Via de regra por pura inação, preguiça mesmo: <strong>qualificar oportunidades é chato</strong>, dá muito trabalho e exige algum método. Por outro lado, trabalhar oportunidades não qualificadas implica em grandes perdas para a empresa: elevado custo de pré-vendas, ciclos longos, descontos excessivos, desgastes e, mesmo quando a venda é fechada, clientes insatisfeitos, e claro, as <strong>metas não atingidas</strong>.</p>
<p>Por tudo isso, as empresas deveriam se preocupar em facilitar a vida dos vendedores e propor modelos de qualificação que sirvam a vendedores e gerentes para aferir se uma certa oportunidade de venda vale ou não a pena ser trabalhada. E como qualificamos uma oportunidade? Vou simplificar, pois o detalhe não caberia num post:  fazendo as perguntas certas antes mesmo de começar a trabalhar a venda. <strong>A fase de prospecção (uma espécie de aproximação do cliente) serve exatamente para isso: conhecer melhor a empresa (potencial compradora), ou seja, obter informações relevantes que nos auxiliarão na correta qualificação da oportunidade</strong>.</p>
<p>Algumas perguntas óbvias que <span style="text-decoration: line-through;">nunca são feitas</span> sempre deveriam ser feitas:</p>
<ul>
<li> Quais são as necessidades e pains (dores da empresa) que justificariam a compra de um produto ou serviço?</li>
<li> Nossa empresa tem como atender a essas necessidades?</li>
<li> Se sim, de forma mais efetiva que o concorrente? Sem brigarmos por preço?</li>
<li> O cliente tem budget?</li>
<li> Ele reconhece seus pains e necessidades e concorda que nossa solução é um fit perfeito?</li>
<li> Você tem acesso a quem decide? E a quem paga, quem avalia e quem utilizará?</li>
</ul>
<p>Essas e outras perguntinhas óbvias, quando feitas na hora certa, auxiliarão muito a equipe de vendas a se focar sempre nas prioridades mais altas, antes de tentar &#8220;fazer a peça quadrada se encaixar no buraco redondo&#8221;.</p>
<p>A implementação do processo de<strong> Qualificação de Oportunidades é fundamental para o sucesso e o atingimento das metas</strong>. E você, como qualifica suas oportunidades de vendas? Quais perguntas você faz quando está frente a frente com seu potencial comprador?</p>
<p>Faça uma reflexão e compartilhe sua opinião conosco.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=6" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Metas são tudo na vida, concorda?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 22:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Força de Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Metas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/09/metas-150x1501.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="" title="metas-150x150" /><span></span>Metas são tudo na vida, concorda? Segundo a Wikipedia, &#8220;meta é um objetivo relacionado a tempo e valor&#8221;.
Sem elas não nos formamos, não conseguimos o emprego, a viagem desejada, ou até mesmo a mulher de nossos sonhos. Mas as metas são também os fantasmas que assombram nossas noites. Quando nos aproximamos do vencimento do prazo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-47" title="metas" src="http://metasdevendas.com.br/wp-content/uploads/2009/09/metas.jpg" alt="metas" width="250" height="120" />Metas são tudo na vida, concorda? Segundo a Wikipedia, <strong>&#8220;meta é um objetivo relacionado a tempo e valor&#8221;</strong>.</p>
<p>Sem elas não nos formamos, não conseguimos o emprego, a viagem desejada, ou até mesmo a mulher de nossos sonhos. Mas as metas são também os fantasmas que assombram nossas noites. Quando nos aproximamos do vencimento do prazo que nos propusemos e a meta ainda está distante, aí nossas pernas começam a tremer e questionamos a viabilidade da empreitada.</p>
<p>Gosto de correr e vivo me propondo novas metas, novos desafios, sempre pessoais, pois na corrida de rua competimos contra nós mesmos. E quantas vezes, mesmo muito próximo de uma meta, não falhei por fraquejar mentalmente.</p>
<p>Transfiram agora o desafio de estabelecer, atribuir e cumprir metas para o ambiente corporativo. Se essas metas forem de vendas, aí a coisa se torna ainda mais difícil. Erra-se muito, vacila-se muito e, exatamente por isso, muitas metas são perdidas, não alcançadas pelas pessoas e, consequentemente, pela empresa.</p>
<p>O objetivo do blog <strong>“Metas de Vendas”</strong> é compartilhar conceitos e práticas relacionados à estratégia, gestão e controle de vendas. Nossa idéia é discutir sobre cenário e dificuldades do dia a dia da área de vendas e desvendar colaborativamente os segredos do sucesso. Vamos falar sobre os mais diversos aspectos das vendas, tais como:</p>
<ul>
<li>Atribuição de metas de vendas e gestão de territórios;</li>
<li>Planejamento de negócios;</li>
<li>Planejamento de contas;</li>
<li>Geração de leads;</li>
<li>Qualificação de oportunidades;</li>
<li>Processo de vendas;</li>
<li>Metodologia de vendas;</li>
<li>Gestão de resultados;</li>
<li>Gestão de win/loss;</li>
<li>Etc.</li>
</ul>
<p>Também vamos relatar experiências de empresas bem sucedidas que implementaram práticas, processos e ferramentas de vendas como plataforma de sustentação e superação das metas.</p>
<p>Nosso blog é totalmente colaborativo e conta com a participação consultores reconhecidos e especializados em vendas, que regularmente compartilharão suas idéias sobre diversos temas. Nossa proposta também é responder às dúvidas, ou analisar possíveis problemas que você enfrenta diariamente na área de vendas.</p>
<p>Convido você a acompanhar nosso blog e participar das redes sociais (por exemplo <a title="Linkedin" href="http://www.linkedin.com/groups?about=&amp;gid=2122605&amp;trk=anet_ug_grppro">Linkedin</a> e <a title="Twitter" href="http://twitter.com/">Twitter</a>), onde também discutimos sobre as várias facetas que definem o sucesso em vendas.</p>
<p>Sua opinião e contribuições são sempre muito bem vindas.</p>
<br/><p><a href="/email/?id=1" rel="nofollow" title="Envie este artigo por e-mail" style="font-weight: bold;">Envie este artigo por e-mail.</a></p>]]></content:encoded>
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